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:: ‘Destaque5’

TURISMO NÃO COMBINA COM CIDADE BARULHENTA!

Cidade servida por emissoras de TV, rádios AM e FM, blogs e sites na Internet.

Abusa da paciência dos transeuntes com carros de som, bicicletas de som, lojas com barulheira na porta, pessoas arrastando caixas de som, e o que mais queiram.

Agora um cafona e ridículo serviço de alto falantes nos postes.

CIDADEZINHA DE BEIRA DE ESTRADA, com o devido respeito as mesmas.

Produção industrial fecha 2021 com alta em 9 de 15 locais pesquisados

Destaques foram Santa Catarina, Minas Gerais e Paraná

Publicado em 09/02/2022 – 10:33 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Foto Miguel  Ângelo

 

A produção industrial fechou o ano de 2021 com alta de 3,9%, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado do mês de dezembro, o ano passado fechou com crescimento em 9 dos 15 locais analisados.

“O ano de 2021 fechou no positivo, mas foi volátil durante os meses. No primeiro semestre, a trajetória foi mais crescente, e o ganho acumulado chegou a ser de 13%. Mas, no segundo semestre, houve perda de fôlego e a produção teve sequência de quedas”, disse, em nota, o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida. Na passagem de novembro para dezembro, as produção industrial apresentou expansão em 10 dos 15 locais pesquisados.

Destaques

Em 2021, os destaques ficaram para os resultados de Santa Catarina (10,3%), Minas Gerais (9,8%) e Paraná (9%), os primeiros em crescimento absoluto, além de São Paulo (5,2%), a maior influência na expansão apresentada em 2021, muito devido ao tamanho e ao peso do parque industrial paulista.

Onze das 18 atividades da indústria paulista cresceram no ano, com destaque para o setor de veículos, onde caminhões, automóveis e caminhão-trator para reboques tiveram os aumentos mais relevantes. “O setor de máquinas e equipamentos, com aumento na produção de escavadeiras, rolamentos para equipamentos industriais e carregadoras-transportadoras, também contribuiu”, afirmou Almeida.

Segundo o IBGE, no estado catarinense, o setor de vestuário impulsionou o crescimento, com aumento na produção de camisas e blusas femininas de malha e na produção de vestido de malha. A metalurgia também colaborou, com alta em artefatos e peças de ferro fundido.

Setores

O setor metalúrgico também contribuiu em Minas Gerais, segunda influência positiva nacional. A metalurgia mineira apresentou aumento na produção de ferronióbio e na siderurgia. O setor extrativo também foi relevante para a indústria mineira em 2021, com maior produção de minério de ferro, mas a principal influência foi o setor de veículos, onde caminhão-trator para reboques e veículos para transportes de mercadorias impulsionaram a produção da atividade.

O Paraná teve a terceira maior expansão no absoluto e foi também a terceira maior influência no resultado anual nacional. Puxado pelo setor de máquinas e equipamentos, a indústria paranaense teve aumento na produção de máquina para colheita e nos tratores agrícolas. Também o setor de veículos, com aumento na produção de caminhão trator para reboques e caminhões e automóveis, contribuiu para o aumento no estado.

Rio Grande do Sul (8,8%), Amazonas (6,4%), Espírito Santo (4,9%) e Rio de Janeiro (4%) também registraram taxas positivas maiores do que a média nacional (3,9%), enquanto Ceará (3,7%) completou o conjunto de locais com avanço na produção no índice acumulado no ano.

Recuo

A Bahia apontou o recuo (-13,2%) mais elevado no índice acumulado do ano. “Efeito direto da saída de uma montadora de veículos do estado, em janeiro do ano passado, o que afetou o ano inteiro”, disse o analista da pesquisa.

O setor de derivados do petróleo também pressionou negativamente o resultado da indústria baiana, onde houve queda na produção de óleos combustíveis, óleo diesel, naftas para petroquímicas, parafina e querosene.

A Região Nordeste (-6,2%) e os estados de Goiás (-4,0%), Pará (-3,7%), Mato Grosso (-1%) e Pernambuco (-0,4%) também apresentaram taxas negativas no indicador acumulado do período janeiro-dezembro de 2021.

Edição: Maria Claudia

Brasil aceita condições e inicia processo de entrada na OCDE

CLUBE SELETO

O presidente Jair Bolsonaro enviou carta de resposta à organização, que pediu sinalização positiva do Brasil antes de iniciar o “processo de ascensão”

O seleto plenário da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Foto: OCDE

O presidente Jair Bolsonaro respondeu, nesta quarta-feira (26), à carta da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com a anuência aos termos do organismo internacional para dar início ao chamado “processo de ascensão” do país. Ou seja, se tornar um membro da OCDE, considerada o “clube dos países ricos”.

“Sem qualquer hesitação, posso garantir que o Brasil está pronto para iniciar o processo de acessão à OCDE, conforme solicitado em abril de 2017”, disse o presidente em sua carta. “O Brasil tem um histórico de respeito a valores fundamentais como a preservação da liberdade individual, dos valores da democracia, do Estado de Direito e a defesa dos direitos humanos”, que é uma das cláusulas com as quais o Brasil deve concordar, antes de se tornar país-membro da organização.

O Brasil já participa formalmente de mais de 30 Comitês da organização, mas o caminho para o se tornar um membro pleno da OCDE é longo e deve demorar alguns anos. O Brasil já aderiu a 103 dos 251 instrumentos da organização, outro pré-requisito exigido, além de já ter também realizado revisões por pares, outros países da OCDE. “E estamos próximos da conclusão do processo de adesão aos Códigos de Liberalização”, disse Jair Bolsonaro em sua carta à OCDE.

“Agradeço por todos os seus esforços para levar adiante este dossiê e tenho confiança de que, com base nas afirmações acima, os membros da OCDE poderão agora prosseguir sob sua liderança com a preparação do Roteiro de Adesão para o Brasil, estabelecendo os termos e condições do processo de acessão”, conclui a carta.

Ministério da Saúde amplia atendimento a doenças cardíacas

Portaria traz inovações à linha de atenção para infarto do miocárdio

Publicado em 07/12/2021 – 12:16 Por Fernanda Cruz – São Paulo

Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou, na manhã desta terça-feira (7), em evento no Hospital no InCor, na capital paulista, portaria que amplia a Linha de Cuidado do Infarto Agudo do Miocárdio.

De acordo com o ministro, o controle epidemiológico da pandemia de covid-19 fez com que as doenças cardiológicas voltassem à liderança entre as principais causas de morte entre os brasileiros. Segundo ele, o novo coronavírus impactou, ainda, no aumento desse tipo de enfermidade.

Com a assinatura da portaria, a linha de cuidado de atenção para doenças do coração contempla inovações que já existem, como o tratamento pré hospitalar. “Já existia, mas não funcionava de maneira adequada. Vamos ampliar em três vezes o investimento em trombolitíco [medicamento para dissolver coágulos]”, esclareceu o ministro.

Além disso, a rapidez no atendimento aos pacientes será priorizada. “Ainda tem pacientes que chegam aos hospitais tardiamente, mesmo que o hospital tenha logística [para atendimento]”, disse. Serão criados novos leitos coronarianos e uma parceria com as universidades públicas vai permitir que especialistas auxiliem, por telecardiologia, os médicos em atendimento.

Outra correção feita pelo ministério foi realinhamento de preços dos materiais usados. “É um dever do ministro corrigir essas distorções e realocar os recursos de maneira apropriada”, disse Queiroga.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Celso Amodeo, avaliou que a portaria “é um marco dentro do atendimento”, disse ele. “O projeto vem para uniformizar o atendimento básico”, acrescentou. O médico explicou que quanto mais precoce a intervenção médica na doença, menor a chance de óbito.

Para o presidente do conselho diretor do InCor, Roberto Kalil Filho, a pandemia foi uma tragédia com milhares de vítimas, mas o infarto também é alta causa de mortes há décadas. “Um programa como este salvará milhares de vidas”, disse.

Edição: Maria Claudia

AS ÁGUAS CHEGANDO NO NORDESTE.

TV Brasil deve chegar a todos os estados brasileiros em 2022

Rede Nacional de Rádios também deve ser expandida no ano que vem

Publicado em 24/11/2021 – 20:10 Por Agência Brasil – Brasília

Nos dias 24 e 25 de novembro, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) promove o Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) de TV e Rádio. Esta é a segunda edição do evento, que ocorre em Brasília e reunirá cerca de 60 instituições, entre emissoras de televisão e rádio. O evento proporciona a discussão de estratégias de fortalecimento da RNCP, a troca de experiências entre as afiliadas e debates sobre conteúdo, programação e suporte em estrutura e tecnologia. Foto: José Cruz/Agência Brasil

A TV Brasil deve chegar a todas as cidades brasileiras no ano que vem.  A previsão é do presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Glen Valente, e foi apresentada durante o encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) de TV e Rádio.

Esta é segunda edição do evento, que ocorre em Brasília, nos dias 24 e 25, e reúne cerca de 60 instituições, entre emissoras de televisão e rádio. A ideia é discutir estratégias para o fortalecimento da rede de emissoras que fazem comunicação pública no Brasil.

O presidente da EBC destacou o avanço da emissora que passou do 27º lugar em 2017 para a 6ª colocação em 2021. “Hoje a gente está no mesmo nível de alcance [de audiência] dos grandes grupos de comunicação”, disse Valente.

Ele ressaltou que não é apenas a TV que deve crescer no ano que vem. A expansão também é planejada para as rádios. “Nossa ideia é ter a rádio em todas as capitais, presença nacional”. Expansão que começou este ano com o lançamento de cinco novas rádios em banda estendida.

EBC promove Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública 2021
EBC promove Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública, por Valter Campanato/Agência Brasil

Expansão com qualidade

Parte dessa expansão se dará por meio do programa Digitaliza Brasil, criado para expandir o sinal digital de televisão para todo o território nacional. Segundo Valente, algumas cidades do interior do Brasil contam apenas com um canal de TV que muitas vezes “pega mal” e não tem rádio porque é economicamente não é viável. Para ele o programa “Traz cidadania e contribui para o Brasil inteiro ter conteúdo e informação de uma forma um pouco mais republicana, isto é, ouvindo os dois lados”, disse.

Segundo o gerente executivo de Planejamento de Programação e RNCP, Vancarlos Alves,  o Digitaliza Brasil  dá a oportunidade de chegar a municípios que, em muitos casos, não são alvo de interesse das grandes empresas por motivos comerciais “Estamos franqueando uma programação de qualidade  e aberta para os cidadãos. É uma missão pública”, defende.

De acordo com Alves, essa missão deve ser cumprida com o auxílio das afiliadas da RNCP. “A EBC quer, cada vez mais, carregar os conteúdos regionais e trazer mais esse sotaque, essa cultura, para a tela da TV Brasil”.

Programação mais atrativa

Para o diretor-geral da EBC, Roni Baksys, não adianta ter sinal em todas as cidades brasileiras se a emissora não “cair no gosto” do povo brasileiro. “Só entendo que a gente cumpra nossa missão como empresa pública se eu chegar à casa do cidadão, se o cidadão me vir”, diz. Por isso a empresa tem investido em produtos prime, como novelas, documentários e filmes. Segundo Baksys, a estratégia é conquistar o público para, então, poder passar informação de qualidade.

E as emissoras afiliadas da RNCP tem papel importante na produção desse conteúdo. Segundo Valente, a ideia é integrar o material produzido pelas parceiras à programação da TV Brasil. “Em vez de ficar comprando conteúdo de prateleira a gente vai pegar um conteúdo inédito e dar visibilidade nacional”.

Para a diretora de Jornalismo da EBC, Sirlei Batista, essa é uma parceria de “ganha-ganha”. “Ganha a EBC como rede [que recebe mais conteúdo regional] e ganha cada emissora nos estados [que têm seu conteúdo reproduzido nacionalmente]. E isso é muito importante para nós”, disse.

Conheça mais sobre a Rede Nacional de Comunicação Pública na TV Brasil:

Edição: Claudia Felczak

NÓS, O POVO!

ILHÉUS:  MÉDICOS DECLARAM QUE NÃO QUEREM MAIS TRABALHAR  PARA O MUNICÍPIO.

Quinze médicos enviaram carta endereçada  ao Secretário de Saúde do Município solicitando que retirem seus nomes da lista de vários plantões de atendimento na cidade. Tal atitude, se dá em razão da falta de pagamentos pelos serviços prestados.

Agora, juntamente com o lixo, o  transporte, a medicina também dá sinais claros de que a cidade está desgovernada totalmente.

Isso deixa evidenciado, a falto de comando na  terra de São Jorge.

Enquanto essa baderna acontece, o prefeito sorrir, abraça todas as pessoas,  e pede votos para sua esposa como se nada estivesse acontecendo. O povo se lascando nas  filas dos hospitais, nas ruas cheia de lixo, nos ônibus lotados, nos distritos abandonados e o prefeito como sempre junto com sua equipe, alardeia que a cidade está a mil maravilhas.

Tudo isso é mais uma prova inequívoca do descompromisso da turma de Marâo, muita gente que nem mora na cidade, cabos eleitorais em outros municipios, e os que moram em Ilhéus, parte deles sem experiência alguma de gestão pública, além do descompromisso total com o dever de trabalhar por uma cidade melhor. Em síntese, o prefeito é um brincalhão e a sua turma não é uma equipe, e sim, um bando desordenado e que só está no governo por outros motivos.

Texto e Redação Luke Rei

Leiam a carta dos médicos abaixo..

À
Secretaria de Saúde do Município de Ilhéus
C/c ao Ministério Público do Estado da Bahia
Assunto: Exclusão da escala do regime de plantões dos serviços de urgência

Senhor Secretário,

Vimos, por meio deste instrumento, solicitar que os 15 nomes abaixo
assinados sejam retirados da escala de serviços de urgência do município de
Ilhéus, quais sejam, SAMU, Pronto atendimento, COVID, UPAs e PAS, a partir
do dia 01/10/2021.
Posicionamo-nos desta forma em decorrência dos atrasos constantes no
pagamento dos vencimentos desde julho do corrente ano, bem como pela falta
de previsão no pagamento das competências desde então.
A equipe médica é qualificada e comprometida com a boa prática da
medicina, no entanto o próprio sustento está sendo ameaçado diante do atual
quadro em que os profissionais encontram-se há aproximadamente 90 dias
corridos sem receber o seu respectivo pagamento e sem qualquer previsão
para tal, por parte do Poder Público Municipal. Salientamos que a ausência de
informação, vinda da coordenação e administração municipais, causa ainda
maior insegurança ao quadro já instável vivenciado pela classe médica
envolvida em tais atividades no município.
Esperamos que tais débitos atrasados sejam pagos aos profissionais
envolvidos e que assim, as atividades habituais possam retornar para garantir o
atendimento aos munícipes da cidade.
Destacamos não tratar-se de paralisação ou greve de profissionais de
saúde, mas tão somente da retirada de seus nomes da escala de serviços até
a regularização dos pagamentos, lembrando não haver entre o município e os
médicos qualquer vínculo formal ou contratual, que pudesse configurar tal
retirada de nomes da escala, como greve ou paralisação.
Assim, ratificamos que a equipe médica cumprirá somente a escala de
plantão ora existente, prevista para o mês de setembro de 2021, retornando,
caso seja do interesse deste município, com o pagamento dos vencimentos
atrasados aos profissionais envolvidos, que frisamos, trabalharam dignamente
DocuSign Envelope ID: F2E57D08-D0DA-4E7B-80E0-7EB91792E79B
e não foram remunerados pelos serviços prestados, tornado insustentável a
relação ora existente.
Em tempo, aguardamos um posicionamento da Secretaria de Saúde do
Município de Ilhéus, evitando maiores consequências aos munícipes e
resgatando o mínimo respeito à classe médica que tanto se dedica e trabalha
em prol da manutenção e melhora da saúde dos cidadãos de Ilhéus.
Ilhéus – BA, 24 de setembro de 2021.
Seguem as 15 assinaturas em ordem alfabética:


CÉSAR HENRIQUE SANTOS CAIRO


CLARA NASCIMENTO PASSOS SILVA


DAIANE DOS SANTOS SANTOS


DÉBORA ZOLET BONETA


FLAVIANE DA SILVA DO ESPÍRITO SANTO


GUILHERME MARTINS PEREIRA ALVES


LAYSE H N ALMEIDA


LUDMILLA PIRES VIEIRA


RAFAELA RODRIGUES DO NASCIMENTO


RAFAEL BARBOSA CARNEIRO


ROMERITO S. A. DUARTE


THAINAN LOPES SEARA


THIAGO BARROSO CASSAR DA SILVA


THOMAS FONTES VELOSO


VIVIANE CUNHA SOUSA

Ministro diz que dispõe de R$ 7 bi para investir em mobilidade urbana

Semana da Mobilidade começa hoje e vai até sexta-feira

Publicado em 20/09/2021 – 10:53 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Movimento no Viaduto do Chá durante a quarentena. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse hoje (20) que o governo dispõe de R$ 7 bilhões em recursos a serem investidos em mobilidade urbana, e que, nesse setor, é o transporte público o “vetor mais importante”, enquanto alternativa de deslocamento de pessoas. A afirmação foi feita durante a abertura online da Semana da Mobilidade, que vai até sexta-feira (24). A expectativa é de que ao longo da semana sejam anunciadas também medidas de estímulo ao desenvolvimento de projetos de infraestrutura cicloviária.

“Temos mais de R$ 7 bilhões em investimentos, mas em função da pandemia houve dificuldade muito grande de manutenção dos serviços de transporte nas cidades de médio e grande porte, uma vez que diminuiu o fluxo de pessoas, afetando o equilíbrio econômico e financeiro das concessões espalhadas pelo país”, disse Marinho.

Em sua fala, o ministro lembrou que a questão da mobilidade é transversal, abrangendo não apenas deslocamento das pessoas, mas também investimentos na infraestrutura das cidades, em inovação, em tecnologia, bem como na busca de transporte mais baratos e seguros, “de viés públicos ou autônomos, como é o caso das ciclovias”, disse ele ao destacar a necessidade de parcerias cada vez maiores entre estados municípios e governo federal.

Marinho destacou que a partir da década de 1950 o Brasil deu início a uma mudança que acabou por mudar o perfil do país, com suas populações rurais se deslocando cada vez mais na direção das cidades, o que implicou em aumento das demandas de deslocamento.

“O transporte público é, sem dúvida, o vetor mais importante nesse processo de mudanças, aliado ao fato da necessidade de trabalharmos a questão do meio ambiente e da sustentabilidade”, disse o ministro.

Nesse sentido, o ministro acrescentou que as discussões promovidas ao longo da semana buscarão “alternativas de transporte ligado a vias de bicicletas; aos corredores de circulação de transporte; aos ônibus movidos a gás; aos ônibus elétricos, metrôs de superfícies, VRTs, BRTs; a intervenções nas áreas urbanas, no sentido de permitir maior fluidez no tráfico; e às cidades inteligentes, que permitem gestão racional e saudável do trânsito das cidades por meio de câmeras e aplicativos”.

Ao final da cerimônia de abertura, Marinho assinou alguns atos ministeriais relativos à implementação do programa Avançar Cidades, de apoio financeiro a municípios com mais de 100 mil habitantes, nas cidades de Goiânia (GO) e de Almirante Tamandaré (PR), e relativos à concessão de linhas para transporte sobre trilhos em São Paulo.

Fórum consultivo

Um decreto publicado hoje (20) pelo presidente Jair Bolsonaro no Diário Oficial da União criou o Fórum Consultivo sobre Mobilidade Urbana, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

O novo fórum é composto por 12 integrantes, incluindo representantes do ministério da Economia, do Fórum Nacional de Prefeitos, da Confederação Nacional de Secretários de Transportes, entre outros. O órgão ficará sob a alçada da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano.

Matéria ampliada às 12h para inclusão do segundo parágrafo.

Edição: Denise Griesinger

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde, diz IBGE

Trata-se da quarta alta consecutiva do indicador

Publicado em 10/09/2021 – 09:39 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Tânia Rêgo/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu patamar recorde da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), iniciada em 2000.

O comércio também teve altas de 5,7% na comparação com julho de 2020; de 1,1% na média móvel trimestral; de 6,6% no acumulado do ano e de 5,9% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A receita nominal também apresentou altas: de 2,2% na comparação com junho deste ano; de 1,5% na média móvel trimestral; de 19,7% em relação a julho de 2020; de 18,6% no acumulado do ano e de 15,7% no acumulado de 12 meses.

Setores

A alta de 1,2% no volume de vendas foi puxada por cinco das oito atividades pesquisadas: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,1%); Tecidos, vestuário e calçados (2,8%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%); Supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Por outro lado, três segmentos tiveram recuo no volume de vendas de junho para julho: Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%); Móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos, a alta de junho para julho foi de 1,1% no volume de vendas. O setor de Veículos, motos, partes e peças subiu 0,2% entre junho e julho, enquanto Material de construção recuou 2,3%.

O varejo ampliado teve altas de 0,7% na média móvel trimestral; de 7,1% na comparação com julho de 2020; de 11,4% no acumulado do ano e de 8,4% no acumulado de 12 meses.

Edição: Denise Griesinger

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