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:: ‘Imprensa’

Contador ligado a Lula é suspeito de lavar milhões para o PCC e outros bandidos

55 VEZES NA LOTERIA

Muniz trabalhou como contador de Lula entre os anos de 2013 a 2016

 Segundo as investigações, ele e a esposa ganharam 55 vezes em loterias federais durante o ano de 2021 Foto: Facebook

João Muniz Leite, que foi contador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está sendo investigado por lavagem de dinheiro do crime organizado, sobretudo do “PCC”, considerada a maior quadrilha criminosa do continente.

Muniz trabalhou como contador de Lula entre os anos de 2013 a 2016. A polícia pediu o sequestro de bens dele à justiça e ao Ministério Público estadual. A informação é do Estadão.

De acordo com o Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), ele e a esposa ganharam 55 vezes em loterias federais durante o ano de 2021, sendo que um dos prêmios foi dividido com um traficante.

Os documentos, que o jornal teve acesso, demonstram que Muniz dividiu o prêmio da Mega-Sena, no valor de R$ 16 milhões, com Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”. Ele era um dos principais fornecedores de drogas de um grupo do crime organizado, com origem em São Paulo e que atua no mundo todo.

Nesse caso, o esquema teria ocorrido assim: os R$ 16 milhões foram divididos em cinco partes, sendo que Muniz ficou com duas parcelas, Santa Fausta com três. “Os policiais do Denarc desconfiam que foi com esse dinheiro, esquentado por meio do prêmio pago pela Caixa Econômica Federal, que Santa Fausta comprou a empresa de transporte UPBus em parceria com cinco integrantes do PCC e 18 de seus familiares. A empresa mantém contrato de R$ 600 milhões com a Prefeitura de São Paulo e opera 13 linhas de ônibus na zona leste”, diz a reportagem.

Ainda de acordo com as investigações, Muniz ganhou outras vezes, um montante de R$ 34,1 milhões e a esposa ganhou outras 49 vezes na loteria, um total de R$ 2,16 milhões em prêmios.

Os policiais do Denarc constataram que diversas vezes o casal apostava um valor maior do que recebiam de volta e, por isso, a suspeita que os jogos serviam para esquentar dinheiro ilícito. Também é investigada a lavagem de dinheiro dos valores para abrir empresas com nomes falsos.

A 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro da Capital é a responsável pelo caso.

Há 14 anos, EBC leva informação de qualidade ao cidadão

Empresa agrega emissoras de rádio, TV e agência digital de notícias

Publicado em 24/10/2021 – 08:03 Por Agência Brasil – Brasília

Fachada da sede da EBC em Brasília. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Empresa Brasil de Comunicação (EBC) completa hoje (24) 14 anos de fundação. Criada em 2007 pelo Decreto nº 6.246, a empresa herdou canais de rádio, TV e uma agência digital de notícias – a Agência Brasil – da antiga Radiobrás e da Associação de Comunicação Educativa Roquette-Pinto (Acerp). A data marca o início da gestão da EBC no Sistema Público de Comunicação, que passaria a integrar a atual Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

Idealizada a partir do 1°Fórum Nacional de TVs Públicas em maio de 2007, a EBC foi criada com uma função constitucional precisa: estabelecer uma rede de comunicação que atuasse em todos os meios (rádio, broadcast, internet) de maneira complementar aos sistemas privado e estatal, atendendo unicamente aos interesses do público em geral. A missão da empresa é levar conhecimento, informação e cultura para a população de todas as idades, em todas as localidades do país.

A estatal conta com oito veículos, entre eles a Rádio Nacional, a TV Brasil e a Agência Brasil – todos vastamente premiados e socialmente reconhecidos como fontes de informação confiável e de conteúdo de qualidade, assim como autores de produções culturais relevantes e inclusivas.

Leia também:
» Entenda mais sobre comunicação pública e o papel da EBC

“Temos um monte de coisa para celebrar. Vivemos um momento diferente, que foi como trabalhar durante a pandemia. Todo mundo ajudou nesse momento desafiador a conseguir continuar transmitindo para a população brasileira”, afirmou o presidente da EBC, Glen Valente, em mensagem comemorativa para os funcionários da empresa.

Os veículos da EBC alcançam grande parte do território nacional e estão em constante expansão. Com o Digitaliza Brasil,TV Brasil deverá ser transmitida para todas as capitais brasileiras com sinal digital de alta qualidade até o final de 2022.

“Conseguimos colocar cinco novas rádios no programa de banda estendida do governo. Estamos investindo nas plataformas para inovarmos e sermos relevantes”, disse Glen Valente. 

Agência Brasil, por sua vez, publica mais de mil matérias por mês e conta com uma média de 8 milhões de acessos mensais.

TV Brasil figura em oitavo entre as dez emissoras mais assistidas nos 15 maiores mercados de conteúdo televisivo do Brasil, segundo o Painel Nacional de Televisão (PNT).

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize!

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo endereço play.ebc.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

PITADAS DA MALHA FINA DO JORNAL A REGIÃO

Falso ortopedista

Alguém precisa interpelar o senador Otto Alencar por crime de falsidade ideológica e mentir na CPI. Otto se apresenta como ortopedista, mas não é nem nunca foi. Uma simples consulta ao Cremeb e ao CFM mostra que Otto não tem essa especialidade reconhecida.

Vem ai um tsunami federal

Depois do anúncio de que duas desembargadoras presas na Operação Faoreste vão fazer delação premiada, a venda de calmantes explodiu na Bahia. No sul da Bahia, tem gente almoçando Rivotril para não surtar de vez, de ex-prefeitos a empresários do mal.

Jogo de empurra

estacionamentoQuando a nova ponte de Ilhéus foi entregue, o projeto estava incompleto. Faltava construir os estacionamentos na área do entorno. O estado alegou que sua parte terminava ali e a responsabilidade era da Prefeitura. Questionado, o prefeito Marão prometeu fazer ainda em 2020.

Projeto inacabado

O tempo passou, já estamos no meio de 2021 e Marão jogou o assunto para debaixo do tapete. Finge que não é com ele e torce para os ilheenses esquecerem dos estacionamentos. Mas a cobrança continua e uma hora Marão vai ter que fazer o que já devia estar pronto.

Esporro de quem pode

Depois de devolver dois projetos de lei da Prefeitura para marcar território, o presidente da Câmara de Ilhéus, Jeba Moraes, deu coletiva botando panos quentes na história, elogiando Marão e a primeira-dama. Dizem que foi resultado de um “esporro” vindo de Salvador.

Obedece quem tem juízo

Jeba quer sair candidato a deputado pelo PSD, mas é o mesmo partido de Soane Galvão, esposa de Marão, que já definiu que todos os esforços do partido no município irão para ela. Segundo uma fonte, Jeba foi “aconselhado” a aprovar “o que Marão precisar”.

Índio de carnaval

Se os índios elegem um “índio” vereador, devem esperar que ele defenda as causas da tribo, certo? Bom, os de Ilhéus vão esperar sentados. Não só o “comunista” Cláudio Magalhães mostra falta de força na casa, como sequer apareceu na reunião que tratava da Sapucaeira.

Só anda na pressão

A reunião com a Prefeitura só aconteceu porque os índios e outros moradores do distrito bloquearam a BA-001 exigindo melhoria na estrada de acesso, há muito tempo intransitável. Pelo jeito, os índios elegem um representante e recebem um político qualquer…

ASSIM NÃO É O QUE PARECE – BLOGOSFERA E IMPRENSA.

O NOVO CORONAVÍRUS NÃO É NOVIDADE DESDE 2003.

A pandemia descobriu dois PATETAS.


Texto de Alexandre Garcia:

É o que temos para hoje…É impressionante como o pânico atrapalha a capacidade cognitiva. Pessoas que eu sempre considerei lúcidas e esclarecidas, agora, estão histéricas. Tentei, até aqui, brincar com o assunto; levar de forma mais leve e descontraída. Justamente para contrabalancear a narrativa pesada que vemos, todo dia, o dia todo, na TV. Mas já ficou provado que não dá. O povo perdeu a capacidade de raciocínio.
LÓGICO QUE O ISOLAMENTO É IMPORTANTE. Seu avô, aposentado, de 90 anos, não tem que estar na rua. Nem seu pai infartado, nem sua mãe diabética. Ninguém que matar a sua família. Relaxa!
Só que o isolamento NÃO DEVE SER FEITO como foi feito no Brasil. Simplesmente porque, aqui, tudo começou com a MOLECAGEM de Dória e Witzel, querendo passar na frente e descredibilizar o Presidente. Não teve preparo prévio; não teve plano de ação. Fecharam tudo, sem que a população tivesse tempo de se organizar; sem planejar o funcionamento dos serviços essenciais.
Quem acredita que o Governo Federal está despreparado é um alienado. Enquanto Dória está confiscando equipamentos médicos de empresas privadas, as Forças Armadas estão montando hospitais de campanha, com 20 mil leitos, em 48 horas.
Bolsonaro tem, ao seu lado, além do diálogo aberto com grandes potências, como EUA e Israel, a gestão de crises de um dos Exércitos mais competentes do mundo (e tem que ser muito idiota para menosprezar o EB). Coisas que o governador da cashmere cor-de-rosa nem sabe o que são.
O que está sendo dito, desde o primeiro momento, é que NÃO SE RESOLVE UMA CRISE COM OUTRA CRISE. Ninguém está menosprezando o Coronavírus. Apenas adequando as ações à NOSSA REALIDADE e às NOSSAS NECESSIDADES, em vez de “apagar fogo com gasolina”, como a dupla de patetas tentou fazer.
A situação da Itália NÃO NOS SERVE DE REFERÊNCIA. Primeiro porque tudo se alastrou com a campanha de solidariedade “Abrace um Chinês”, lançada pelo prefeito de Florença, para combater o “preconceito”. Segundo porque temos clima, densidade demográfica e idade média populacional ABSOLUTAMENTE DIFERENTES.
Agora, enquanto os italianos ainda estão sob temperaturas negativas, no início da primavera européia, nós estamos registrando quase 30ºC, na maioria do país, no nosso outono tropical.
Lógico que ninguém tem que sair desnecessariamente, nem frequentar uma balada lotada ou um estádio de futebol. Mas, com noções básicas de higiene e prevenção, não precisamos continuar castigando nossa economia.
E não é porque quem contrair vai morrer, não. O COVID-19 não é e passa longe de ser um ebola. A preocupação é muito mais por um colapso no sistema de saúde, do que pela taxa de letalidade, bastante semelhante à da gripe comum.
E não estou pedindo para acreditarem em mim. Terminem de ler e abram o Google. Pesquisem a idade média dos mortos na Itália, o número de casos curados, os números e métodos no resto do mundo. Desliguem a televisão e busquem suas próprias informações. Parem de acreditar em uma mídia que apresenta uma reportagem apontando o fim do mundo, com a repórter entrevistando um médico, na rua, sem máscara.
Não sejam massa de manobra.
PENSEM, LAVEM AS MÃOS E ABRAM OS OLHOS!

SINAL DOS TEMPOS

 

Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

“Começou dezembro. Começou o fim do ano. E vai terminando o primeiro ano do novo governo. O que fica?

Taxa básica de juros a mais baixa da história da Selic. Inflação abaixo da meta. Contas externas equilibradas. Recuperação da maior recessão da história.

Ainda endividamento público altíssimo, por causa de um estado gordíssimo.

Reforma da Previdência feita, mas reformas tributária e administrativa ainda por fazer. Pacote anticrime e prisão em segunda instância ainda por fazer, deixando a impunidade como presente de Natal para assaltantes, corruptos e bandidos em geral.

As iniciativas do presidente, promessas de campanha, ainda esbarram na lentidão do Legislativo, preso a uma cultura que demora a se atualizar.

Mas a cultura de um novo Brasil já derrubou os homicídios pelo empoderamento das leis e da polícia.

Ninguém mais meteu a mão na Petrobrás, ou dos fundos dos Correios, ou no Banco do Brasil e na Caixa Econômica. Não precisa de aval do líder do PT para fechar negócio com a Petrobras.

O BNDES voltou a ser banco nacional e não internacional para financiamento de ditaduras amigas.

Estradas intermináveis por aditamentos contratuais agora são concluídas pelos batalhões de engenharia do Exército e atoladouros foram convertidos de asfalto bem construído.

A divisão de poderes, característica da democracia, retornou ao sonho de Montesquieu: o Executivo não se mete no Judiciário nem no Legislativo e os respeita.

Mas quem manda em ministério é o chefe do Executivo e não os chefes de partidos políticos.

A política externa se move pelo pragmatismo, entre Estados Unidos e China, entre árabes e israelenses, entre Mercosul e União Europeia.

O interesse é o do Brasil, não de ideologia velha e fracassada, como a que inventava o Mais Médicos para financiar a ditadura sessentona.

Embaixadas deixam de ser diretórios partidários, como a que abrigou Zelaya em Honduras.

Não se compram jornais, como quando estourou o mensalão e se pretendia alugar a omissão ao custo de um punhado de publicidade com os impostos de todos.

Não se conseguiu ainda deixar escolas sem partido, universidades federais sem a velha ideologia falida – esse será um resgate demorado, num deserto de ideias, inçado por raízes de maus frutos.

Governo conservador nos costumes e liberal na economia. Fórmula de fortalecimento moral de um país que aspira a ordem que leva ao progresso. De outro, a liberdade econômica, que gera pesquisa, trabalho, tecnologia, produtividade e distribuição da renda pela mão invisível do mercado.

Também foi um ano de choro e ranger de dentes dos derrotados, que vivem de disse-me-disse, como candinhas lavadeiras.

A militância agarra-se a novas matrizes, inventadas pela orfandade da esquerda americana, depois do fim da mãe Kremlin. Seus porta-vozes agitam bandeiras exóticas que empalidecem, divorciadas dos brasileiros que já não aguentam tanto engodo. Tudo isso pode ser sinal do fim de décadas de desmonte de valores nacionais, familiares e pessoais. E prenúncio da alvorada de novos tempos.”

https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/sinal-dos-tempos/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter&utm_content=alexandre_garcia

ABRIRAM A TAMPA DO TÚMULO DO LULINHA

 

J.R.GUZZO

Nada como algumas perguntas simples e respostas sem complicação para se entender com rapidez a maior parte das coisas que aparecem no noticiário como se fossem o enigma do buraco negro do Universo. Essa história das transações entre um dos filhos do presidente e uma gigante do mundo das comunicações, por exemplo, que acaba de ressuscitar mais uma vez: está tudo 100% errado aí. É um alívio, realmente, diante de tantos mistérios da nossa vida pública, dar de cara com algo que qualquer um pode entender na hora – no caso, um embrulho onde não é possível encontrar nada de certo no começo, no meio e no fim.

Pode a empresa de um filho do presidente da República, conhecido como “Lulinha”, fazer algum tipo de negócio com uma empreiteira de obras públicas? Não pode. Podem, os dois, manter relações comerciais durante anos a fio? Não podem. Pode haver sociedade entre o filho e uma companhia que depende diretamente de atos do pai para sobreviver e prosperar? Não pode. Pode o presidente assinar um decreto que beneficia diretamente a empresa que é sócia do seu próprio filho? Não pode. Enfim: não pode nada, mas aconteceu tudo, no negócio montado entre Lulinha e a Oi/Telemar – Oi/Telemar, mas podem me chamar de Andrade Gutierrez.

É fato que entre 2004 e 2016 a Oi/Telemar pagou 132 milhões de reais à Gamecorp/Gol, a empresa do filho, por “serviços prestados”. É fato que não apareceu até agora nenhum motivo ou justificativa para que a primeira desse tanto dinheiro assim à segunda – que nunca teve ativos, talentos, funcionários, atividade empresarial ou qualquer outra coisa que pudesse valer, para a Oi, pagamentos de mais de 130 milhões de reais. É fato que um dos serviços prestados, constante de uma nota de 900.000 reais emitida em 2009, foi por “consultoria jurídica”. Como assim? A Gamecorp/Gol não era um escritório de advocacia – era apenas uma firma que fazia, segundo declarava o seu dono, “desenvolvimento e gestão de canais de distribuição de TV por assinatura” ou coisas desse tipo, todas elas em estado igualmente gasoso.

É fato, enfim, que em 2008 o presidente Lula assinou o decreto 6.654, dando à Oi/Telemar o direito de comprar a Brasil/Telecom. A compra não podia ser feita, pela lei – para isso, teria de haver, diretamente, um decreto presidencial de autorização. Resumo da peça, com pano “extremamente rápido”, como no “Teatro Corisco” de Millôr Fernandes: a Oi deu mais de 130 milhões de reais à Lulinha, e Lula assinou o papel que deu à Oi exatamente o que ela queria, e que só o presidente poderia dar. É isso o que aconteceu. O resto é metafísica, empulhação e conversa de advogado.

A Gamecorp/Gol, como é sabido, desapareceu da face da Terra sem deixar vestígio: só durou enquanto recebeu “aportes” e pagamentos da empreiteira-mãe. Quanto à própria Oi/Telemar, como também se sabe, a coisa toda acabou em lágrimas: a empresa está em “recuperação judicial” e seu presidente acaba de pedir demissão, assim que a justiça pediu novas investigações sobre o caso – que se julgava morto. “É só pepino”, explicou ele.

Resta, enfim, mais uma constatação de grande simplicidade: o silêncio da imprensa sobre histórias como essa faz o caso desaparecer do noticiário, mas não dos autos. A Justiça é um animal de comportamento imprevisível. Essa ou aquela história parecem sepultadas para sempre – mas de repente a tampa do túmulo se abre e saem de lá 47 mandados judiciais de busca e apreensão, a “fase 69” de uma investigação criminal e sabe-se lá quantos infortúnios a mais. A vida é dura.

MALHA FINA DO JORNAL ‘A REGIÃO’ – ILHÉUS

16.Novembro.2019

Morte por nanismo

Muita gente do PT está apavorada com o resultado das eleições de 2020. Hoje com apenas 35 prefeituras, o partido não deve ter candidato na maioria das cidades, podendo encolher ainda mais e complicar o cenário de 2022.

A loucura oficial

Tudo que funciona sempre pode ser sabotado pelos governantes obtusos. Um exemplo é o Porto de Ilhéus, onde a Codeba proibiu a entrada de táxis e vans que sempre, há anos, pegavam os turistas de cruzeiros para fazer seu tour.

Viagem de 1 minuto

Por causa da Codeba, a Prefeitura teve que arranjar ônibus para fazer o trajeto. O turista entra no ônibus, anda 500 metros e desce no Centro de Convenções, onde, aí sim, pode optar pelos táxis e vans. Uma viagem extra, cara e ridícula.

Maior abandonado

O bairro Salobrinho tem 13 mil moradores, mais que muita cidade, mas está sem consultas no posto de saúde porque a Prefeitura de Ilhéus não pagou a internet. A situação foi denunciada pelos avisos, feitos a mão, dos funcionários.

Tudo é festa…

MALHA FINA DO JORNAL ‘A REGIÃO’

19.Outubro.2019

Carruagem mágica

O prefeito mágico de Ilhéus, Valdenilton Marão, continua sem explicar como fez 6 carros alugados por ele andar só com vento, sem nunca ter sido abastecidos na conta da Prefeitura. Duas S10 eram só para servir seu gabinete.

Mistério e silêncio

A denúncia, levantada com documentos pelo blog do Gusmão, está sem resposta por parte de Marão e o prefeito de fato Bento Lima, responsável pela área na época. Os carros ficaram parados? Foram emprestados a alguns parças?

Rali do Jegue

Itabuna pode sediar uma etapa de rali em suas ruas e avenidas. O desafio será vencer os milhares de buracos que Cuma espalhou pela cidade. Tem tanto buraco que é mais fácil contar as ruas que não tem nenhum. Cabe na mão.

Truculência

Os brucutus do prefeito Fernando Cuma tiraram, à força, uma banca que ficava na Beira Rio e nunca atrapalhou ninguém. Jogaram na Praça do Esporte, mas usaram um guindastre que destruiu a banca, antes em ótima condição.

Enganando bestas

Os cúmplices mais próximos do ficha-suja Fernando Cuma acham que sua candidatura à reeleição é jogada. Dizem que ele vai usar a desculpa para arrecadar dinheiro e depois desistir em cima da hora. O dinheiro? Não tem volta…

Nota de R$ 3

Augusto Castro, ex-oposição e hoje aliado do PT, conseguiu que Otto Alencar, cacique de seu novo partido, o PSD, desse uma decalaração apoiando seu nome para prefeito de Itabuna. Tem o mesmo valor de uma de tempos atrás.

As águas rolam

Na época, Geddel Vieira Lima ainda estava solto, aprontando na Caixa e mandando no MDB. Ele veio a Itabuna pra garantir que Ricardo Xavier ia “ser mesmo” candidato a prefeito. Durou só até fechar apoio a um de outro partido.

Claque de Rui

Augusto parece esquecer que Otto é aliado de Rui Costa, que é aliado de Fernando Cuma, que é aliado do próprio bolso. Se Otto não romper com Rui, Augusto pode se preparar para subir no palanque de Cuma e ensaiar o aplauso.

Rei bobo da corte

Dizem que a preferência dos oportunistas de plantão em querer apoiar Azevedo é a certeza que pode ser dominado. Sabem que o capitão não manda, não decide e nem delega. Oportunidade de ouro para espertos encherem os bolsos.

Pinto no lixo

Parece que as negociações do grupo do deputado Rosemberg Pinto (coronel Berg) para apoiar Azevedo vão de vento em popa. Os mais entusiasmados são Miralva, Manoel Porfirio e Ninão (ex-segurança de Geraldo Simões).

Pobreza eleitoral

Traídos por Geraldo, Miralva e Ninão vão ter o gostinho de fazer campanha contra. Se bem que, tão “hipossuficiente de votos”, Geraldo pode nem ser candidato a cargo algum. Até para vereador seria uma aventura muito arriscada.

Saúde terminal

Os postos de saúde em Itabuna estão todos sem condições de uso e, se o MP enxergasse, já teriam sido interditados. O ex-secretário de saúde falou que a causa são as empresas que ganham licitação e dão a obra como pronta sem ser.

Vilas-Ruins

A decisão do governo do estado, de transferir a pediatria para a UPA e duas UBS que não funcionam parece coisa de quem nunca esteve em Itabuna. Tiraram de onde era excelente (Hospital Manoel Novaes) par entregar à própria sorte.

Migração apressada

Com apenas dois anos incompletos de mandato, já tem aspones da prefeitura de Itabuna procurando o prefeito de Ilhéus, que faz uma gestão “menos pior” que o ficha suja, para se acomodar. Temem o fim prematuro do desgoverno.

Motim pela culatra

A tentativa de motim na PM, orquestrada pelo ex-PM Prisco, já preso pelo motim violento de anos atrás, só serviu para desmoralizar seu comando, com uma adesão ínfima, fechar todas as sedes da Aspra e ter a sociedade contra.

Bandido iguais

Porém a maior serventia da “greve” de meia dúzia foi mostrar que PM que vandaliza e ataca colegas a tiros não é policial e sim bandido de farda. Assim como certos deputados não passam de bandidos com terno, gravata e grana.

Seu $$ no motim

Prisco vai ter que explicar por que um carro alugado pela Assembleia Legislativa para uso somente em serviços parlamentares estava na garagem da Aspra, com tickets de combustível pagos pela Alba e R$ 5 mil em grana viva.

Cabeça quente

O pessoal que cerca o governador Rui Costa anda bem preocupado com a chance de ele terminar sem concorrer a nenhum cargo em 2022. Otto e João Leão, donos de 95 e 98 prefeituras, querem ocupar a cadeira de governador.

Cadeiras ocupadas

Um deles terá que sair para o Senado, que só terá uma vaga em jogo. Sobra a vaga de vice, que não serve para Rui, e a sua chance de ser candidato a presidente, apesar de ser uma piada desde o início, foi pulverizada de vez pelo PT.

Quase expulso

A chance de qualquer coisa no PT acabou quando Rui declarou que o partido devia esquecer o “Lula livre” nas negociações. Levou esporro público do corrupto condenado e teve pedido de expulsão abortado graças a Wagner.

Com calças na mão

A demissão de Guilherme Galvão da diretoria geral da Ceplac surpreendeu os ex-ricos produtores de cacau. Muitos torceram por sua indicação, mas poucos saíram em defesa de Galvão e alguns chegaram até a criticar o ex-diretor.

Queriam mamata

Dizem que Galvão passou todo esse tempo lá e não emitiu a nota técnica que poderia livrá-los das dividas. A turma só queria mesmo usar a indicação do diretor para se dar bem. É tradição. Cacauilcultor só olha para o próprio umbigo.

Pará tem união

A queda de Galvão ocorreu pela demonstração de força politica do Pará, de onde sairá o novo diretor. Interlocutores da Ministra da Agricultura alegam que os produtores de cacau “são desunidos” e ajudaram na queda de Guilherme.

Procura-se coveiro

Como diz o ditado, “há males que vem para o bem”. Isso se aplica à exoneração do diretor geral, que escapou de levar o titulo de “coveiro da Ceplac”. Há tempos o governo federal quer extinguir o órgão. Só FHC fez algo por ele.

Ninguém quer

Lula, talvez com ciúmes por ele ter multiplicado o salário dos ceplaqueanos, desde o primeiro dia queria fechar a Ceplac. A anta Dilma fez o órgão padecer de inanição. Temer o transformou em departamento. Só falta a pá de cal.

Política antiga

Em Ilhéus, tem candidata e candidato a prefeito fazendo campanha do jeito antiquado, dando presentes no dia das crianças e peixe na semana santa, depois pagando um blogueiro para divulgar. Não tem a menor chance de vingar.

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