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:: ‘Praias’

Número de praias e marinas premiadas no Bandeira Azul pode aumentar

Programa é premiação internacional para praias, marinas e embarcações

Publicado em 04/06/2022 – 11:12 Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Praia de Taquaras. (Prefeitura de Balneário Camboriú/Direitos Reservados)

O número de praias e marinas do Brasil certificadas pelo Programa Bandeira Azul pode aumentar em outubro. De acordo com o Ministério do Turismo, o programa é “a maior premiação global dedicada à gestão de praias, marinas e embarcações de turismo”.

Uma avaliação do júri nacional da premiação, que tem a participação da pasta, decidiu pré-aprovar 40 bandeiras azuis, sendo 29 praias e 11 marinas. O total  representa uma elevação de 42% na comparação com a temporada 2021, quando 28 locais foram certificados, recorde do programa.

Entre as pré-aprovadas, estão 20 praias e seis marinas que podem ter o certificado renovado. Houve ainda a indicação de nove novas praias: Lagoa do Peri, Florianópolis (SC); Praia de Itaúna, Saquarema (RJ); Praia do Cerro, Barra Velha (SC); Praia do Forno, Armação de Búzios (RJ); Praia de Taquaras, Balneário Camboriú (SC); Praia do Cumbuco, Caucaia (CE); Praia Grande e do Ervino, em São Francisco do Sul (SC).

Cinco marinas também foram indicadas pela primeira vez: Voga Marine (SP); Iate Clube de Santos, Angra dos Reis (RJ); Iate Clube de Santos, Guarujá (SP); Marina da Conceição, Florianópolis (SC); e Yacht Clube da Bahia, Salvador (BA).

Para o ministro do Turismo, Carlos Brito, a entrada de novos locais no programa Bandeira Azul mostra o reconhecimento do trabalho feito pelo governo em relação ao meio ambiente. “Teremos mais praias certificadas e, com certeza, isso impactará positivamente no reconhecimento das belezas naturais brasileiras pelos turistas do mundo todo.”

Certificado

Para conseguir o certificado de Bandeira Azul, é preciso atender a uma série de critérios com foco em gestão ambiental, qualidade da água, educação ambiental, segurança e serviços, turismo sustentável e responsabilidade social. Todos os critérios devem ser mantidos e comprovados anualmente.

A intenção do programa é aumentar o grau de participação e de conscientização da sociedade, incluindo empresários do setor náutico e gestores públicos sobre a necessidade de proteger os ambientes marinho/costeiro, reforçando ações que resultem na solução dos problemas existentes na busca da qualidade e proteção ambiental.

Agora, os classificados pelo júri nacional terão a candidatura encaminhada ao júri internacional Bandeira Azul, que se reúne em setembro para a escolha dos contemplados. O resultado final será conhecido em outubro. A cerimônia de entrega das bandeiras será em novembro, no início da temporada de verão no hemisfério sul.

Bandeira Azul

Além de promover o desenvolvimento sustentável em áreas de água doce e marinhas, o Programa Bandeira Azul desafia as autoridades locais e os gestores de praia a alcançarem altos padrões de qualidade exigidos nos critérios para a escolha das áreas. Atualmente, o Bandeira Azul se transformou em “um rótulo ecológico altamente respeitado e reconhecido trabalhando para reunir os setores de turismo e meio ambiente de maneira local, regional e internacional”, destacou o ministério.

O Programa Bandeira Azul foi criado pela Foundation for Environmental Education (FEE), que é uma instituição internacional com diversos representantes de países. No Brasil, o operador nacional do programa é o Instituto Ambientes em Rede (IAR).

Lista de praias indicadas para a temporada 2022/2023:

Renovações

Praia do Tombo – Guarujá – SP

Praia da Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, Salvador – BA

Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC

Praia do Peró, Cabo Frio – RJ

Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC

Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC

Praia de Piçarras – Balneário Piçarras – SC

Praia de Guarajuba, Camaçari – BA

Praia de Itacimirim, Camaçari – BA

Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC

Praia de Mariscal, Bombinhas – SC

Praia da Conceição, Bombinhas – SC

Prainha, São Francisco do Sul – SC

Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC

Praia Grande, Penha – SC

Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC

Praia da Saudade, Penha – SC

Praia da Sereia, Vila Velha – ES

Praia do Sossego, Niterói – RJ

Praia do Patacho, Porto de Pedras – AL

Novas

Lagoa do Peri, Florianópolis – SC

Praia de Itaúna, Saquarema – RJ

Praia do Cerro, Barra Velha – SC

Praia do Sol, Barra Velha – SC

Praia do Forno, Armação de Búzios – RJ

Praia de Taquaras, Balneário Camboriú – SC

Praia do Cumbuco, Caucaia – CE

Praia Grande, São Francisco do Sul – SC

Praia do Ervino, São Francisco do Sul – SC

Lista de marinas indicadas para a temporada 2022/2023:

Renovações

Marina Costabella, Angra dos Reis – RJ

Marinas Nacionais, Guarujá – SP

ICSC, Florianópolis – SC

Marina Kauai, Ubatuba – SP

Tedesco Marina – Balneário Camboriú – SC

Marina Itajaí, Itajaí – SC

Novas

Voga Marine, Ubatuba – SP

Iate Clube de Santos, Angra dos Reis – RJ

Iate Clube de Santos, Guarujá – SP

Marina da Conceição, Florianópolis – SC

Yacht Clube da Bahia, Salvador – BA

Edição: Maria Claudia

PESQUISADOR ILHEENSE ESMIÚÇA OS IMPACTOS DA NOVA PONTE, E EXPLICA ORIGENS DO ASSOREAMENTO DA BAÍA DO PONTAL

Fonte: ilheus.com.br

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Baía do Pontal – Av 2 de Julho – Outeiro de São Sebastião – Morro de Pernambuco – Nova Ponte Jorge Amado – Av. Lomanto Junior Foto: Marcelo Silveira

A questão do avanço do assoreamento da Baía do Pontal, foi um dos principais assuntos que compuseram a pauta de reunião entre o presidente da Bahia Pesca, Marcelo Oliveira, pescadores e produtores da região.

Em visita ao Terminal Pesqueiro de Ilhéus na última segunda-feira (04), ele ouviu dos donos de embarcação que, com a construção da nova ponte, as embarcações estão com dificuldades de entrar no Terminal, devido ao banco de areia que se forma. A categoria cobrou a realização urgente da dragagem da areia, e recebeu a resposta do presidente da Bahia Pesca, afirmando que “soluções viáveis estão sendo buscadas”.

O assunto vem ganhando destaque nas redes sociais. Isso, como consequência da manifestação de segmentos específicos da sociedade organizada, chamando a atenção para a aceleração do processo de assoreamento da Baía do Pontal, em Ilhéus.

Isso, como consequência direta das intervenções humanas na natureza local, acarretando na concentração anormal de areia e sedimentos na baía, causando com isso a gradativa e preocupante diminuição da profundidade de suas simbólicas águas.

Ante isso, muitos ilheenses estão se questionando: Será que a Baía do Pontal está secando?

Para entender a situação, e tentar responder essa questão, o site Ilhéus 24H conversou com o ilheense Cezar Augusto Teixeira Falcão Filho (36 anos), Geógrafo, graduado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Especialista em Gestão Costeira pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Sistemas Aquáticos Tropicais pela UESC, e doutorando em Geologia pela UFBA.

Atualmente Cezar estuda os impactos da construção da nova ponte na dinâmica costeira da Praia da Avenida, e na qualidade da água. O assunto é o tema da sua tese de doutorado, que está prestes a defender.

Com uma íntima relação familiar com o mar, o pesquisador é filho de um dos ilheenses pioneiros do surfe na Bahia, de quem herdou o nome, e o amor incondicional pelo surfe, as ondas e a Natureza.

A CAUSA – Cezar faz questão de destacar que o principal causador desse assoreamento da baía, é a construção do Porto do Malhado, inaugurado no começo da década de 70. A nova ponte, frisa, apenas acelerou o processo.

Ele afirma que com a construção do espigão, acabou servindo com uma “armadilha de sedimentos”, deixando a água mais rasa na praia da Avenida, à medida que a faixa de areia ia aumentando. Ou seja, aponta Cesar, “em lugares que na década de 60 tomava-se banho de mar, hoje em dia tem dois metros de areia. E com a profundidade da água é a mesma coisa”.

O Porto do Malhado é um suporte inesgotável de areia, que as ondas vão espalhando pela baía. Somando-se a outro banco de areia, presente no Morro de Pernambuco. Ali, as ondas jogam a areia para dentro da Bahia, contribuindo com o assoreamento”, explica.

ANTES DO PORTO –  O pesquisador ilheense afirma que, antes da construção do Porto, toda a região da Praia da Avenida sofria com erosão. Isso, explica, porque o processo de urbanização local, ocupou a faixa costeira. A avenida Soares Lopes, cita como exemplo, foi toda construída sobre a areia da praia, por sobre dunas. Por isso, destaca, quando a maré enchia, a água batia e molhava toda a pista.

“Quando construíram o porto, o espigão agiu como uma espécie de barreira, concentrando areia trazida pela chamada ‘corrente longitudinal’, que corre paralela à praia. Essa corrente é induzida por ondas, que incidem com um certo ângulo, que, em relação a faixa costeira, forma um vetor que direciona a corrente.

Essa corrente foi a responsável pelo transporte de sedimentos que se acumularam na Praia da Avenida, acarretando no avanço da areia, ou, no recuo do mar”.

O ASSOREAMENTO – Para tentar explicar o processo de assoreamento da baía, Cezar Filho usa de um exemplo figurado. “Imaginemos um copo cheio de água, faltando dois dedos para encher, e começamos a colocar açúcar. Chega uma hora que esse açúcar começa a se acumular. O açúcar vai se concentrando no fundo do copo, e, quanto maior a quantidade, vai acarretando no aumentando o nível de água. É isso o que acontece na baía”.

O pesquisador explica que, em termos práticos, quanto mais sedimentos há no estuário, e segue entrando o mesmo volume de água, a consequência é que, chegará um momento em que essa maré vai superar o nível anterior, e começar a inundar regiões mais baixas, a exemplo da zona central de Ilhéus.

Tal situação já vem acontecendo em alguns períodos do ano. Cesar afirma que quando junta a maré cheia, a água da chuva e a ação do vento, acarretam nos cada vez mais constantes alagamentos do Centro. “Até peixe nadando já foi visto”, recorda.

Ele alerta que com o passar do tempo, entre 10 e 20 anos, a tendência é que os alagamentos fiquem cada vez mais recorrentes, e áreas a exemplo da avenida Dois de Julho, o Calçadão da Marquês de Paranaguá, e adjacências, serão constantemente acometidos por alagamento.

O IMPACTO DA NOVA PONTE – Como informamos acima, os impactos da construção da nova ponte, é tema da tese de doutorado do pesquisador ilheense. Ante isso, aponta, com a obra, acarretou no afunilamento da água, como se pegássemos uma mangueira,  obstruíssemos parte do furo por onde sai a água. Como consequência, o líquido sai com muito mais pressão.

Cesar explica que é justamente isso que a nova ponte está causando na baía: o aumento da velocidade da maré, pelo afunilamento da desembocadura da água entre a praia do Cristo e o Morro de Pernambuco.

“A consequência é o aumento da capacidade que a água tem em transportar mais sedimentos. Caso a água corra mais, ela tem a possibilidade de trazer mais sedimentos para dentro da baía. Isso acelera o transporte. A quantidade de sedimentos que viria em um determinado período de tempo, praticamente dobra de volume. Essa é a consequência da construção da nova ponte”, relata.

A DRAGAGEM – Questionado pela reportagem se a retirada de areia da baía, no processo denominado de dragagem seria a solução, Cesar Filho afirma que de fato é uma solução positiva, e, até então, a mais viável.

Porém, destaca que o trabalho deve ser contínuo, e feito com certa periodicidade, que só mesmo um estudo mais aprofundado poderia precisar.

Estudo realizado por:

Cezar Augusto Teixeira Falcão Filho (36 anos), Geógrafo, graduado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Especialista em Gestão Costeira pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Sistemas Aquáticos Tropicais pela UESC, e doutorando em Geologia pela UFBA.

A PRAIA DO LITORAL CENTRO EM ILHÉUS, CONTINUA AVANÇANDO!

Fotos e vídeos enviados por Paulo Campos (Paullete), surfista e navegador.

Tirei no meio dia. Com 1hora de enchente 

PRAIAS, MARÉS E TAMBÉM ESGOTO.

Pelas fotos de Zé Nazal, cedidas por Paulo  Campos (Paulete), surfista e navegador, podemos observar as novas bancadas de areia que vão formar novas praias, é onde correm as ondas.

Podemos observar também o esgoto no entorno do acesso a nova ponte.

Em setembro e outubro vamos ter marés de 2.4, causando os danos anuais e recorrentes aos bairros de São Miguel e São Domingos.

SURFANDO NAS ONDAS VIRGENS DA NOVA PRAIA NO PORTO DE ILHÉUS. ===>>> 03/05/2021(Vídeos)

EM BREVE UMA NOVA CONFIGURAÇÃO PARA A ABANDONADA ORLA CENTRAL DE ILHÉUS.

Fotos e vídeos feitos por Demostinho, surfista e mergulhador. Em 16/06/2021

A ANTIGA E VIGOROSA ‘BOCA DA BARRA’ EM ILHÉUS.

Isso era antes da construção do Porto do Malhado, quando foi represada a corrente marinha norte/sul de toda a costa brasileira, jogando a destruição para o litoral norte da cidade.

Hoje, temos que lamentar o que inevitavelmente acontece.

Perder a orla central da cidade, e ver que a ‘boca da barra’ se transformou num riachinho.

Estado atual.

 

ILHÉUS ESTÁ PRESTES A GANHAR UMA NOVA ORLA CENTRAL.

Fotos enviadas por leitores, via WhatsApp em 10/05/2021.

Surfistas informam que a bancada de areia, na 2ª arrebentação, na maré baixa a água fica na altura do joelho.

Os ambientalista fazem ‘boca de siri’.

A Câmara de Vereadores nem tchum!

A  Prefeitura continua requalificando pinturas de escadarias.

PESPECTIVA DO LITORAL CENTRAL DE ILHÉUS.

Meu amigo. Eu previ esta praia há mais de 8 anos. Ela vai ficar ligada a Praia Soares Lopes e na mesma linha de Costa do Morro de Pernambuco. Vou te enviar o trabalho.

Contribuição do leitor José Rezende Mendonça.

 

UMA NOVA PRAIA – TURISMO OU UNIDADE DE CONSERVAÇÃO?

O que diz o GAP (Grupo Amigos da Praia)?

Está dentro dos limites da Unidade de Conservação do Mero?

Outras entidades ligadas ao ambientalismo, precisam se manifestar quanto a essa dádiva da natureza.

 

http://nbcgib.uesc.br/parquemarinho/

 

 

contador free


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