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:: ‘Desenvolvimento’

“Somos um grande laboratório”, diz ministro a investidores

Ministro Paulo Alvim participou do Fórum Brasil de Investimentos 2022

Publicado em 14/06/2022 – 20:39 Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O ministro de Ciência e Tecnologia, Paulo César Alvim, defendeu que o Estado tenha um papel complementar no desenvolvimento da economia digital em relação à iniciativa privada. “Quem inova são as empresas. O papel do Estado, nesses casos, é de criar ambientes que permitam às empresas mitigar seus riscos”, disse a uma plateia de investidores no Fórum Brasil de Investimentos 2022, que ocorre até amanhã (15) na capital paulista.  

Ele destacou que investidores lidam com os riscos tecnológico, mercadológico e financeiro, mas que o mercado brasileiro, por meio de marcos regulatórios, oferece segurança jurídica para empreendedores. “Hoje temos, em função de todas essas evoluções dos marcos, uma ambiência favorável que permita ser fator de atratividade para que empresas se instalem aqui para montar seus centros de pesquisa e desenvolvimento. Nós somos um grande laboratório”, apontou. 

Entre os mecanismos de regulação na área de tecnologia, ele citou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), já em vigor, e o Marco Legal de Inteligência Artificial, em discussão no Congresso Nacional. Alvim considera, como um desafio a ser enfrentado, o esforço regulatório sobre segurança cibernética. “É algo que também se constrói com a forte participação dos atores envolvidos”, propôs. O ministro participou da mesa que discutiu “Oportunidades em tecnologias digitais: cybersegurança, Inteligência Artificial e 5G”.

Alvim falou ainda sobre o esforço em fortalecer o capital humano no Brasil na área tecnológica. “Esse talvez seja um desafio muito significativo que temos. Estamos trabalhando junto com colegas do Ministério da Educação, com colegas do Ministério da Economia. Temos lançado uma série de programas em parceria com a iniciativa privada, onde o desafio é sair de um patamar de dezenas de milhares de pessoas formadas para centenas de milhares de pessoas formadas”, indicou.

Além da formação de recursos humanos qualificados, ele apontou, como ações de um modelo complementar entre Estado e iniciativa privada, o apoio em suportes de infraestrutura de ciência e tecnologia. “Para dar apoio que permita interação de instituições de ciência e tecnologia nacionais e em cooperação com instituições internacionais para prestar serviços tecnológicos”, apontou.

O ministro indicou ainda ações de fomento, especialmente em operações que envolvam empresas de menor porte. “Fomento que pode ser incorporação de recursos humanos, que pode ser subvenção econômica”, elencou.

Edição: Lílian Beraldo

Cerca de 60 empresas foram abertas no primeiro mês do Inova Simples

Sistema simplifica abertura de startups e negócios voltados à inovação

Publicado em 05/02/2022 – 09:33 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Cerca de 60 empresas voltadas à inovação, como as startups, foram abertas em pouco mais de um mês de funcionamento do Inova Simples. Acessível por meio do Portal Gov.br, a nova solução tecnológica simplifica a abertura de negócios, com atendimento centralizado em uma única plataforma disponível pela internet.

A iniciativa dispensa o comparecimento presencial do empreendedor a cartórios e juntas comerciais. O número do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) é concedido imediatamente após o pedido, com o empreendedor podendo começar as atividades no mesmo dia.

Disponível na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), o Inova Simples está disponível para empreendedores que comprovem o caráter inovador da atividade. As empresas que se inscreverem pelo sistema poderão comercializar os produtos e serviços em caráter experimental, antes de fazer o registro na Junta Comercial.

Para se inscrever, basta a empresa preencher uma autodeclaração de enquadramento em atividade de baixo risco e de comprometimento com a legislação local. O negócio poderá funcionar sem licenças e alvarás, enquanto o registro definitivo não sai. Uma empresa já constituída, com registro e CNPJ, não pode inscrever-se no Inova Simples.

Outros benefícios do Inova Simples são a prioridade na análise de pedidos de marcas e de patentes pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e compartilhamento de informações com o Redesim, que reúne sistemas informatizados para a legalização de empresas da União, dos estados e dos municípios.

O procedimento especial que permite a criação da Empresa Simples de Inovação foi instituído pela Lei Complementar 167/2019 e regulamentado pela Resolução 55/2020, do Comitê Gestor do Simples Nacional. As empresas precisam comprovar que fornecem produtos, serviços ou tecnologias inovadoras, que gerem resultados de curto prazo, capazes de substituir bens e serviços disponíveis no mercado.

Assinatura eletrônica

O Inova Simples permite que o empreendedor use a assinatura eletrônica do Portal Gov.br, acessível em 24 juntas comerciais do país. Essa tecnologia permite ao cidadão assinar documentos eletronicamente, sem reconhecimento de firma ou aquisição de certificado digital, na interação com órgãos públicos.

Regulamentada pela Lei 14.063, de 2020, a assinatura eletrônica está disponível a quem tem nível de identificação prata ou ouro no Portal Gov.br. Esse nível de identificação exige validação facial pelo aplicativo Gov.br ou a vinculação do login do portal com uma conta dos seguintes bancos credenciados: Banco do Brasil, Caixa, Sicoob, Bradesco, Santander, BRB e Banrisul.

Além de conceder o número do CNPJ de forma rápida, o Inova Simples permite o compartilhamento de informações com os integrantes da Redesim. Ele também dispensa o uso de certificado digital, e o empreendedor pode utilizar a assinatura eletrônica do Gov.br.

Balcão Único

O procedimento simplificado para a abertura de empresas está sendo estendido aos demais tipos de negócio. Em janeiro, o Balcão Único foi ampliado para 17 juntas comerciais estaduais.

A tecnologia, que une informações da União, dos estados e dos municípios, permite o registro da empresa e a obtenção do CNPJ por meio de formulário digital único disponível na internet. A Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia pretende estender o Balcão Único a todo o país até o fim do ano.

Edição: Graça Adjuto

O PREFEITO DE ITABUNA, AUGUSTO CASTRO, TENTANDO ATRAIAR O GRUPO HAVAN

– Estive presente na inauguração da #Empresa @havanoficial em #Aracaju #Sergipe
junto com o #Prefeito de #Itabuna
@augustocastro_oficial .

– Teremos uma reunião com o dono da Havan @lucianohangbr , para trazermos uma unidade da loja para a cidade de #Itabuna #Bahia.

– Temos nos movimentado muito
para tentar trazer indústrias e empresas
para a cidade, gerando #Emprego
e acreditando sempre em um #Futuro #Presente

Bolsonaro inaugura ponte que aproxima 4 estados da Ferrovia Norte-Sul

Investimento chegou a R$ 30 milhões

Publicado em 20/05/2021 – 14:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Bolsonaro participa de inauguração de ponte entre o Piauí e Maranhão Divulgação/Governo Federal

O presidente Jair Bolsonaro inaugurou hoje (20) a Ponte Estaiada que, ao ligar os municípios de Santa Filomena, no Piauí, e Alto Parnaíba, no Maranhão, potencializará a integração da região conhecida como Matopiba, formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, aproximando-a da Ferrovia Norte-Sul. O investimento chegou a R$ 30 milhões. A ponte fica sobre o rio Parnaíba.

Durante o seu discurso, Bolsonaro lembrou que muitas obras inauguradas durante seu governo foram iniciadas em governos anteriores que acabaram por abandoná-las. A ponte inaugurada hoje, no entanto, foi iniciada em 2019 e terminada durante o atual governo, conforme lembrou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

O presidente da República garantiu que “não faltarão recursos para a transposição do rio São Francisco, que não é obra nossa, mas estava há mais de dez anos parada”. Sobre a ponte inaugurada hoje, ele disse que não se justifica a existência de “povo pobre em terra rica”. “Vamos aos poucos porque a velocidade não pode ser muito grande mudando o Brasil”, acrescentou.

Ponte

Com 185 metros de extensão, a ponte Estaiada encurtará a distância entre produtores regionais e a Ferrovia Norte-Sul. Ao discursar, o ministro da Infraestrutura destacou o potencial da região do Matopiba que, segundo ele, terá condições de se tornar “um celeiro para o mundo”. “[Essa região] precisava de um olhar diferenciado. A riqueza e o futuro estão aqui, e o desenvolvimento virá para cá”, disse o ministro. Ele lembrou que, com a ponte e a pavimentação de 270 quilômetros planejados para a BR-235, “a gente vai ligar essa região à Ferrovia Norte-Sul, economizando quilômetros para chegarmos ao Porto de Itaqui”.

“A logística ficará mais barata e com isso o produtor vai investir mais. Essa região vai se desenvolver muito”, acrescentou ao lembrar que, para a população local, a ponte representará uma economia dos gastos que se tinha para fazer a travessia por meio de balsa.

“Hoje mesmo vamos autorizar outra ponte, que é a ligação de Ribeiro Gonçalves (PI) com Tasso Fragoso (MA), porque a BR-330 também é importante para o agronegócio. Está autorizado o procedimento licitatório. Vamos contratar e entregar a próxima ponte”, anunciou o ministro.

Bolsa Família

Entre as consequências da pandemia da covid-19, o presidente destacou a inflação sobre o preço dos alimentos. Diante desse cenário, ele acenou com a possibilidade de amenizar essa situação com os futuros reajustes previstos para o Bolsa Família.

“Hoje em dia, a média do Bolsa Família é de R$ 190. Estamos trabalhando para que, após o quarto mês da terceira etapa do auxílio emergencial, subamos o valor médio porque sabemos que, com esse período de pandemia, aumentou o preço da alimentação e de muitas outras coisas no Brasil. Temos de buscar soluções para que o povo recupere o seu poder aquisitivo. Mas isso passa pela não destruição de empregos; pelo não fechamento do comércio; e pela coragem de decidirmos ao lado da realidade”, argumentou o presidente.

Internet

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, presente ao evento, apresentou algumas novidades de sua pasta. “Estamos trazendo para Santa Filomena ponto de wi-fi para ter internet de graça”, disse ele, ao lembrar que, durante o atual governo, foi levada internet para 8,5 milhões de pessoas que até então não dispunham desse tipo de serviço.

“Internet é inclusão social e possibilita renda [para as pessoas]. Através do 5G [quinta geração de internet] vamos conectar os 40 milhões de brasileiros para os quais falta acesso. O Brasil tem 140 mil escolas. Destas, 48 mil vão receber internet 5G. Das escolas rurais, que são 50 mil, dez mil já receberam pontos de internet. Só restam, no Brasil, 13,5 mil escolas sem internet nas zonas rurais. Em nove meses não haverá nenhuma escola rural sem internet”, garantiu o ministro.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Kleber Sampaio

Financiamento imobiliário tem desafios para manter ritmo em 2021

Encarecimento de insumos e incertezas sobre renda acendem alerta

Publicado em 02/01/2021 – 08:01 Por Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Em meio à crise provocada pela pandemia de covid-19, um setor da economia brasileira encerrou 2020 em ritmo de superação. De janeiro a outubro, os financiamentos imobiliários concedidos com recursos da poupança totalizaram R$ 92,7 bilhões, crescimento de 48,8% em relação ao mesmo período de 2019, segundo os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Beneficiado pelos juros baixos, depósitos recordes na poupança, atuação dos bancos públicos e pela aprovação do programa Casa Verde Amarela,o setor imobiliário ganhou impulso no segundo semestre. No no entanto, enfrenta desafios para manter o crescimento em 2021, como o encarecimento de materiais de construção e as incertezas sobre a recuperação da economia.

Emprego e renda

Outro fator que alimenta uma interrogação em torno do crescimento do mercado imobiliário em 2021 reúne as incertezas em relação à velocidade da recuperação do emprego e da renda. Ao apresentar a projeção de crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em 2021, o presidente da Cbic, José Carlos Martins, classificou de “otimista conservadora” a expectativa da entidade. As avaliações para o próximo ano, no entanto, dividem-se.

O presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da Cbic, Celso Petrucci, diz que o déficit habitacional no Brasil e mudanças de comportamento da população depois da pandemia, como a procura por imóveis mais afastados de áreas densamente povoadas, ajudarão a manter aquecida a procura pelos financiamentos imobiliários.

Indústrias, fábricas,Obras de construção, edifício sede do SENAI,construção civil
Ritmo da construção civil contribuiu para criar empregos em 2020     (Agência Brasil/ José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados)

“Todos torcemos pela rápida recuperação na economia, pela queda do índice de desocupação, desemprego e por melhora na renda das famílias. Mas o Brasil tem tanta necessidade de habitação que isso não vem afetando o mercado e não afeta em 2021”, avalia Petrucci. Ele ressalta que o mercado imobiliário conseguiu crescer em 2020, mesmo com o emprego e a renda em queda e que a manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano ao longo de boa parte de 2021 continuará a impulsionar os contratos.

Base de comparação

Especialista em mercado imobiliário da FGV, o professor Pedro Seixas não é tão otimista. Para ele, a fraca base de comparação em relação a 2019 levou ao crescimento na concessão de financiamentos em 2020. 

Ele diz duvidar se a expansão será sustentável em 2021. “Existe uma retomada, mas a questão é se esse crescimento será sustentável por causa da renda e do emprego. Do ponto de vista pessoal, quem tem dinheiro deve aproveitar os juros baixos e comprar [um imóvel], mas é diferente de dizer que crescimento é sustentável”, analisa.

De acordo com Seixas, o setor imobiliário brasileiro, apesar do crescimento em 2020, está em nível semelhante a 2010. “Essa recuperação tem muito mais a ver com um efeito estatístico do que com uma reversão de tendência. O que determinará a demanda será a velocidade de recuperação da economia”, acrescenta. Para Petrucci, da Cbic, uma eventual estagnação da renda pode ajudar nas vendas no início de 2021 ao inibir as construtoras de repassar o aumento dos materiais de construção para o preço dos imóveis.

 

Edição: Kleber Sampaio

Isolamento social pode prejudicar desenvolvimento da fala de crianças

Alterações no sono e no comportamento também podem aparecer

Publicado em 27/12/2020 – 16:15 Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

O isolamento social – medida adotada para combater a propagação do novo coronavírus – pode trazer alguns prejuízos no desenvolvimento da fala e linguagem das crianças obrigadas a ficar em casa devido à pandemia, alertam especialistas. “Principalmente pela falta de estímulos ambientais e sociais que estavam anteriormente expostas, como por exemplo, na escola, saída com amigos e passeios em família”, explica a fonoaudióloga e especialista em linguagem Lilian Papis. 

Mesmo com a reabertura das escolas, muitos pequenos mantiveram sua rotina em casa com os pais trabalhando em home office ou sob os cuidados de outros adultos. Agora, com as férias escolares e o aumento do número de casos de covid-19, muitos pequenos voltarão a ficar exclusivamente em casa o que deve aumentar o uso de aparelhos eletrônicos como tablets, celulares ou computadores para distrair e entreter as crianças que acabam ficando privadas da comunicação verbal.

“Pode começar a haver atrasos no desenvolvimento oral, como também gráfico, dificuldades auditivas, tanto periféricas, pelo alto volume ou uso excessivo de fones de ouvido, como também de atenção e concentração e processamento auditivo central”, aponta a fonoaudióloga.

Os meses de quarentena em casa provocaram mudanças nos hábitos até mesmo das crianças que não tinha uma rotina escolar, pois os parques, clubes, praças e áreas de lazer foram fechados para evitar aglomerações.

É o caso do filho da zootecnista Paula Amano Yoshisato, Roberto, de 2 anos e meio. Ela conta que os planos eram que Roberto começasse a frequentar a escola este ano, mas, com a pandemia, ele continuou em casa, aos cuidados da mãe, em tempo integral. “Tínhamos mais contato com outras pessoas e área externa. Agora, ele quer ficar mais tempo em eletrônicos.”

Paula conta que, com a falta de convívio com outras pessoas e crianças, o filho deixou de falar as poucas palavras que já conhecia. Segundo os médicos e fonoaudiólogos, é um processo comum a crianças nessa idade que precisam de estímulos corretos para voltar a falar.

A mãe tem se esforçado para diminuir os efeitos negativos do isolamento no garoto. “Tenho estudado mais sobre atividades, como brincar com tinta, piscina, areia, hortinha”, conta Paula.

Na avaliação da fonoaudióloga Lilian Papis, crianças que estão começando a falar, por volta de 1 ano ou que estão em pleno desenvolvimento de fala e linguagem, entre os 2 ou 3 anos, devem ser diariamente estimuladas através dos cinco sentidos, audição, visão, tato, olfato e paladar. 

“É primordial cantar músicas, brincar com miniaturas, fantoches, contar histórias, nomear figuras ou pedir para que as repita, falar frases relacionadas ao que estão comendo, apresentar diferentes sabores ao seu paladar e estimular o olfato através do cheiro da comida, frutas; imitar sons de animais, meios de transporte, objetos eletrodomésticos, brincar de fazer caretas, mandar beijos, estalar a língua também ajudam muito”, enumera Lilian.

Retrocessos

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Desenvolvimento Regional conclui 6,2 mil obras em 2020, diz ministro

Ao todo, foram entregues 410 mil unidades habitacionais

Publicado em 22/12/2020 – 13:55 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, durante cerimônia de sanção do novo Marco Legal do Saneamento Básico.

Ao fazer hoje (22) um balanço das ações executadas ao longo deste ano, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse que foram concluídas 6,2 mil obras de pequeno, médio e grande portes nas áreas de habitação, saneamento, mobilidade, desenvolvimento regional e urbano, segurança hídrica e proteção e defesa civil.

Segundo a pasta, foram entregues neste ano 410 mil unidades habitacionais. Destas, 61 mil a famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil, o que beneficiou mais de 1,6 milhão de pessoas. “No início de 2020, quase 100 mil unidades paralisadas, mas 30 mil foram retomadas”, afirmou o ministro, ao apresentar as ações ministeriais.

Das 6,2 mil obras e intervenções concluídas, 3,1 mil estão relacionadas à mobilidade, 108 são empreendimentos na área de saneamento e 180 são de desenvolvimento regional e urbano, informou o ministro.

No total, foram pagos R$ 765 milhões a 346 municípios como forma de apoio financeiro da Defesa Civil nacional. Pelo menos 102 obras foram concluídas com recursos com esses recursos, sendo 55 obras estruturantes de segurança hídrica, 45 empreendimentos de urbanização e 1,5 mil sistemas de abastecimento de água. Além disso foram perfurados 946 poços.

No âmbito das superintendências de Desenvolvimento Regional foram concluídas mais de 200 obras nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Amazônica. Outras 90 ações foram implementadas por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) nas áreas de pavimentação, apoio aos setores produtivos, preservação de nascentes, sistemas de abastecimento e esgotamento sanitário.

Empregos

O ministério estima, também, que as ações contribuíram para manutenção e geração de 4 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos, “em um período em que todos os países sofreram com severos efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia mundial da covid-19”.

A pasta destacou ações para a ampliação de investimentos feitos por meio de parcerias público-privadas, por meio da reestruturação de políticas públicas que visam apoiar e ampliar oportunidades nos setores produtivos que melhoram a qualidade de vida da população.

Na avaliação de Marinho, o novo Marco Regulatório do Saneamento e o programa habitacional Casa Verde e Amarela trazem mudanças “estruturantes” nos processos e na legislação, de forma a dar “eficiência à aplicação dos recursos públicos”.

Água potável

Uma das prioridades do ministério é levar água potável para famílias que ainda dependem de carros-pipas ou de outras fontes que não oferecem garantia constante de abastecimento, de acordo com nota da pasta. No total, foram entregues neste ano 2,4 mil obras e equipamentos para ampliar a oferta de água, incluindo sistemas de abastecimento, adutoras, microssistemas, dessalinizadores, barragens, açudes e perfuração de poços.

O ministério investiu cerca de R$ 1,7 bilhão em projetos como integração do Rio São Francisco, Cinturão das Águas do Ceará, vertentes litorâneas da Paraíba, ramal e adutora do Agreste Pernambucano, canal do Sertão Alagoano e barragem de Oiticica, no Rio Grande do Norte.

Ao lançar o edital do Programa Águas Brasileiras, na última sexta-feira (18), o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse que um dos objetivos de sua pasta é plantar árvores em parceria com a iniciativa privada. A ideia é avançar na instituição de “mecanismos de inversão de multas ambientais” e de pagamentos por serviços ambientais.

“O programa permite que empresas ONGs, universidades, fundações e empresas privadas apresentem projetos de recuperação de nascentes e bacias degradadas. A ideia é proteger as nascentes, desassorear os rios, preservar barrancas, plantar matas ciliares, tratar o esgoto das cidades ao longo dos perímetros. Além disso, acondicionar de forma adequada os resíduos sólidos e, principalmente, permitir que a população ribeirinha se integre no processo com arranjos produtivos locais que permitam o desenvolvimento sustentável”, disse.

O programa conta com a participação de ministérios e Controladoria Geral da União. Estão envolvidos Agricultura, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional que vão atuar na recuperação águas degradadas, na revitalização de áreas de preservação permanente, informou o ministro. O edital do programa deve ser publicado em janeiro.

Saneamento

Segundo o ministro, o setor de saneamento é o grande “problema brasileirol”, uma vez que “mais de 100 milhões que não têm tratamento adequado de esgoto”.

“Nosso cartão-postal, a Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, é a ponta de iceberg. Estamos negociando com o governo local a possibilidade de a iniciativa privada se associar à companhia do estado para investir e levar tratamento de água e esgoto a 100% da população ao longo dos próximos 12 ou 13 anos. Uma das ações consignadas é a despoluição da Baía da Guanabara”, disse.

Edição: Maria Claudia

Blues e Greens Bonds para redesenvolver o Brasil

O velho pacto que unia o primitivo e o seu habitat foi rompido de forma unilateral pelo homem, logo que este considerou que já era suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por ele mesmo. (Jean Dorst)

O excelente trabalho da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) focado no financiamento privado do desenvolvimento sustentável, explora o potencial dos investimentos, onde destacam-se os Blue e Green Bonds – títulos azuis e verdes. Assim, fomenta a sustentabilidade e apoia projetos que mitigam a mudança climática e preservam o ambiente: ar, mar e território.

Crédito da foto: Isto É Dinheiro.

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Green bonds têm no Brasil um mercado atraente

Pela multiplicidade de possibilidades de investimentos, esses títulos podem ser tratados institucionalmente por uma infinidade de abordagens. Entretanto, o potencial de ganhos futuros, evitando os perdedores, será o fator que irá definir o investimento temático. Mal comparado, tratar a triagem temática como um processo de gerar commodity. Assim, Investimento Verde é um termo amplo e interessante. Pode produzir, preservar, gerar trabalho e riqueza.

Editorial 
SOS Amazônia

Da mesma forma, são várias as ações e motivações por parte do investidor. E, sem sombra de dúvida, o Brasil se traduz na melhor oportunidade do mundo para esses papéis. Do sol ao fundo do oceano, passando pelo ar, à preservação e exploração das florestas. Por exemplo, o intenso programa de implantação de infraestrutura tem desafios que demandam técnicas sustentáveis e competitivas, financiáveis por esse portfólio da nova economia.

Sociedade Nacional de Agricultura 
Arco Norte é solução para o sistema logístico brasileiro, afirmam especialistas

Indubitavelmente, é na floresta amazônica, através do manejo e extrativismo ainda muito a serem explorados, que os fatores verdes, até agora com pouca importância como ativos alternativos, poderão ser valorizados. Está na hora de nascer uma economia única de frutos, ervas e raízes de uma gastronomia fina e tipicamente brasileira, processada com técnicas e tecnologias sustentáveis. Através de definição e padrões de forma a fazer uso produtivo da amplitude de conhecimento da Universidade.

Artigo | Mayra Castro 
A Amazônia como produto Caviar

Decerto, a Economia Sustentável é uma realidade mundial irreversível. Portanto, impulsionar esse setor no Brasil é prioridade. Visto que a sua potencialidade ambiental para investimentos com Sustainable Bonds (títulos sustentáveis), e a sua competência acadêmica para valorizar esse projeto, com inovação e produtividade, são invejáveis.
Saindo para participar desse empreendimento, em breve, o Webinar Portogente Green Bonds .

“Novo Parque Industrial e Logístico será decisivo para o desenvolvimento de Ilhéus”, diz prefeito ===>>> 12/01/2016

O equipamento será às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna e gerido através de parceria público-privada

O prefeito Jabes Ribeiro, assinou nesta segunda-feira, 11, decreto que desapropria área de 2,7 milhões de metros quadrados localizada às margens da BR-415, entre o bairro do Salobrinho e o hipermercado Atacadão, onde será implantado o novo Distrito Industrial e Logístico do Município. A iniciativa, de acordo com o gestor, “prepara nosso município e região para o futuro, criando uma estrutura capaz de receber grandes empresas, muitas delas que deverão chegar aqui vinculadas a projetos como o Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste”. O ato contou com a presença do presidente da Sudic, órgão do governo da Bahia, Jairo Vaz.

A localização do novo parque industrial, segundo Ribeiro, demonstra a preocupação da administração ilheense com o desenvolvimento regional. “Não cabem mais discussões municipais, bairristas. Ou desenvolve conjuntamente, ou tende a fracassar”. O Parque Industrial e Logístico nasce com área para suportar mais de 300 empresas, “entre indústrias, prestadoras de serviços, comércio”, destacou o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá), um dos precursores da ideia, ainda quando ocupava a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Sedic). O projeto contou com apoio da Sudic na elaboração dos estudos técnicos de viabilidade.

Segundo Cacá, em sua viagem à cidade de Brusque, em Santa Catarina, no ano passado, foi possível perceber a possibilidade de criação e manutenção exitosas de parques industriais multisetoriais, geridos em parceria entre o município e a iniciativa privada, “que abrigam empresas, indústrias, prestadoras de serviços de diversos ramos econômicos, o que amplia o leque de opções a quem quer aqui investir”.

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ZPE, DESENVOLVIMENTO, GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.

O cenário já está desenhado.

Chegou o momento dos  eventos empresariais saírem dos releases, programas radiofônicos, e tornarem-se realidades.

 

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