WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Inflação’

Brasil vira modelo a ser seguido no combate à inflação

SIGA O LÍDER

Bloomberg revela problemas enfrentados por todo o mundo e como o Brasil está na contramão e colhendo bons resultados

O Brasil foi citado em matéria na agência Bloomberg como modelo a ser seguido para combater os efeitos da inflação em produtos, alimentos e commodities.

“Em um momento em que a maioria do mundo segue acumulando os problemas como quebra na cadeia de suprimentos e disparada nos preços de energia ao elevar as tarifas de importação, o Brasil, logo ele, está se abrindo para o comércio mundial”, diz o texto.

Segundo a reportagem, o mesmo país que se apoio na substituição de importações para se industrializar depois da 2ª Guerra Mundial, começa a mudar, apesar de ter uma das maiores taxações dos países do G20.

“Impostos em 6.195 produtos tiveram corte temporário de 10%. Cortes mais incisivos também foram aplicados em uma variedade de produtos essenciais. Etanol, margarina, café, queijo, açúcar e óleo de soja tiveram as taxas zeradas em março”.

Apesar de valorizar o esforço brasileiro, o texto afirma que essas ações “por si só” não representam uma revolução e explica que reduções permanentes iriam de encontro a regras do Mercosul.

A Bloomberg também especula sobre o resultado das eleições, lembrando que nem Jair Bolsonaro nem Lula devem apoiar uma mudança radical no sistema tributário do comércio exterior.

Inflação entrará em trajetória decrescente depois de maio

Previsão é de assessor do Ministério da Economia ao Brasil em Pauta

Publicado em 24/04/2022 – 11:28 Por EBC – Brasília

O assessor especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, é o entrevistado do programa, Brasil em Pauta, na TV Brasil

Países espalhados pelo mundo inteiro estão enfrentando crises econômicas com aumento da inflação. De acordo com o assessor de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, a inflação dos Estados Unidos é a maior dois últimos 40 anos; a da Alemanha, dos últimos 30; e a Inglaterra enfrenta a pior crise inflacionária em 10 anos. As declarações foram dadas em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo, às 19h30.

Segundo Adolfo Sachsida, o fenômeno atingiu também o Brasil, que fechou o ano com inflação oficial de 10,06%, bem acima da meta que poderia variar até 5,25%. Mesmo assim, a inflação de 2021 ficou abaixo do índice registrado em 2016, disse o assessor. Segundo Sachsida, a inflação está nesse momento em seu pico, que deve durar até o fim de maio e, após esse período, entrará em trajetória convergente para as metas.

Durante a entrevista, o assessor do Ministério da Economia também comentou o crescimento do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro, que ficou, no ano passado, em 4,6%, superando o de países como Coreia do Sul, Alemanha e Japão. Segundo ele “foi uma grande vitória da política econômica”. De acordo com o assessor, o resultado comprova a retomada em “V” da economia defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Adolfo Sachsida falou também sobre a retomada da geração de empregos. No ano passado foram 2,7 milhões de postos criados. Segundo ele, o brasileiro está conseguindo voltar a trabalhar. “Nós estamos falando do maior desastre de saúde pública dos últimos 100 anos. Num ambiente desse, o desemprego no mundo inteiro aumentou”, disse. De acordo com o assessor, no Brasil já retornou aos patamares pré-pandemia. “Tudo isso porque tomamos o conjunto correto de ações econômicas pra preservar empregos”. Ele citou o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, em que o governo ajudava empresas a manter os trabalhadores, além de programas de crédito.

A entrevista completa você confere no programa Brasil em Pauta, que vai ao ar às 19h30, na TV Brasil.

Edição: Fernando Fraga

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em janeiro, diz Ipea

Grupo de alimentos e bebidas foi o principal foco da inflação

Publicado em 15/02/2022 – 11:58 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Economia, Moeda Real, Dinheiro. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda aponta para uma nova desaceleração inflacionária para todas as faixas de renda. As famílias de renda alta registraram a menor taxa de inflação no período (0,34%). O segmento que apresentou a maior inflação em janeiro deste ano foi o das famílias com renda muito baixa (0,63%).

Os dados de janeiro foram divulgados hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“Na comparação com janeiro do ano passado, houve alta da inflação para todas as faixas, sendo que o impacto foi maior para classe de renda mais baixa, cuja inflação em janeiro deste ano (0,63%) foi o triplo da apontada em janeiro de 2021 (0,21%)”, comparou a pesquisadora do Ipea Maria Andreia Lameiras, autora do indicador mensal.

No acumulado em 12 meses, as famílias de renda média baixa tiveram a maior alta inflacionária, uma taxa de 10,8%, um pouco superior à registrada pela faixa de renda muito baixa (10,5%) e acima da faixa de renda alta (9,6%).

Segundo o Ipea, em janeiro, na análise dos dados desagregados, enquanto todos os grupos de bens e serviços pressionaram a inflação das duas classes de renda mais baixas, o grupo transporte trouxe alívio inflacionário para as demais faixas.

Apesar do grupo alimentos e bebidas ser o principal foco da inflação para todas as classes, o impacto segue mais intenso para as famílias da faixa muito baixa (com renda domiciliar menor que R$ 1.808,79). Mesmo diante das deflações da energia (-1,1%), do gás de botijão (-0,73%) e da gasolina (-1,1%), os reajustes dos aluguéis (1,5%) e das tarifas de ônibus urbano (0,22%), intermunicipal (0,56%) e interestadual (1,6%) resultaram em impactos inflacionários para as famílias de menor renda, nos grupos de habitação e transporte.

No caso das famílias da faixa mais alta (com renda domiciliar maior que R$ 17.764,49), o aumento dos serviços de recreação, como pacote turístico (2,7%), hospedagem (2,0%) e cinema (1,9%) foram os principais responsáveis pela contribuição positiva exercida pelo grupo despesas pessoais, em janeiro deste ano.

De acordo com o estudo, a queda dos combustíveis – gasolina (-1,1%) e etanol (-2,8%) –, das passagens aéreas (-18,4%) e do transporte por aplicativo (-18%) fez com que o grupo transportes trouxesse alívio inflacionário para a faixa de renda mais alta.

A alta menos intensa no preço das hortaliças e verduras (3,1%), frutas (2,7%) e do café (0,32%) em 2021, a deflação das carnes (-0,32%), do vestuário (-0,07%) e, sobretudo, da energia elétrica (-5,6%) explicam o desempenho mais favorável da inflação para as famílias de renda muito baixa.

Edição: Maria Claudia

A VENEZUELA COMUNISTA!

VEJA O VÍDEO EM TELA CHEIA, É MAIS IMPACTANTE!

 

 

PREÇO DA CARNE BOVINA PRESSIONA A INFLAÇÃO.

Fonte: Reprodução/Receitas Fim de Semana

8 de abril de 2014Por  em

  • O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,96%, na primeira prévia de abril ante 0,85%, no encerramento de março. De acordo com a apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), essa elevação de 0,11 ponto percentual foi provocada, principalmente, pelo avanço no grupo alimentação (de 1,66% para 2,05%). Entre os itens que mais pressionaram a inflação estão as carnes bovinas cujos preços em média ficaram 2,48% mais altos ante uma alta de 1,61%.

Mais três grupos de um total de oito pesquisados apresentaram aumentos de preços: saúde e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,71%) sob o efeito dos medicamentos (de 0,04% para 0,73%); vestuário (de 0,63% para 0,97%) puxado pelo aumento de preços de roupas (de 0,80% para 1,28%) e despesas diversas (de 0,26% para 0,36%) com destaque para a cobrança dos serviços em clínica veterinária (de 0,78% para 1,32%).

Já em comunicação, o consumidor foi favorecido pela queda na média de preços em 0,08% ante uma alta de 0,05%. O principal motivo foi o recuo da tarifa de telefone residencial (de -0,48% para -0,63%).

Nos demais grupos ocorreram decréscimos que também ajudaram a conter o ritmo de inflação. Em educação, leitura e recreação, houve alta de 0,73% ante 0,94% com destaque para a passagem aérea (de 13,66% para 5,58%). No grupo habitação, o índice mostra elevação de 0,53% ante 0,56% com a perda de velocidade no valor pago aos empregados domésticos (de 1,12% para 0,89%) e, em transportes, foi constatada variação de 0,63% ante 0,69%. Neste caso, a contribuição veio da tarifa de ônibus urbano (de 0,33% para -0,16%).

Os cinco itens que mais influenciaram o avanço do IPC-S são:

-batata-inglesa com alta de 44,30%;

-tomate (30,30%);

-refeições em bares e restaurantes (1,07%) ;

-leite longa vida (4,17%)

-gasolina (0,94%).

Em sentido oposto, os que ajudaram a frear o avanço do índice foram:

-frango em pedaços (-2,46%);

-maçã (-5,98%);

-tarifa de telefone residencial (-0,63%);

-alimentos preparados e congelados de aves (-2,19%)

-tarifa de táxi (-1,61%).

Fonte: Reprodução/Agência Brasil

contador free


Webtiva.com // webdesign da Bahia

julho 2022
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia