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:: ‘História’

Hoje é Dia: Tom Jobim e bossa nova são destaques

Confira as principais datas da semana entre 23 e 29 de janeiro

Publicado em 23/01/2022 – 08:15 Por Thiago Guimarães – Estagiário Agência Brasil* – Brasília

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Nesta semana, do dia 23 ao dia 29 de janeiro, o Hoje é Dia relembra um dos maiores nomes da música popular brasileira: Antônio Carlos Jobim, o Tom Jobim. Além do maestro, o pintor norte-americano Jackson Pollock, o Dia Nacional da Bossa Nova e o Dia da Visibilidade Trans também são destaques.

Nascimento de Tom Jobim

Neste dia 25 de janeiro, o maestro Antônio Carlos Jobim, mais conhecido por Tom Jobim, faria 95 anos. Sendo um dos expoentes da bossa nova, Tom marcou a música brasileira com elementos do jazz e composições que até hoje são lembradas por muitos no mundo. Entre elas estão Águas de MarçoSó Tinha de Ser com Você, ambas com a saudosa Elis Regina, e a eterna Garota de Ipanema, regravada inclusive pelo norte-americano Frank Sinatra, que o considerava um gênio.

Vítima de uma parada cardíaca, Tom Jobim faleceu aos 67 anos de idade, em 1994. Confira abaixo o primeiro de três episódios do programa De Lá Pra Cá, da TV Brasil, dedicado à vida e à obra desse gênio da música brasileira.

Dia Nacional da Bossa Nova

Também no dia 25 de janeiro é comemorado o Dia da Bossa Nova. O gênero musical é derivado do samba e surgiu na década de 1950 a partir das demandas de uma geração de jovens que estava em busca de uma música mais de acordo com o que eles viviam no Rio de Janeiro daquela época. Idealizada por Antônio Carlos Jobim, Vinícius de Moraes e João Gilberto no ritmo, a bossa nova trouxe uma simplificação do samba carioca, com elementos do jazz norte-americano e composições com letras mais leves quando comparadas às do samba.

A música que marcou o começo da bossa nova é de autoria de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e é conduzida pela belíssima voz de Elizabeth Cardoso, além de contar com João Gilberto no violão. Chega de Saudade, de 1958, foi regravada posteriormente na voz de João Gilberto, ganhando mais notoriedade. Na década de 1960, a bossa nova conquistou o Brasil e o mundo.

Confira abaixo o documentário feito pela TV Brasil na ocasião dos 60 anos da bossa nova.

Nascimento de Jackson Pollock

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Hoje é Dia: semana recorda o adeus às cantoras Elis Regina e Maysa

Hoje é Dia: semana recorda o adeus às cantoras Elis Regina e Maysa

Publicado em 16/01/2022 – 07:37 Por Thiago Guimarães* – Estagiário da Agência Brasil – Brasília

Acervo/ Arquivo Nacional

Duas das maiores cantoras da música brasileira serão lembradas na semana que começa hoje: no dia 19, completam-se 40 anos sem Elis Regina. Já no dia 22, serão 45 anos desde a morte de Maysa.

Elis Regina, nascida em 1945, revolucionou a música e deixou a sua belíssima voz marcada na bossa nova, na MPB e em tantos outros gêneros musicais. Sempre muito política, Elis é intérprete de inúmeros sucessos, entre eles Águas de março, com Tom Jobim, Como nossos pais O bêbado e o equilibrista.

Elis se inspirou bastante nos cantores de rádio da sua época e começou sua carreira ainda na adolescência. No entanto, foi nos grandes festivais de música dos anos 1960, transmitidos pela televisão, que ela apresentou a extensão de sua voz e a sua dramaticidade enquanto cantava. O seu gestual, enquanto se apresentava, é um traço marcante de suas performances (assista trechos de uma apresentação de Elis Regina no palco do Canecão, da série Antologia MPB, produzida pela TVE em 1988 e recuperado pelo Recordar é TV, da TV Brasil):

Apelidada de Pimentinha, Elis chegou a ter uma projeção internacional: foi comparada a Ella Fitzgerald, a cantora que ficou eternizada pela potência de sua voz. Foram quatro milhões de discos vendidos em 18 anos de carreira. Elis Regina faleceu no auge de sua carreira, no ano de 1982, aos 36 anos, vítima de uma parada cardíaca após consumo de álcool, drogas e medicamentos. Ela deixou três filhos e uma legião de admiradores.

Elis Regina - Arquivo Nacional
Elis Regina – Arquivo Nacional – Foto: Acervo/Arquivo Nacional

Elis e sua obra estão presentes em vários programas e conteúdos da Empresa Brasil de Comunicação. A começar por esta lista de 17 curiosidades sobre a cantora, elaborada em 2014, quando ela completaria 70 anos. Entre elas, o fato de que “Elis foi reprovada por Tom Jobim, em 1964, durante as audições para o disco Pobre Menina Rica, sob a alegação de que ela ainda era muito provinciana. Exatamente dez anos depois, gravaram juntos o disco Elis & Tom, histórico registro da MPB” (confira a lista completa).

E direto dos arquivos da Rádio Nacional, ouça novamente uma rara entrevista concedida por Elis à emissora, em julho de 1979, comentando faixa a faixa do seu disco Essa mulher. A conversa, com mais de uma hora, foi resgatada do acervo da emissora e publicada em 2013:

Clique aqui, e veja a matéria completa.

          *com supervisão de Nathália Mendes

Edição: Nathália Mendes

A BIBLIOTECA PÚBLICA DE ILHÉUS. ===>>> 28/05/2020

Toda vez que é requalificada, fica bonita e dinâmica.

Depois, vem um estrupício de qualquer desgoverno e acaba com tudo.

 

Fidel, Collor, Brasília e o Foro

ACESSIBILIDADE:

Fidel, Collor, Brasília e o Foro

Pressenti que o governo Collor de Mello seria problemático no mesmo dia em que o presidente eleito, em solenidade no Congresso Nacional, jurou honrar a Constituição. Havia uma imensa expectativa e a mesa da Casa, presidida pelo senador Nelson Carneiro, aguardava a presença do candidato que derrotara por duas vezes o comunistóide Lula da Selva, no dizer de Brizola um “sapo barbudo”.

Enquanto ministros e secretários de Estado aguardavam no primeiro piso do senado a entrada de Collor, houve um súbito zum-zum-zum no recinto do plenário. Deputados cercavam um estranho no ninho. Surpreso, perguntei ao  ministro da saúde Alceni Guerra, postado ao meu lado:

– Quem chegou por ai?…

O ministro foi direto:

– Fidel Castro.

Tomei um choque. Deus do Céu! O que fazia um ditador comunista na posse de um presidente eleito de forma democrática justamente contra um candidato das esquerdas que babava de ódio? Tinha caroço no angu.

Mas o fato é que ali estava Fidel Castro Ruiz, “ El Caballo ”, repressor fanático do povo cubano. Em uniforme militar e boné atolado na cabeça, transitava impávido no plenário da Câmara Federal espargindo pela platéia sua glória feita de sangue. Manipulador nato, o ditador caminhava cercado por seguranças e um séquito de áulicos e inocentes úteis.

Meses antes, nas páginas do Estado de São Paulo, eu havia feito uma série de artigos sobre a tirania do ditador que, cheio de promessas, enganara o povo cubano e, sob severa vigilância de um estado policial, instalara na ilha um regime de fome, opressão e terror.

Escrevi que em 1986, depois de protelar o pagamento de dívida externa calculada em US$ 26 bilhões, o governo ditatorial cubano aumentou em até 100% as tarifas de transportes, energia e água na ilha transformada em cárcere. De igual modo, subiu os preços dos alimentos considerados básicos pelo povo: pão, ovos e frango, produtos cujas cotas, racionadas, desapareceram das prateleiras dos armazéns. Para não falar no controle dos baixíssimos salários pagos em moeda irreal e sem valor cambial – o peso cubano.

Em retrospecto, com a derrocada soviética e a queda do Muro de Berlim a situação de Cuba, no final dos anos 80, tornou-se dramática. De fato, com a perestroika de Gorbachov, que evidenciava ao mundo o colapso da farsa socialista , a URSS havia suspendido a mesada de US$ 6 bilhões anuais doados em comodato ao outrora Paraíso Caribenho, o que levou Fidel a apelidar de “período especial” o quadro de miséria (moral e física) que se abatia sobre o País e sua  infeliz população.

De resto, convém lembrar que desde o episódio da Crise dos Mísseis – quando Castro fizera da ilha uma base militar para instalação de plataforma de mísseis russos apontando para os Estados Unidos – as relações entre a URSS e Cuba ficaram mais do que deterioradas. À época, Nikita Khruschev, depois de ouvir pedido de Fidel para que lançasse foguetes sobre os EUA, compreendeu que o déspota cubano se comportava como um megalomaníaco irresponsável, conforme assinala nas suas “Memórias” o premier soviético Nikita Khruschev (Editora Artenova – 1971).

No plano administrativo, o governo da ilha se viu enredado em uma série de denúncias de corrupção dentro da burocracia comunista e de escândalos envolvendo militares com o tráfico de drogas, entre eles o general Arnaldo Uchoa, esteio do 1º escalão do regime, levado ao paredón pelo Vampiro do Caribe – no fundo uma trama diabólica, pois Uchoa não era o responsável-mor pela exportação de toneladas de cocaína para EUA, papel consentido pelo próprio Fidel, principal beneficiário do tráfico. Prática usual no regime, o Vampiro mandou fuzilar o general como bode expiatório para se livrar do pretenso rival capaz, na crença de Fidel,  de articular um “golpe de Estado”.

Aqui, peço vênia para relatar  um episódio pessoal: depois de discursar no Congresso, Collor e o Ministério das Relações Exteriores receberam convidados e membros do novo governo para um almoço formal no Palácio do Itamaraty.

Servidos vinhos, água mineral, entradas, pratos diversos e sobremesa, surgiram os garçons oferecendo o cafezinho. Eu estava conversando com Alcenir Guerra e o ministro da Educação, Carlos Chiarelli, quando apareceu um xeleléu de Ítalo Zappa, embaixador do Brasil em Cuba, comunista de carteirinha que servira no Vietnã, Moçambique e na China. Zappa,   que acompanhava Fidel como um cão de fila e se tornara famoso por preparar na embaixada do Brasil em Havana pratos de Spaghetti para o ditador, acreditava que  Cuba e Brasil podiam avivar maior intercambio nas áreas da Saúde, Educação e da Cultura – e queria nos “apresentar ao Comandante” .

Não sei por qual razão o xeleléu dirigiu-se a mim para transmitir o convite de Zappa, visto que eu atacara duramente a “política cultural” da ditadura Castro, que consistia em censurar, prender, torturar e exigir confissões de culpa dos intelectuais e escritores tidos como dissidentes, casos de Cabrera Infante, Hebert Padilla e do poeta Armando Valladares – este, considerado pela Anistia Internacional um “prisioneiro de consciência”, preso durante 22 anos nas “tostadoras” de La Cabana e Puerto Boniato, dois dos quais imobilizado numa cela-gaveta, de onde saiu aleijado.      .

– Não sei o caso dos ministros da Saúde e da Educação, mas diz ao teu chefe que na área oficial não há o menor interesse em se ativar qualquer intercambio cultural com Cuba – respondi ao xeleléu, dando-lhe as costas em seguida.

Muito bem. Um dia depois da posse de Collor, em 15 de março de 1990, o convidado Fidel rumou para São Paulo, não sem antes passar no Rio e almoçar com Roberto Marinho na cobertura da Vênus Platinada, na Pacheco Leão, arrodeado por 12 guarda-costas.

Em São Paulo, depois de entrevista prestada ao programa

“Roda Viva ” da TV Cultura (em 19/03/90), onde mentiu adoidado, o ditador reuniu-se com Lula da Selva e partiu para a criação  do subversivo Foro de São Paulo, uma cópia cagada e cuspida da OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), entidade cujo lema nº 1 era: “O dever de todo revolucionário é fazer a revolução”. Tal como a OLAS, o próposito do Foro seria reunir os comunistas da América Latina e ativar as estratégias e os métodos revolucionários adotados em Cuba comunistizar o subcontinente. De certo modo, por ironia, os métodos empregados pelo Foro, que envolvem a mentira, a calúnia, a fraude, o roubo e a mistificação, acabaram por derrubar Collor de  Mello do poder e instalar no Brasil, com Lula e Dilma Rousseff, o ativismo criminoso da maior quadrilha política já criada na face da terra.

Reunido em 1º de Julho de 1990 no Hotel Danúbio, o Foro de São Paulo, mantido fora do noticiário da mídia amestrada, além de sabotar o governo Collor, passou a ativar, em reuniões deliberativas, a subversão comunista nos governos  do PSDB e do PT.

Na Era Lula, com acesso aos cofres púbicos, o Fora intensificou seus encontros em vários países da América Latina. No Brasil, foi deliberado o aparelhamento do STF, com a nomeação de ministros indicados por Zé Dirceu, todos alinhados com a ortodoxia petista, tal qual foi feito na Venezuela de Chávez, levada ao comunismo repressor com a anuência da Suprema Corte corrompida.

Outra deliberação do Foro, impulsionada pelo dinheiro fraudado do BNDES e da Petrobras, foi a colossal doação  de bilhões de dólares prodigalizados aos governos comunistas da Argentina, Nicarágua, Angola, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai, Bolívia, Moçambique, Panamá, Equador e Cuba – recursos subtraídos do Brasil para a manutenção, na prática, da nomenclatura comunista aqui e no exterior, a partir do alegado pretexto de se fazer empréstimos para execução de obras de infra-estrutura, tais como, por exemplo, as obras do Metrô de Caracas, no valor de US$ 750 milhões, e as do Porto de Mariel, em Cuba, no valor de US$ 1 bi e 600 milhões, que ampliaram a fortuna e a boa vida dos sanguinários irmãos Castro – Raul e Fidel.

Hoje, com muito dinheiro em caixa, o aparato subversivo do Foro de São Paulo, com assento reservado dentro do PT, atua dia e noite para derrubar o presidente Bolsonaro. Dele, tudo provém: as mentiras levantadas pela mídia amestrada; os arreganhos da comunidade LGBT; a campanha contra o voto auditável; as pesquisas fajutas da Data Foice; as viagens de Lula (alcoolizado) pelo país e os gastos com pão-e-mortadela e os cachês para levar a  “cumpanheirada” às manifestações de aluguel – tudo passa pelo crivo,  financiamento e o serviço de inteligência do famigerado Foro de São Paulo, inclusive o ativismo que eclode de forma virulenta na Nicarágua, Argentina, Bolívia e Chile, para não falar da própria Cuba, centro estratégico da ação subversiva da entidade do mal  responsável pela repressão que se abate sobre os insurgentes da ilha-cárcere.

Bolsonaro e seus eleitores terão de se manter atentos contra a peçonha comunista do Foro de São Paulo agindo, no dizer de Zé Dirceu, para tomar o poder e arrombar os cofres da Nação.

É preciso combater essa gente a ferro e fogo!

Série de reportagens da Agência Brasil é finalista no Prêmio ANA

Vidas Secas no país das Águas concorre na categoria Comunicação

Publicado em 02/12/2020 – 14:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) anunciou hoje (2) os 24 projetos finalistas do Prêmio ANA 2020. O prêmio é dividido em oito categorias. Para cada uma foram indicados três finalistas. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) figura entre os finalistas na categoria Comunicação, com a série de reportagens Vidas Secas no País das Águas, produzida pela equipe WEB da EBC, e publicada pela Agência Brasil.

Vidas Secas no país das águas: confira série de especiais – Portal EBC

As reportagens da EBC foram conduzidas pelo jornalista Luiz Cláudio Ferreira e por uma equipe composta por 15 profissionais, entre repórteres, editores, infografia, produção visual e implementação.

A ideia da matéria foi a de discutir e sensibilizar os leitores sobre o uso da água no Brasil. “Por coincidência, 2018 marcou os 80 anos da obra ‘Vidas Secas’, de Graciliano Ramos. Assim, nos inspiramos na literatura para tratar desse tema tão importante”, disse Ferreira à Agência Brasil. Em uma das reportagens, a equipe foi de Juazeiro do Norte a Fortaleza para tratar “dos campos de concentração no Ceará, um episódio histórico que nem todo mundo conhece”. “Descobrimos em pleno sertão experiências de reaproveitamos de água que podem servir de exemplo para produtores rurais”, acrescentou.

“É uma felicidade muito grande para nós da comunicação ter esse reconhecimento. Essa visibilidade faz com que mais gente leia essas reportagens, que continuam tratando de assuntos importantes mesmo com o passar do tempo”, complementou o jornalista.

Os vencedores de cada categoria serão anunciados em março de 2021. Segundo a agência, o Prêmio ANA 2020 tem como novidade a possibilidade de os finalistas poderem apresentar suas ações em eventos on-line a partir de janeiro de 2021, com o intuito de dar maior visibilidade para os trabalhos realizados. “O objetivo desses encontros é servir como vitrine para que os projetos finalistas tenham suas ideias compartilhadas com públicos que podem disseminar pelo Brasil as boas práticas relacionadas às nossas águas”, informou, por meio de nota, a ANA.

Nesta edição, 695 iniciativas foram inscritas, número recorde que supera as 607 registrados em 2017. A categoria com maior número de inscrições foi Pesquisa e Inovação Tecnológica (157), seguida de Comunicação (129), Governo (102), Empresas de Médio ou de Grande Porte (86), Educação (59), Organizações Civis (66), Empresas de Micro ou de Pequeno Porte (59) e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (37).

A premiação visa reconhecer “trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

Concorrem com na categoria Comunicação, ao lado da série de reportagens da EBC, o documentário Dessalinizada, Água do Mar Pode Equilibrar Abastecimento, de Jusciane Matos de Lima, da TV Justiça, e Guerra da Água, de Patrik Camporez, do jornal O Estado de S. Paulo.

Confira a lista de finalistas do Prêmio ANA 2020.

Edição: Aline Leal

ASSINATURA DA AUTORIZAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA PONTE ESTAIADA.

A foto do fato.

FRASE E PREMONIÇÃO DE UM ESTADISTA!

Abraham Lincoln

ILHÉUS E A NOVA POLEMICA DAS AMENDOEIRAS.

Essas amendoeiras, como podem ser identificadas, foram plantadas na areia da praia.

O resto veio depois…

ANTES DA PANDEMIA DA CORRUPÇÃO

O VAPOR CANAVIEIRAS TAMBÉM ATRACAVA EM ILHÉUS.

Veja matéria clicando aqui.

Vapor Canavieiras

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