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:: ‘Sustentabilidade’

Funbio será gestor do programa Floresta Viva

Organização será responsável pela seleção dos projetos apoiados

Publicado em 19/04/2022 – 20:16 Por Agência Brasil – Brasília

Foto: Bruno Spada

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) irá gerir o programa Floresta Viva. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19) pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.

O programa Floresta Viva é voltado para restauração de biomas brasileiros e recuperação de bacias hidrográficas. Lançado em novembro do ano passado, ele é considerado o maior matchfunding – modelo de financiamento que junta recursos não reembolsáveis do BNDES com os de outras instituições apoiadoras – ambiental do país.

O Funbio é uma organização sem fins lucrativos, que atua há mais de 25 anos em projetos de conservação da biodiversidade no país. Com a decisão, a organização será responsável pelo processo de seleção dos projetos a serem apoiados. Também será a Funbio que receberá os recursos do BNDES e das demais instituições apoiadoras.

“A ideia é criar um ambiente em que possamos debater e empreender conjuntamente pois inovação se faz de forma coletiva e focada no propósito e no impacto.”, disse o presidente do BNDES.

A meta de investimento é de R$ 500 milhões ao longo de sete anos, com até 50% de recursos do BNDES. O objetivo é alcançar entre 16 mil e 33 mil hectares de área restaurada, com a remoção de aproximadamente 9 milhões de toneladas de carbono da atmosfera.

“Esses recursos que serão aplicados no Floresta Viva que podem gerar crédito [de carbono] para deixar essa máquina rodando. A política do governo federal está em empreender e inovar, em gerar emprego em economia verde e gerar negócios verdes”, afirmou ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite .

O programa já conta com 11 parceiros, entre eles, a Vale, o Grupo Heineken e a Petrobras.

“Nós temos uma preocupação muito grande com toda essa pauta ambiental, de sustentabilidade, social, entendendo que todas as empresas têm uma grande responsabilidade, mas sem dúvida, a Petrobras por ser hoje a maior companhia do Brasil, ser essa referência para o cidadão brasileiro, ela tem uma responsabilidade redobrada”, disse o presidente da empresa, José Mauro Ferreira Coelho.

Edição: Lílian Beraldo

Ministério premia 17 organizações com Selo Mais Integridade

Governo reconhece empresas que atuam com responsabilidade social

Publicado em 23/02/2022 – 13:56 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Premiação do Selo Mais Integridade 2021/2022.Foto:Noaldo Santos/MAPA

Dezessete organizações receberam hoje (23), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, o Selo Mais Integridade, em reconhecimento pela adoção de práticas de integridade, com enfoque na responsabilidade social, sustentabilidade ambiental e ética.

A premiação é dividida em duas categorias: Selo Verde, para empresas e cooperativas que recebem pela primeira vez a homenagem; e o Selo Amarelo, que agraciou oito organizações já premiadas, que tiveram renovados os seus certificados. As empresas e cooperativas contempladas poderão usar a marca do selo em seus produtos, sites, propagandas e publicações.

Durante a cerimônia, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o reconhecimento é uma “ação de fomento à integridade do setor”, que, segundo ela, não pode deixar de avaliar também requisitos de responsabilidade social e sustentabilidade. 

“Desde que iniciamos o projeto, estamos alinhados a questões relativas ao meio ambiente e a questões das áreas social e de governança”, afirmou ao lembrar que 29 organizações já foram premiadas com o Selo Mais Integridade, e que as 17 agraciadas hoje juntam-se a outras 12 premiadas em anos anteriores.

Esta é a quarta edição do prêmio Selo Mais Integridade. A ministra disse que, com a associação das marcas ao selo, é de se esperar, inclusive, “a abertura de mercados que até então eram considerados inatingíveis”, com os produtos brasileiros chegando no exterior tendo garantidas sua “qualidade, sanidade e com toda integridade das nossas empresas”.

De acordo com o Ministério da Agricultura, entre os benefícios que podem ser alcançados pelas premiadas estão: ganho de imagem e publicidade positiva junto aos cidadãos e concorrência direta com o uso da marca nas embalagens dos produtos, outdoors e mídias; reconhecimento de possíveis parceiros internacionais; aumento motivacional da equipe e prestadores de serviços; e melhor classificação de risco em operações de crédito junto a instituições financeiras oficiais.

Possibilita também, ainda segundo o ministério, “maior engajamento com outras corporações nacionais que se relacionam com o mercado internacional e precisam comprovar a prática de ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança, em português) por stakeholders”.

Para receber o Selo Mais Integridade, a empresa ou cooperativa deve comprovar a prática de requisitos, como possuir um programa de compliance; código de ética e conduta; canais de denúncia efetivos, ações com foco na responsabilidade social e sustentabilidade ambiental e promover treinamentos para melhoria da cultura organizacional.

“Além disso, é preciso estar em dia com as obrigações trabalhistas; não ter multas relacionadas ao tema nos últimos dois anos; não ter casos de adulteração ou falsificação de processos e produtos fiscalizados pela Secretaria de Defesa Agropecuária do ministério; ter ações de boas práticas agrícolas enquadradas nas metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas; e não ter cometido crimes ambientais nos últimos 24 meses”, explicou o Mapa ao informar que cabe a um comitê gestor analisar a documentação das organizações candidatas.

Empresas contempladas

Selo Verde

Agrifirm do Brasil Nutrição Animal Ltda.

Bsbios Industria e Comercio de Biodiesel Sul Brasil S.A

Companhia Nitro Química Brasileira

Frigorífico Jahu Eireli

Marfrig Global Foods S.A.

Ouro Fino Saúde Animal Ltda.

Ouro Fino Agronegócio Ltda.

Solubio Tecnologias Agrícolas Ltda.

Três Tentos Agroindustrial S.A.

Selo Amarelo

Adecoagro Brasil Participações S.A. (Grupo Empresarial)

Andrade Sun Farms Agrocomercial Ltda.

Amaggi Exportação e Importação Ltda.

Bem Brasil Alimentos S.A.

São Salvador Alimentos S.A.

Sinergia Agro Do Brasil Ltda

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.

Vittia Fertilizantes e Biológicos S.A. (Grupo Empresarial).
 

Edição: Kleber Sampaio

CIDADES SUSTENTÁVEIS

Em todas as eleições os candidatos assinam.

Alguns por educação, outros para se livrar da chateação.

Nenhum cumpre…

 

Mário Alexandre (Marão) Prefeito de Ilhéus, faz qualquer coisa para aparecer

 

QUANDO A ‘FEIRA’ DE ILHÉUS ERA ABASTECIDA POR SAVEIROS E CANOAS.

Foto 1

Foto 2

Mercado municipal(Henriquinho) presente para as casas do Unhão – Anos /60

Os rios, riachos e ribeirões continuam no mesmo lugar.

Falta transporte fluvial.

A Agricultura Familiar agradeceria…

MMA lança programa para impulsionar renda de quem protege as florestas

Serão destinados mais de R$ 500 milhões

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente lança hoje (4) o programa Floresta +. De acordo com a pasta, a iniciativa vai destinar, num primeiro momento, R$ 500 milhões em ações de conservação e recuperação do meio ambiente na região amazônica. O ministério destaca que o Brasil possui o maior patrimônio de biodiversidade do mundo e tem potencial para se tornar um dos protagonistas mundiais de uma nova economia verde. Nesse sentido, o objetivo do Floresta + é trabalhar a regulamentação do mercado voluntário de serviços ambientais para que os projetos tenham segurança jurídica e garantia do seu pleno desenvolvimento. Além disso, o programa deve impulsionar a renda daqueles que exerçam atividades que proporcionem ganho ambiental relevante. 

Os projetos selecionados poderão receber verba para inciativas como construção de cercas, ações de vigilância, combate a incêndios, proteção do solo, monitoramento, pesquisas sobre biodiversidade, plantio de espécies nativas, atividades agroflorestais e atividade integrada lavoura-pecuária-floresta.

O MMA explica também que a iniciativa contará pela primeira vez com o setor privado para consolidar e aumentar a escala e capilaridade de uma economia baseada em serviços ambientais. Neste sentido, os próximos passos são criar uma classificação econômica (CNAE) específica de serviços ambientais. Além disso, o ministério fará o reconhecimento e fomento de boas práticas metodológicas de valoração e validação dos atributos, benefícios e cobenefícios e disponibilizará o Cadastro Nacional de Serviços Ambientais para o registro das áreas, atividades e projetos de serviços ambientais para auxiliar sua divulgação e promoção.

O Floresta + é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário que, de forma direta ou por meio de terceiros, executam as atividades de serviços ambientais em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à sua recuperação. Poderão ser reconhecidas e beneficiadas em todo território nacional diversas categorias fundiárias, sejam elas áreas privadas, de preservação permanente e de uso restrito, assentamentos, terras indígenas ou unidades de conservação, desde que tenham atividades de proteção e conservação de recursos naturais.

Segundo o ministério, a medida deve proporcionar uma série de benefícios para a sociedade. Dentre elas, o aumento da disponibilidade hídrica, a conservação do solo, polinização, a observação de fauna e a apreciação de paisagens naturais, a conservação da biodiversidade, a manutenção e aumento dos estoques de carbono, entre outros.

O programa vai começar por projetos na região amazônica. O ministério destaca que, embora seja uma das regiões mais ricas do país, a Amazônia tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Para o MMA, a falta de acesso às condições básicas de vida, como atendimento de saúde efetivo, água potável, tratamento de esgoto e energia elétrica, e a ausência de dinamismo econômico elevam o desmatamento e a prática de atividades ilegais na região. A expectativa é que as ações tragam resultados significativos para o desenvolvimento sustentável com foco na geração de emprego e renda.

* Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Edição: Narjara Carvalho

Entidades apoiam ministro e dizem que burocracia com bandeira ambiental devasta.

Setor produtivo apoia ações de Ricardo Salles por legislação para desenvolvimento sustentável

“No meio ambiente, a burocracia também devasta”. Com este argumento central, entidades de setores produtivos do campo, da indústria, do comércio, turismo e da construção civil, entre outras, condenaram a agenda burocrática que utiliza a bandeira ambiental como instrumento para o travamento ideológico e irrazoável de atividades econômicas cumpridoras das leis e essenciais ao desenvolvimento do País.

Por meio de nota, as entidades concluem que tal agenda afasta investimentos e subtrai empregos, gerando pobreza em vez de respeito ao meio ambiente. E reafirmam seu compromisso com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, condenando os infratores que, além de causarem prejuízos ambientais e à imagem do País, praticam concorrência desleal às empresas regulares e responsáveis.

“As ações do Ministério do Meio Ambiente, na defesa da legislação e dos interesses ambientais com sensibilidade ao desenvolvimento do País de forma sustentável e legítima, contam com o nosso total apoio”, conclui a nota publicada como anúncio nos meios de comunicação.

Notícias Relacionadas

A manifestação de apoio ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ocorre depois de entidades ligadas à proteção ambiental e em defesa da transparência repudiaram a fala do titular da pasta na reunião ministerial de 22 de abril, quando o ministro defendeu “passar a boiada”, alterando regras infralegais, enquanto a imprensa se concentra no noticiário sobre a pandemia de covid-19.

Estudantes coletam 234 toneladas de lixo eletrônico em São Paulo

Publicado em 04/10/2019 – 13:24

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Mais de 234 toneladas de lixo eletrônico foram arrecadadas até o momento por cerca de 200 mil alunos de 150 escolas do estado de São Paulo, superando a meta, que era de 220 toneladas. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (4) durante a abertura da terceira edição do Greenk Tech Show, o principal festival de tecnologia e sustentabilidade do Brasil. O evento vai até domingo (6) em São Paulo.

A arrecadação é fruto do envolvimento dos estudantes de 13 a 18 anos de 150 escolas públicas e particulares do estado que participam do segundo Torneio Greenk Intercolegial. O volume coletado nessa edição superou o arrecadado ano passado, quando foram entregues 80 toneladas. Para a próxima edição, a meta é arrecadar 600 toneladas de lixo eletrônico.

Este ano, só a Escola Municipal de Ensino de Bebedouro Professor Stélio Machado Loureiro arrecadou 41 toneladas. “Nós limpamos a cidade: foram 41 toneladas de lixo eletrônico – em média, cada morador levou dois quilos. Foi surpreendente, todo mundo abraçou a causa. Conseguimos chegar na final, ainda estamos com o ônibus cheio de lixo eletrônico para entregar”, disse a gestora da escola, Sônia Paro.

“É uma experiência muito importante para a gente, que é de longe da capital, estar aqui nesta final e participar de um torneio que é importante para todo mundo”, disse Gabriele Pereira Lopes da Silva, de 10 anos, aluna do 5° ano da escola de Bebedouro.Felipe de Souza Lima, de 11 anos,colega de Gabriele, disse que aprendeu muito com o torneio. “Aprendi a descartar o lixo eletrônico corretamente. As pessoas não podem jogar o lixo eletrônico em locais públicos porque ele demora muitos anos pata se decompor.”

Também aluno do 5° ano, Mateus de Souza Lima, de 11 anos, reconheceu que ainda tem muito o que aprender, mas disse que já ensina o que sabe até agora. Mateus ressaltou que o lixo eletrônico não pode ser descartado junto com o do lixo normal. “[Isso] faz grande estrago, e o lixo eletrônico faz muito mais estrago no meio ambiente, porque vai passando de geração em geração. Então, temos que tomar muito cuidado”, alerta o estudante.

Por enquanto a escola de Bebedouro está em primeiro lugar no ranking, mas o vencedor só será conhecido no domingo (6), no encerramento do torneio, já que as escolas participantes continuam entregando lixo eletrônico durante o evento. Se a vencedora for uma escola pública, ganhará como prêmio um laboratório de informática, com equipamentos remanufaturados, patrocinado pelos parceiros ambientais.

“Todo o lixo arrecadado nas escolas é encaminhado para os nossos parceiros ambientais. O que tem reaproveitamento vira matéria-prima que volta como equipamentos de remanufaturados”, explicou uma das organizadoras do Greenk Tech Show, Glaucia Palota.

O torneio incluiu uma campanha educacional ambiental na qual os estudantes foram desafiados a arrecadar a maior quantidade de lixo eletrônico, além de participar de campeonato de e-sports, projetos de sustentabilidade e tecnologia e cosplay.

As atrações do Greenk Tech Show 2019 ocorrem em diferentes arenas, como a e-Sports Zone, a Arena Geek, o Estúdio do Conhecimento e a Stone Zone. O evento está sendo realizado no Centro de Eventos Anhembi, em São Paulo, e a entrada é gratuita.

Movimento Greenk

Da junção de duas palavras, greek e green, surgiu o movimento Greenk, que tem como objetivo conscientizar a todos sobre a importância do descarte correto do lixo eletrônico.

O termo greek refere-se a apaixonados por tecnologia, computadores, Smartphone, games, aplicativos, séries, desenhos, app e novidades da cultura pop. Green, verde em inglês, representa também quem se preocupa com o meio ambiente.

“O movimento surgiu justamente para conscientizar para o descarte correto do lixo eletrônico, mobilizando principalmente as novas gerações. Cada vez mais aumenta a arrecadação. Na primeira edição, tivemos 2,5 toneladas; na segunda, 80; e agora já ultrapassamos a meta de 220 toneladas. Para a próxima edição, a meta é mais ousada: triplicar esse volume para 600 toneladas”, disse Gláucia Palota.

Edição: Nádia Franco

BAMIN – SUSTENTABILIDADE

Sustentabilidade

Estamos cientes do nosso papel enquanto mineradora e compreendemos que atualmente é impossível construir uma empresa deste porte sem focarmos no desenvolvimento sustentável de nosso negócio.

Nossa Política de Sustentabilidade tem como base os padrões internacionais de desempenho de sustentabilidade socioambiental dos Princípios do Equador nos quais são contemplados a proteção da biodiversidade e adoção de mecanismos de prevenção e controle de poluição e de sistemas de segurança e saúde ocupacional, entre outros.

Prêmios

Os prêmios recebidos pela Bahia Mineração reforçam a responsabilidade da empresa em temas relacionados ao desenvolvimento socioambiental.

“SESI Qualidade no Trabalho” (2010)

O Projeto Circuito do Lixo – venceu a etapa estadual do Prêmio SESI Qualidade no Trabalho (PSQT), na categoria “Desenvolvimento Socioambiental” de projetos apresentados por médias empresas.

“Ser Humano – Luiz Tarquínio” (2011)

O Programa Mina de Talentos recebeu o “Prêmio Ser Humano – Luiz Tarquínio”, da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-BA) – categoria Responsabilidade Social – melhor iniciativa em gestão de pessoas na Bahia.

“Selo Verde – Chico Mendes” (2013)

Recebemos o Selo Verde do Instituto Chico Mendes pelo Projeto de Micropropagação in vitro. A técnica é pioneira em projetos de mineração no Brasil e permite maior celeridade na recuperação de áreas degradas e conservação das espécies.

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