O dólar comercial fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, encerrando o dia a R$ 4,997, com uma baixa de R$ 0,014, ou 0,29%. Este fechamento representa uma queda acumulada de 3,51% no mês e um recuo de 8,96% em 2026.
Na mínima do dia, a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 4,98. O desempenho do dólar reflete um cenário de fortalecimento do real, que se beneficia de fatores internos e externos, incluindo a expectativa de crescimento econômico e a estabilidade política no Brasil.
Além da queda do dólar, o euro comercial também apresentou uma leve desvalorização, fechando a R$ 5,876, com uma baixa de 0,02%. O movimento no mercado cambial ocorre em um contexto mais amplo de recuperação dos índices de ações, com o Ibovespa avançando 0,34% e alcançando 198.001 pontos, o maior nível da história.
Os índices de ações nos Estados Unidos também mostraram resultados positivos, com o Dow Jones subindo 0,63%, o S&P 500 ganhando 1,02% e o Nasdaq avançando 1,23%. Esse ambiente de otimismo nos mercados pode estar contribuindo para a valorização do real frente ao dólar.
O dólar à vista, que encerrou o dia a R$ 5,1035, acumula uma queda de 7,02% no ano. Essa tendência de desvalorização da moeda americana é observada em um contexto de recuperação econômica e aumento da confiança dos investidores no Brasil.
Historicamente, o dólar não fechava abaixo de R$ 5 desde março de 2024, o que marca um momento significativo para o mercado financeiro brasileiro. A expectativa é que essa tendência de queda continue, dependendo de fatores econômicos e políticos que possam influenciar o mercado cambial nos próximos meses.
Detalhes permanecem não confirmados sobre como as políticas econômicas do governo podem impactar essa trajetória do dólar. Observadores do mercado estarão atentos às próximas movimentações e declarações que possam afetar a confiança dos investidores.




