O relatório final da CPMI do INSS será lido em 27 de março de 2026, recomendando o indiciamento de 228 pessoas. A CPMI, que investiga descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS, foi iniciada em agosto de 2025.
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a prorrogação da CPMI por 8 votos a 2, decisão que foi criticada por alguns membros da comissão. “Quando esta CPMI tenta fugir do foco, sair da investigação, criar factoides, ela expõe este Parlamento e leva a situações como a de hoje. A Constituição foi respeitada, a democracia foi respeitada”, afirmou Paulo Pimenta.
O relatório, que possui cerca de 5.000 páginas, será votado no dia seguinte, 28 de março de 2026, caso não haja pedido de vista. Carlos Viana expressou otimismo sobre a leitura do relatório: “Espero que amanhã a gente consiga ler todo o relatório e que possamos votar amanhã mesmo”.
A decisão de prorrogação da CPMI foi tomada pelo ministro André Mendonça, mas posteriormente foi derrubada pelo STF. A CPMI do INSS é um desdobramento de investigações sobre fraudes que afetam aposentados e pensionistas, um tema sensível para a sociedade brasileira.
Eduardo Girão, um dos membros da CPMI, criticou a atuação do STF, dizendo: “O que eu vi ali [no STF] foi um show de horrores e contradições. Há precedentes aos montes quando é de interesse do STF”.
Os trabalhos da CPMI devem ser encerrados até 28 de março de 2026, e a expectativa é que as recomendações do relatório gerem repercussões significativas no cenário político e judicial do país. Details remain unconfirmed.




