“Candy afirmou que agiu em legítima defesa durante o confronto com Betty Gore.” Essa declaração resume o caso que chocou os Estados Unidos em 1980, quando Candy Montgomery foi acusada de assassinar Betty Gore com um machado.
O crime ocorreu em 13 de junho de 1980, em Wylie, Texas, e envolveu uma brutalidade extrema, com Betty sendo atingida por 41 golpes do machado. A relação entre as duas mulheres era complexa, uma vez que Candy e Allan Gore, marido de Betty, tiveram um caso extraconjugal que começou em 1978 e terminou em 1979, pouco antes do assassinato.
As famílias de Candy e Betty eram amigas e frequentavam a mesma igreja, o que torna o incidente ainda mais impactante. Durante o julgamento, Candy Montgomery alegou que a luta entre ela e Betty escalou para um confronto físico, o que levou à sua defesa de legítima defesa.
O júri considerou a versão de Candy plausível, resultando em sua absolvição das acusações em outubro de 1980. O caso rapidamente ganhou atenção nacional, sendo considerado um dos crimes mais chocantes da história dos EUA.
O assassinato de Betty Gore deixou um impacto duradouro, especialmente em sua família, que incluía duas filhas, Alisa e Bethany, que tinham 5 e 1 anos, respectivamente, na época da morte da mãe.
O caso de Candy Montgomery não apenas gerou um intenso debate sobre questões de moralidade e justiça, mas também inspirou várias adaptações, incluindo a minissérie “Amor e Morte”.
O crime e seu desfecho continuam a ser discutidos e analisados, refletindo sobre a natureza da violência e as complexidades das relações humanas.
Detalhes permanecem não confirmados sobre as repercussões a longo prazo para Candy e as famílias envolvidas, mas o caso certamente deixará uma marca na história criminal dos Estados Unidos.




