Pilili, a mascote sem gênero das eleições de 2026, é inspirada na urna eletrônica e visa ampliar a participação social nas votações. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou Pilili para representar a Justiça Eleitoral.
A criação da mascote começou em 2023. O nome Pilili simula o som emitido pela máquina ao clicar em ‘confirma’. A mascote se comunica por gestos e de forma gráfica, sem voz.
Antes do lançamento, as campanhas eleitorais frequentemente careciam de um símbolo que unisse os eleitores. Mas agora, Pilili se torna uma figura central nas campanhas, promovendo a democracia.
O TSE espera que Pilili incentive o voto entre os jovens e os indecisos. A mascote participará de festas juninas e outras festividades regionais para se conectar com o público.
Fatos chave sobre Pilili:
- Inspirada na urna eletrônica
- Não tem gênero definido
- Porta-voz da Justiça Eleitoral
- Participação em campanhas em defesa do voto
Cármen Lúcia comentou sobre a importância da segurança no voto: “Acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra.” Isso reforça o papel da urna eletrônica e da nova mascote.
A neutralidade de Pilili é um aspecto importante. A mascote não possui preferência por ideologia ou partido. Sua bandeira é a bandeira da democracia.




