04.06.2026

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Manowar: A morte de Ross The Boss e o legado do

manowar — BR news
Ross The Boss, cofundador do Manowar, faleceu aos 72 anos após uma batalha contra a ELA. Sua contribuição para a música será lembrada.

Antes do falecimento de Ross The Boss, a expectativa era de que ele continuasse a influenciar a cena musical com sua vasta experiência e talento. Nascido no Bronx, Nova York, Friedman cofundou os Dictators em 1973 e, posteriormente, em 1980, juntou-se a Joey DeMaio para formar o Manowar, uma das bandas mais icônicas do heavy metal.

O momento decisivo ocorreu quando foi anunciado que Ross The Boss havia falecido aos 72 anos, após uma breve batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), diagnosticada apenas um mês antes de sua morte. A notícia foi divulgada em suas redes sociais, gerando uma onda de tributos e homenagens de fãs e colegas de música.

A morte de Friedman impactou profundamente tanto os fãs do Manowar quanto os membros da banda. Manowar declarou: “A música era a vida de Ross e ele deixou sua marca no heavy metal e no punk rock.” Essa perda não apenas afeta a banda, mas também a comunidade musical como um todo, que reconhece a importância de sua contribuição.

Friedman foi uma figura central no desenvolvimento do punk rock e do heavy metal, aparecendo em seis álbuns do Manowar durante sua associação de uma década. Ele também foi cofundador dos Dictators, que lançaram três álbuns durante sua primeira fase, incluindo o notável “Manifest Destiny” em 1977.

O impacto de sua morte é amplificado pelo fato de que ele deixou um legado duradouro. “Seu legado com The Dictators, Manowar, Ross the Boss Band e outros colaboradores viverá para sempre em nossos corações e ouvidos”, afirmou um comunicado na conta de Friedman nas redes sociais.

Além de sua carreira com o Manowar, Ross também se apresentou com outras bandas, como Death Dealer e Ross the Boss Band, solidificando sua posição como um ícone do gênero. O Manowar, que detém o Recorde Mundial do Guinness para a banda mais barulhenta do mundo, agora enfrenta a realidade de continuar sem um de seus membros fundadores.

Os fãs e críticos reconhecem que a música de Friedman significava tudo para ele, e seu violão era o sopro de sua vida. A posição do álbum “Hail to England” na lista da Rolling Stone, em 87, é um testemunho da influência que ele teve na música.

Enquanto o mundo da música lamenta a perda de Ross The Boss, detalhes sobre os próximos passos para a banda e seus projetos futuros permanecem incertos. A comunidade musical continua a refletir sobre o impacto que ele teve e o legado que deixa.