WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Teatro’

Fãs, parentes e amigos despedem-se de Milton Gonçalves no Municipal

Corpo do ator será cremado nesta tarde no Cemitério do Caju

Publicado em 31/05/2022 – 14:02 Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

(Tomaz Silva/Agência Brasil)

O corpo do ator e diretor, Milton Gonçalves está sendo velado desde as 9h30 desta quarta-feira (31) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no centro da cidade. O artista morreu ontem (30) em casa, aos 88 anos, em consequência de problemas causados por um acidente vascular cerebral (AVC) que sofreu em 2020.

Ainda nesta tarde, o corpo será levado para o Crematório do Cemitério da Penitência, no Caju, região portuária do Rio, onde haverá uma cerimônia restrita à família e amigos mais próximos.

Antes da abertura do velório ao público, houve uma cerimônia ecumênica para a família. Do lado de fora, o público fez fila para se despedir do artista. Amigos e colegas de profissão foram chegando aos poucos e sempre com muitas memórias. O ator Antônio Pitanga lembrou os bons momentos que dividiu com o amigo. “Seja na televisão, seja como responsável por um teatro chamado de teatro de ação, ele, eu, Joel Rufino,Jorge Coutinho. Filmes que ele fez e de que eu participei. Milton teve essa grandeza iluminada no seu chamamento, nesse gesto nobre”, recordou.

A atriz Valentina Herszage lembrou o início da carreira em novelas, que foi junto com Milton. “Ele foi muito gentil e carinhoso. Eu estava apavorada, chegando à televisão com medo de tudo, e ele me acalmava. As cenas corriam de maneira muito calma e com muita confiança. Foi lindo o encontro, cada um em uma ponta da carreira: eu no início e ele, agora, já perto do fim. Era minha primeira novela na TV Globo, eu tinha 19 anos, e esse encontro com Milton foi muito especial por isso”, contou, lembrando da novela Pega-Pega.

O ator Mateus Solano, que também atuou em Pega-Pega, disse que, desde criança, acompanhou os personagens vividos por Milton e tem as melhores lembranças dele, “um homem vibrante que, com mais de 80 anos, estava trabalhando e fazendo as pessoas felizes”. “Estamos aqui para celebrá-lo como ator, como artista, como autor, como militante do movimento negro e também como sindicalista, que defendeu a nossa classe.” Para Solano, o colega deixa um legado de amor, de esperança e de reflexão sobre a sociedade atual. “O Milton é um artista que nos lembra que não basta ser um bom profissional. É preciso ser um bom cidadão.”

Fãs

A enfermeira carioca Neide Damas, de 60 anos, mora em São Paulo, mas está passando uns dias no Rio e, muito emocionada, foi ao Municipal se despedir do ator. “Mesmo que estivesse lá em São Paulo, eu era capaz de montar um altarzinho e fazer uma homenagem a ele. É uma pessoa que vai ficar nos nossos corações para o resto das nossas vidas”, afirmou. “Na televisão, vai ficar faltando um pedaço. As pessoas hoje trabalham por dinheiro, ele trabalhava por amor. Era o que ele passava para a gente.”

Lucila John, de 73 anos, moradora de Pedra de Guaratiba, enfrentou a distância para prestar uma homenagem ao ator. “Sempre acompanhei os trabalhos dele, gostava muito dele. Vim dar o último adeus a um amigo”, afirmou. Mesmo nunca tendo se encontrado pessoalmente com o ator, Lucila o considerava um amigo, “por vê-lo na televisão”.

Preconceitos

O filho, Maurício Gonçalves, também ator, destacou que o pai lutou muito contra o preconceito e pela valorização dos profissionais negros.

“Meu pai, nesse ponto, ensinou a gente a entrar nos lugares sem baixar a cabeça. Acho que ensinou também a muita gente neste país hipócrita, que continua racista. A porta está se abrindo agora. Minha tristeza é que ele e Joel Rufino dos Santos, que eu tenho como um tio, batalharam tanto e não viram essa portinha se abrindo. Isso é a coisa que me deixa um pouco triste, mas ele fez o que tinha que ser feito e está lá no céu”, afirmou.

Enredo

No desfile das escolas de samba da Série Ouro, a Acadêmicos de Santa Cruz homenageou o ator com o enredo Axé, Milton Gonçalves-No Catupé de Santa Cruz. Debilitado pelo AVC, o ator não pôde ir para o desfile, mas assistiu pela televisão.

“Ele assistiu ao desfile e ficou profundamente emocionado. A gente cantou o mais alto que podia com todo o coração, porque cada linha do samba conta uma fase da vida dele e bateu fundo”, disse a filha, Alda Gonçalves.

Paixões

No velório, filhos de Milton Gonçalves erguem a bandeira do Flamengo, uma das paixões do ator – Tomaz Silva/Agência Brasil

Em cima do caixão, duas das maiores paixões de Milton: as bandeiras do Flamengo e da Mangueira. “O Flamengo é uma parte muito importante das nossas vidas. Ele frequentou jogos com o meu irmão. Meu pai gostava de ficar na arquibancada para sentir o calor da galera”, disse Alda.

Para ela, que a Mangueira é a melhor das histórias da vida de seus pais, porque foi em um ensaio da escola que os dois tiveram o primeiro encontro. “Foi uma história de 50 anos de muita felicidade, muita troca de intelectualidade e muito amor, gerando a gente como filhos e uma família muito integrada.”

Carreira

Milton Gonçalves nasceu em 9 de dezembro de 1933, em Monte Santo, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais, mudou-se com a família, ainda pequeno, para São Paulo. Lá foi aprendiz de sapateiro, de alfaiate e de gráfico. E foi na gráfica que recebeu um convite para assistir a uma peça de teatro. O encantamento com o ofício foi imediato e em 1957 fez a estreia no Teatro Arena na peça Ratos e Homens, de John Steinbeck.

“O Teatro de Arena tinha algumas propostas da época, revolucionárias. Quais eram? Descobrir, ou formatar, formalizar uma maneira brasileira de interpretar. Passamos a pesquisar como o homem brasileiro anda, como ele come, como ele fala, como ele gesticula”, contou Milton, em depoimento ao Projeto Memória Globo.

Em 1958, depois de uma turnê pelo Brasil, que terminou no Rio de Janeiro, preferiu permanecer na cidade e entrou para o Teatro Nacional de Comédia. Milton foi contratado pela TV Globo antes mesmo da inauguração da emissora, em 1965, e teve uma carreira longa de ator e diretor em mais de 40 novelas, programas humorísticos e minisséries.

Entre os personagens marcantes em novela fez o Zelão das Asas, de O Bem-Amado (1973), e animava também os filhos em casa que adoravam ver o pai voando na tela como um super herói. Foi diretor nas primeiras versões de Irmãos Coragem (1970), A Grande Família (1972) e Escrava Isaura (1976). Nas séries, dirigiu Carga Pesada (1979) e Caso Verdade (1982-1986).

Com a interpretação do personagem Pai José na segunda versão da novela Sinhá Moça, em 2006, foi indicado para o prêmio de melhor ator no Emmy Internacional e foi o primeiro brasileiro a apresentar a premiação. Ao lado da atriz americana Susan Sarandon, na cerimônia de 2006, anunciou o vencedor de melhor programa infanto-juvenil.

A última participação em novelas foi em O Tempo Não Para, em 2018, em que interpretava o catador de recicláveis Eliseu. No ano seguinte, atuou pela última vez na Globo, na minissérie Se eu Fechar os Olhos Agora, com roteiro de Ricardo Linhares, inspirado na obra de mesmo nome do jornalista Edney Silvestre.

O ator teve ainda passagem pela política, sendo candidato ao governo do Rio de Janeiro, em 1994. Foi também superintendente da Rádio Nacional, nos anos 1980. “A Rádio Nacional é a rádio que estava na minha infância. Eu ouvia suas novelas, com minha mãe passando roupa, com aquele ferro quente à brasa. Era uma rádio que chegava no Brasil inteiro.”

Milton era viúvo de Oda Gonçalves, com quem se casou em 1966 e teve o filhos Maurício, Alda e Catarina. “Lá atrás, na década de 60, casar com uma branca, filha de advogados, não foi fácil,não”, afirmou Maurício, apontando mais uma das barreiras enfrentadas pelo pai na vida.

“Que mais eu sou? Sou um ser em disponibilidade para o trabalho. Se for para trabalhar legal, tem em mim um bom parceiro. Tenho esperança e fé de que vou poder contribuir ética e culturalmente; tenho certeza de que vou”, disse Milton ao Projeto Memória Globo.

Edição: Nádia Franco

O TPI VAI FECHAR SUA TENDA.

Depois de muito brilhar, chegou a hora de cerrar as cortinas e apagar as luzes.

Dificuldades financeiras insanáveis assim se impuseram.

Zé Dirceu podia ter dado uma ajuda, a quem tão bem o acolheu.

Uma pena!

Zé Dirceu lançando seu livro na tenda do TPI.

Antônia Fontenelle aterriza na terra da Gabriela com seu espetáculo #Sincericídio.

  

#Sincericídio

Com texto de Guilherme Macedo, em parceria com Antônia Fontenelle, o espetáculo“#Sincericídio” é uma comédia que brinca com as verdades e mentiras publicadas sobre celebridades na internet, além de tirar sarro do que é considerado notícia em portais.

Silvia Lobo comanda o programa de TV #Sincericídio e quer entender por que sua próxima convidada, Antônia Fontenelle, merece ser entrevistada. Enquanto espera Antônia chegar, Sílvia destrincha a vida da atriz e apresentadora, comentando com muito sarcasmo e com a língua bastante afiada, tudo o que sai a respeito dela nos sites de fofoca. Silvia não consegue entender porque Antônia recebe tanta atenção da mídia e por que tem tantos seguidores no Youtube e no Instagram.
O público vai se divertir vendo Antônia Fontenelle fazer piada com a própria fama na pele de uma apresentadora de TV decadente que não se dá conta de que seu tempo já passou.

O espetáculo tem a direção do renomado diretor ” Jorge Farjalla” que assina também a direção do espetáculo Doroteia.

Serviço:
 DIAS: 27 E 28 DE MAIO 
HORA: SÁBADO ÁS 21H00 E DOMINGO ÁS 20H00
LOCAL: TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS
VALOR R$ 60,00 INTEIRA E R$ 30,00 MEIA
50% de desconto para cliente ou funcionário Porto Seguro e um acompanhante 
PONTOS DE VENDAS: Colcci Ilhéus / BILHETERIA DO TEATRO / MANUS MIX / PIMENTA INGRESSO ( Itabuna – Shopping)INFORMAÇÕES: 73 99103 5366

Antonia Fontenelle apresenta peça Sincericídio em Ilhéus.

Espetáculo se define como uma comédia teatral, quase autobiográfica.

A atriz Antonia Fontenelle traz para Ilhéus a peça Sincericídio. O espetáculo estará em cartaz nos dias 27 e 28 de maio, no Teatro Municipal, às 21h (sábado) e 20h (domingo). Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Antonia Fontenelle

A peça se define como uma comédia teatral, quase autobiográfica, onde a atriz e a atriz relata passagens de sua vida e pontua as situações onde foi marcada por sua sinceridade. 

O nome da peça é explicado pela própria artista, “Em um mundo politicamente correto de vaidades e egos, dos lindos e ricos das redes sociais, SINCERICÍDIO, é não ter medo de dizer suas verdades. 

Mais do que magoar alguém, é apontar que nossos caminhos embora muitos pareçam esquecer, são feitos de erros, tropeços e escolhas erradas. Nunca tive medo de dizer o que penso, apanhei muitas vezes por isso. Podem me julgar por tudo, mas não tenho medo da verdade. A sinceridade por vezes é uma meia verdade, o sincericídio, é uma verdade completa”.

Silvia Lobo comanda o programa de TV #Sincericídio e quer entender por que sua próxima convidada, Antônia Fontenelle, merece ser entrevistada. Enquanto espera Antônia chegar, Sílvia destrincha a vida da atriz e apresentadora, comentando com muito sarcasmo e com a língua bastante afiada, tudo o que sai a respeito dela nos sites de fofoca. Silvia não consegue entender porque Antônia recebe tanta atenção da mídia e por que tem tantos seguidores no Youtube e no Instagram.Com texto de Guilherme Macedo, em parceria com Antônia Fontenelle, o espetáculo“#Sincericídio” é uma comédia que brinca com as verdades e mentiras publicadas sobre celebridades na internet, além de tirar sarro do que é considerado notícia em portais.O público vai se divertir vendo Antônia Fontenelle fazer piada com a própria fama na pele de uma apresentadora de TV decadente que não se dá conta de que seu tempo já passou.

Serviço: DIAS: 27 E 28 DE MAIOHORA: SÁBADO ÁS 21H00 E DOMINGO ÁS 20H00LOCAL: TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUSVALOR R$ 60,00 INTEIRA E R$ 30,00 MEIA50% de desconto para cliente ou funcionário Porto Seguro e um acompanhantePONTOS DE VENDAS: BILHETERIA DO TEATRO / MANUS MIX / PIMENTA INGRESSO ( Itabuna – Shopping)INFORMAÇÕES: 73 99103 5366

Teatro de Ilhéus exibe domingo a peça “Fala comigo doce como a chuva”

A peça retrata o conflito de monotonia de um casal e indaga sobre a existência do ser humano, posições sociais e a relação entre homem e mulher.

Atores Mateus Saron e Adriana Ferreira, do Grupo Cia. do Teatro.

Atores Mateus Saron e Adriana Ferreira, do Grupo Cia. do Teatro.


O espetáculo teatral “Fala comigo doce como a chuva” será apresentado neste domingo, dia 29, a partir das 19 horas, no Teatro Municipal de Ilhéus. A peça retrata, com poesia e lirismo, a vida de um casal que parece ter sido sucumbido pelo cotidiano e a monotonia da vida a dois. A partir desse conflito, os personagens iniciam uma série de indagações sobre a existência do ser humano, posições sociais e a relação entre homem e mulher. Questões de gêneros são retratadas abrindo uma brecha para discussão sobre o machismo. O ingresso custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), e já está a venda na bilheteria do teatro.

 “Fala comigo doce como a chuva” faz parte do Projeto Vá ao Teatro e Me Leve Junto. A peça conta que o autor do texto teve infância conturbada, com o pai alcoólatra e o afastamento de um ano da escola. Com esses problemas, Tennesse se refugiou nos livros e o mundo ganhou um dramaturgo de mão cheia. A montagem tem direção Mateus Saron e Murilo Pitombo, e Wálter Silva na trilha sonora. Os atores Mateus Saron e Adriana Ferreira são do grupo Cia de Teatro.

De acordo com o grupo Cia Palco, as pessoas precisam ser estimuladas a ter discussão de temas relevantes e atuais por meio lúdico. “Para atingir esse objetivo, propomos um texto que possibilita o questionamento sobre a posição da mulher dentro de relacionamento”, avalia Saron. No entendimento dos atores, alguns pontos observados na peça são: o que é agressão? Apenas a agressão física deve ser notada e reparada? Por que as mulheres ocupam esse papel? Por que os homens tomam essas atitudes? O que é “normal” em relacionamento? Existe tarefa feminina e masculina em casa ou no relacionamento? O que é liberdade?.

Secretaria de Comunicação Social – SECOM – 24.01.2017

Kayky Brito e Rodrigo Simas chegam a Ilhéus e Itabuna nesse final de semana com peça de Plínio Marcos.

A estreia de “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de Plínio Marcos (1935-1999), foi definitivamente tímida. Em 1966, apenas cinco pessoas assistiram ao espetáculo no bar Ponto do Encontro, da Galeria Metrópole, em São Paulo. O próprio Plínio atuou, dividindo a cena com Ademir Rocha. Hoje, essa é uma das peças mais montadas do dramaturgo paulista no teatro, tendo ainda duas adaptações para o cinema, em 1970, sob a direção de Braz Chediak e, em 2002, com direção de José Joffily e Débora Falabella e Roberto Bomtempo no elenco. 

Para brindar os 50 anos da obra, mais uma versão chega aos palcos. Com a direção de Luiz Valcazaras e protagonizada por Kayky Brito e Rodrigo Simas, Ilhéus e Itabuna recebem a montagem esse final de semana.

Sexta (14/10) e Sábado (15/10) no Teatro Municipal de Ilhéus ás 20h00

Domingo(16/10) no Terceira via hall em Itabuna ás 19h30.

Valcazaras conheceu Plínio em 1982, enquanto o autor vendia os próprios livros na porta de um teatro. Já naquela época o diretor acompanhava o trabalho do dramaturgo e, em 2010, prestou a primeira homenagem a ele com “Navalha na Carne” (1967). Desta vez, além de dirigir, Valcazaras assina iluminação, cenografia e trilha sonora. “Fiquei muito feliz com o resultado. Os meninos (Kayky e Simas) compraram a ideia de fazer um trabalho vertical, uma imersão profunda, dedicando até 10 horas por dia”, conta.

Assim como o original, a peça é rodeada de uma forte carga dramática e a iluminação dá ainda mais esse peso. “Nesta versão, os elementos usados ajudam a codificar o ser humano; dão a sensação de estarmos dentro da alma”, destaca.

À MARGEM DA SOCIEDADE  :: LEIA MAIS »

Biblioteca Municipal de Ilhéus sedia o Seminário Internacional de Teatro – O Corpo Cênico

Seminário internacional de Teatro.

Seminário internacional de Teatro.

Tem início nesta terça-feira, dia 2, a partir das 18h30min, o Seminário Internacional de Teatro – O Corpo Cênico. O evento, que prossegue até esta quarta-feira, dia 3, terá todas as atividades realizadas na Biblioteca Pública Municipal Adonias Filho, localizada na Praça Castro Alves, Centro. A iniciativa, da Secretaria de Cultura (Secult) de Ilhéus, conta com uma extensa programação, com palestras, workshop, mesas redondas e apresentações de espetáculos.

A abertura do evento contará com a presença do prefeito em exercício do município, Carlos Machado (Cacá), do secretário de cultura Paulo Atto, e do presidente do Conselho Municipal de Cultura, André. Logo em seguida, às 19h, o público assistirá ao espetáculo “Desencaixados”, do grupo Família Vagamundi, composto por atores brasileiros e chilenos.

Programação – Na quarta-feira, dia 3, às 14h, a mesa redonda com o tema “Corpo que dança e corpo que fala” será composta por Sôanne Marry, bacharel e licenciada em Educação Física, dançarina e bailarina e Loona Tirabasi”, com mediação do secretário de cultura Paulo Atto.

Em seguida, às 15h, o tema discutido será “Workdemonstration – Dramaturgia do Corpo”, com o palestrante Rafael Magalhães, ator e produtor do Oco Teatro Laboratório, membro do grupo internacional VIDENES BRO/Ponte dos Ventos, e Gerente de Promoção Cultural da Fundação Gregório de Matos, em Salvador.

:: LEIA MAIS »

contador free


Webtiva.com // webdesign da Bahia

agosto 2022
D S T Q Q S S
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia