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:: ‘Satélite’

Starlink lança 49 novos satélites de comunicação

Mais de 1,8 mil aparelhos fazem parte de rede ultrarrápida de internet

Publicado em 05/02/2022 – 14:13 Por Agência Brasil – Brasília

Reuters/Kurt Desplanter/Direitos Reservados

Um foguete Falcon 9, da companhia aeroespacial SpaceX, colocou em órbita na quinta-feira (3) mais 49 satélites de comunicação que participam da Starlink – uma constelação de aparelhos que orbita a Terra para oferecer internet de alta velocidade em todos os lugares do planeta.

O novo grupamento de satélites, chamado Grupo 4-7, se soma aos 1,8 mil outros aparelhos que já estão em operação. Esta foi a terceira operação do tipo realizada em 2022, com outros dois lançamentos realizados em janeiro.

Segundo Elon Musk, proprietário da SpaceX e da Starlink, a constelação Starlink deve iniciar o protocolo chamado Laser Link em breve. Com a tecnologia, os satélites se comunicarão uns com os outros ainda mais rapidamente, o que deve garantir aos usuários ainda mais velocidade de conexão entre pontos distantes entre os continentes.

Em janeiro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou as operações da Starlink no Brasil. A agência impôs, entretanto, um limite para a quantidade de satélites em órbita para atender o país. Caso o limite seja extrapolado, um contrato adicional deverá ser submetido.

Segundo os planos da empresa, a constelação Starlink poderá chegar a 42 mil satélites em órbita – algo criticado por especialistas da astronomia, que afirmam que os equipamentos poluem e atrapalham a observação dos astros e do espaço sideral.

Outra crítica recorrente à iniciativa é a possibilidade de colisão com aeronaves que alcancem altura orbital, algo que tornaria ainda mais complexos os lançamentos de foguetes e aeronaves para o espaço.

A Starlink deverá oferecer planos de conexão via satélite em alta velocidade para o Brasil até julho deste ano.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Amazonia 1 chega à orbita com sucesso e inicia transmissão de dados

Programa permitirá teste de nova plataforma multimissão brasileira

Publicado em 28/02/2021 – 01:00 Por Sarah Quines – Repórter da TV Brasil – Brasília
Atualizado em 28/02/2021 – 04:50

Em apenas 17 minutos após o lançamento, ocorrido à 1h54 (horário de Brasília), o satélite Amazonia 1 alcançou o destino a 752 quilômetros de altitude da superfície da Terra. O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, na cidade de Sriharikota, na província de Andhra Pradesh, na Índia, e marcou dois avanços tecnológicos do país: o domínio completo do ciclo de desenvolvimento de um satélite – conhecimento dominado por apenas vinte países no mundo – e a validação de voo da Plataforma Multimissão (PMM), que funciona como um sistema adaptável modular que pode ser configurado de diversas maneiras para cumprir diferentes objetivos. A afirmação foi feita por Mônica Rocha, diretora substituta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O lançamento do satélite – fruto de uma parceria entre o programa espacial brasileiro e a Índia – foi comemorado na madrugada de hoje (28) por técnicos, engenheiros e demais membros da equipe de desenvolvimento tecnológico do equipamento. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, acompanhou diretamente do centro de controle da missão na Índia, e fez questão de reafirmar a parceria entre os dois países. “Este momento representa o ápice desse esforço [de desenvolvimento do projeto], feito por tantas pessoas. Esse satélite tem uma missão muito importante para o Brasil. Essa parceria [entre Brasil e Índia] vai crescer muito. Portanto, muito obrigado pelo lindo lançamento, lindo foguete e por todo o esforço. As bandeiras [da índia e do Brasil] representam exatamente o que estamos fazendo aqui hoje: uma relação cada vez mais forte”, discursou o ministro para a equipe indiana após o anúncio do sucesso da missão.

“Estou extremamente satisfeito em declarar o sucesso do lançamento preciso do Amazonia 1 hoje. Nesta missão, a Índia e a ISRO [agência espacial indiana] estão extremamente honradas e felizes em lançar o primeiro satélite operado pelo Brasil. Minhas sinceras congratulações ao time brasileiro por essa conquista. O satélite está em órbita, os painéis solares se abriram e está tudo funcionando muito bem”, afirmou o presidente da ISRO, K. Sivan ao final da operação.

A TV Brasil acompanhou todas as etapas do lançamento em um programa especial com entrevistas, comentários e curiosidades sobre o Amazonia 1 e a nova etapa do programa espacial brasileiro.

O Amazonia 1 foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) – órgãos ligados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

Veja o lançamento na íntegra:

O Amazonia 1 foi colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite tem por objetivo fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.

Internautas e telespectadores puderam participar com perguntas e comentários usando a hashtag #BrasilNoEspaço.

Em entrevista exclusiva à Rádio Nacional, o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha a comitiva na Índia, disse que o momento é de expectativa e também de projeção do Brasil.

» Leia a entrevista na íntegra

Missão Amazonia e Plataforma Multimissão

A Missão Amazonia pretende lançar, em data a ser definida, mais dois satélites de sensoriamento remoto: o Amazonia 1B e o Amazonia 2. “Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um módulo de serviço – que é a Plataforma Multimissão (PMM) – e um módulo de carga útil, que abriga câmeras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens”, detalha o Inpe.

Além de ajudar no monitoramento do meio ambiente, a missão ajudará na validação da Plataforma Multimissão como base modular para diversos tipos de satélites. Essa plataforma representa, segundo o Inpe, “um conceito moderno de arquitetura de satélites, que tem o propósito de reunir em uma única plataforma todos os equipamentos que desempenham funções necessárias à sobrevivência de um satélite, independentemente do tipo de órbita.”

Entre as funções executadas pela plataforma estão as de geração de energia, controle térmico, gerenciamento de dados e telecomunicação de serviço – o que possibilitará a adaptação a diferentes cargas úteis, além de reduzir custos e prazos no desenvolvimento de novas missões.

“Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia 1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos”, informa o Inpe.

Entre os ganhos tecnológicos que a missão deverá render ao país, o Inpe destaca, além da validação da PMM, a consolidação do conhecimento do país no ciclo completo de desenvolvimento de satélites; o desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, o desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional e a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade.

» Leia mais sobre o Amazonia 1

*Matéria atualizada às 4h50 para acréscimo de informações.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

RN: antena do programa Wi-Fi Brasil é inaugurada na BR-304

Internet de alta velocidade beneficiará operários e engenheiros

Publicado em 11/01/2021 – 16:39 Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil* – Brasília

O Ministro das Comunicações, Fabio Faria, participou hoje (11) da inauguração de uma antena do programa Wi-Fi Brasil no canteiro de obras da duplicação da rodovia BR-304, conhecido como Reta Tabajara, em Macaíba, Rio Grande do Norte. O ponto de internet de alta velocidade beneficiará os operários e engenheiros da obra.

A localidade tem pouca conexão de dados, e o sinal de telefonia móvel é precário. A ação, realizada em parceria com o Ministério da Infraestrutura, faz parte do programa Wi-Fi Brasil, que visa levar a conexão de internet a regiões de difícil acesso.

Com a antena inaugurada nesta segunda-feira, já são 293 pontos de internet do programa instalados no estado. Destes, 80% estão em escolas públicas.

Ministro Fábio Faria (C) inaugura antena do programa Wi-Fi Brasil em canteiro de obras da BR-304- Divulgação/Ministério das Comunicações

O sinal de internet será transmitido pelo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), um equipamento de alta tecnologia que abrange todo o território nacional e parte dos Oceanos Atlântico e Pacífico.

“Com a instalação de mais uma antena, o programa Wi-Fi Brasil chega a 12.713 pontos de internet gratuita, ilimitada e de alta velocidade. A iniciativa do #MCom visa levar internet a todo o país com a conexão oferecida pelo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações, o SGDC”, postou o ministério em sua conta no Twitter.

*Com informações do Ministério das Comunicações

Edição: Nádia Franco

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