Alanis Guillen obteve uma medida protetiva após receber 50 contatos inoportunos de sua ex-namorada, Giovanna Reis, em um período de 40 dias. O pedido foi feito em 29 de abril de 2026, no Rio de Janeiro.
O relacionamento entre Alanis e Giovanna durou dois anos e terminou em março de 2026. Desde então, Alanis passou a receber tentativas insistentes de contato que foram consideradas ameaçadoras.
A situação se agravou quando Giovanna tentou entrar na casa de Alanis sem autorização, o que foi visto como a gota d’água para o pedido da medida protetiva. O despacho judicial destacou que o caso apresenta evidências compatíveis com violência psicológica, perseguição e constrangimento indevido.
Giovanna Reis também foi acusada de ameaçar expor publicamente a vida privada de Alanis, o que intensificou as preocupações sobre a segurança da atriz. O tribunal considerou os relatos e documentos apresentados por Alanis para fundamentar seu pedido.
A decisão judicial reflete um esforço mais amplo para proteger os direitos das mulheres em situações de violência doméstica e emocional. A medida protetiva é uma ferramenta legal que visa garantir a segurança da vítima.
O caso levanta questões importantes sobre relacionamentos abusivos e a necessidade de apoio legal para quem enfrenta esse tipo de situação. A proteção legal pode ser crucial para vítimas que se sentem ameaçadas por ex-parceiros.
Observadores esperam que este caso traga mais atenção à questão da violência psicológica e suas consequências. O próximo passo legal ainda não foi definido, mas o tribunal deve analisar mais detalhes do caso nas próximas semanas.




