04.06.2026

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A Pátria não é Ninguém: Soberania e Retomada da Avibras

patria — BR news
O relançamento do livro 'A Pátria não é Ninguém' coincide com a retomada da Avibras, ressaltando a importância da soberania nacional.

A Escribas Editora relançou o livro ‘A Pátria não é Ninguém’, de François Silvestre de Alencar, após um período fora de circulação. O livro aborda episódios ligados à ditadura militar no Brasil e reflete sobre a identidade nacional. A data do relançamento coincide com a celebração da retomada da Avibras, uma empresa estratégica para a soberania nacional.

Fatos principais:

  • A Escribas Editora relançou o livro após um período fora de circulação.
  • O livro discute temas relacionados à ditadura militar no Brasil.
  • O HGLG11 finalizou a compra de imóveis do Pátria Logística FII por R$ 354,9 milhões.
  • A operação inclui uma garantia de renda mínima mensal de R$ 3,2 milhões por seis meses.
  • O sindicato celebrou a retomada da Avibras, considerando a entrega ao capital estrangeiro um ‘crime lesa-pátria’.

François Silvestre é um escritor e advogado que analisa a realidade social e política brasileira. O livro, publicado originalmente em 2003, é considerado uma das obras de destaque da literatura potiguar. A recente compra de imóveis pelo HGLG11 e o retorno da Avibras refletem um momento crítico para a economia e a governança no Brasil.

O sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos destacou que 271 trabalhadores foram contratados em maio, com previsão de mais 240 contratações a partir de junho. A proposta aprovada para pagamento da dívida trabalhista soma R$ 230 milhões, parcelada em 12 a 48 vezes. Essa movimentação traz esperança em tempos difíceis.

Welder Gonçalves, representante do sindicato, afirmou: “Entregar a Avibras ao capital estrangeiro seria ‘crime lesa-pátria’.” Claudio Motta expressou sua alegria pela retomada: “É uma alegria inenarrável, é aquilo que a gente tá vivendo aqui hoje.” Eduardo Rosa também compartilhou seu otimismo: “O sentimento é de muita glória, porque a gente não tinha essa expectativa uns dois anos atrás.”

A discussão sobre soberania nacional se intensifica neste contexto. A luta pela manutenção do controle das empresas estratégicas se torna cada vez mais relevante. O futuro das iniciativas nacionais ainda apresenta incertezas, mas os sinais atuais são promissores para muitos trabalhadores e defensores da soberania.