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:: 26/jan/2022 . 15:59

Pequenas empresas são responsáveis por 70% dos novos empregos

Pesquisa, referente a novembro de 2021, é do Sebrae

Publicado em 26/01/2022 – 15:33 Por Agência Brasil – Brasília

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que as micro e pequenas empresas seguem como as principais geradoras de novas vagas de emprego. De acordo com levantamento, feito com base no Caged, o setor foi responsável por cerca de 76% das vagas de emprego no país. Os dados correspondem ao mês de novembro de 2021. 

Na avaliação do Sebrae, há 15 meses seguidos os pequenos empresários geram a maioria das vagas de emprego no Brasil. A média mensal do período é superior a 70% de participação na criação de novas vagas. 

O comércio foi responsável pela abertura de 116,7 mil postos, seguido pelos setores de serviços (98,7 mil), construção (16,7 mil) e indústria (15,2 mil). 

No caso das empresas de médio e grande porte, o maior número de postos de trabalho foi gerado nas firmas do setor de serviços (80,8 mil vagas), seguido pelo comércio (21,3 mil). A agropecuária, indústria e a construção apresentaram saldo negativo de criação de novas oportunidades. 

Edição: Fernando Fraga

PARECE QUE ILHÉUS VENCEU A COVID-19

O antigo posto central  do tratamento da pandemia, instalado no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, foi desativado.

Agora é um espaço utilizado para shows e eventos.

Casos de SRAG tendem a crescer no DF e em 24 estados, diz Fiocruz

Rondônia e Espírito Santo são as exceções

Publicado em 25/01/2022 – 19:32 Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ. Foto: Erasmo Salomão/MS

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) tendem a crescer em 25 das 27 unidades federativas brasileiras, segundo o Boletim Infogripe, divulgado hoje (25) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A tendência é identificada tanto nas análises de curto e de longo prazo, que consideram as últimas três e seis semanas, respectivamente.

As duas exceções são Rondônia e Espírito Santo, mas apenas o estado da região Sudeste não apresenta tendência de crescimento nem no curto nem no longo prazo. No caso de Rondônia, a avaliação das últimas três semanas já aponta tendência de alta nos casos de SRAG.

Quando a análise se concentra nas capitais, a Fiocruz observa que 23 das 27 apresentam tendência de crescimento no longo prazo. Em Porto Velho e Vitória, porém, já pode ser observado crescimento na tendência de curto prazo. Já em São Paulo, a tendência é de estabilidade e, em Salvador, de queda.

O boletim lembra que o sinal de crescimento da síndrome respiratória aguda grave se mantém desde o início de dezembro. Diferentemente de outros momentos da pandemia, em que o SARS-CoV-2 chegou a ser responsável por mais de 90% dos casos de SRAG em que havia confirmação de infecção viral, nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o Influenza A chegou a responder por 23,4% dos casos virais de SRAG, enquanto o coronavírus foi o causador de 65,2%.

Para os pesquisadores do boletim, houve aumento significativo de casos associados ao vírus Influenza A (gripe) no fim de novembro e ao longo do mês de dezembro, inclusive superando os registros de covid-19 em algumas destas semanas.

“Embora os dados associados às últimas semanas ainda sejam parciais, há indício de que a epidemia de Influenza já tenha iniciado o processo de queda na maior parte do país, com exceção de alguns estados”, informa a Fiocruz.

Edição: Nádia Franco

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