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:: 22/ago/2021 . 15:21

Brasil envia ajuda humanitária ao Haiti

Avião da Força Aérea leva mais de 10 toneladas de insumos  

Publicado em 22/08/2021 – 09:12 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Neste domingo (22), a aeronave KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB), que integra a Missão Humanitária Multidisciplinar do Brasil, decolará da Ala 1 – Base Aérea de Brasília, no Distrito Federal, com destino a Porto Príncipe, capital do Haiti.

Trinta e dois bombeiros e um representante do Ministério do Desenvolvimento Regional estão a caminho do Haiti, levando cerca de 7 toneladas de materiais e equipamentos de emergência, além de 3,5 toneladas de medicamentos e insumos estratégicos do Ministério da Saúde. A missão tem por objetivo ajudar o Haiti a amenizar os problemas decorrentes de terremotos que atingiram o país desde o dia 14 de agosto, resultando em mais de 2 mil mortes e 10 mil feridos até o momento.

O avião de transporte KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB), decola levando ajuda humanitária para Porto Príncipe, capital do Haiti.
O avião leva 10 toneladas de insumos- TV Brasil

O avião de transporte KC-390 Millennium decolou da Base Aérea de Brasília na manhã de hoje (22) e a previsão é de que, após paradas para abastecimento em Cachimbo (PA) e em Boa Vista (RR), desembarque às 19h25 (horário de Brasília) em Porto Príncipe, a capital haitiana. O retorno a Brasília está previsto para amanhã (23), às 08h20.

Pouco antes do embarque, em cerimônia na Base Aérea de Brasília, o presidente Jair Bolsonaro lembrou que a solidariedade é uma marca do povo brasileiro. “Recebi o pedido e, com o apoio das Forças Armadas e do corpo diplomático, essa missão foi armada. Esse pequeno contingente terá grande missão e simbolismo”, disse o presidente.

 

Em meio às 3,5 toneladas de medicamentos e insumos enviados há, segundo o Ministério da Defesa, cinco kits que podem, cada um, atender até 10 mil pessoas em situações de desastre. Também foram enviados materiais de uso hospitalar disponibilizados pela Força Nacional do SUS, como macas, colares cervicais, biombos, além de insulina humana tipo regular, medicamento que tem ação rápida em casos de choque, ocasionado pela diminuição anormal do volume do sangue.

Edição: Claudia Felczak

Escola contratou assessoria pedagógica para orientação

Natal

Escola contratou assessoria pedagógica para orientação

Atualizado: 01:28:05 – 21/08/2021

Alinhar a proposta pedagógica do CEI com as mudanças do Novo Ensino Médio não foi tarefa simples, mesmo a escola tendo entre seus principais valores a preocupação com o projeto de vida dos estudantes. Para aperfeiçoar ainda mais a estrutura curricular e adequá-la à nova demanda, Fabiana Reis, orientadora educacional do Ensino Médio das unidades da Romualdo Galvão e da Roberto Freire, conta que uma assessoria pedagógica foi necessária para organizar a mudança. Fabiana Reis garante que a escola está preparada para o novo momento.

“Dentro dos itinerários informativos, temos as disciplinas que chamamos de componentes curriculares eletivos, que são as que os alunos vão escolher a partir da 1ª série do Ensino Médio. Haverá, como sempre houve, um trabalho conjunto, com todas as áreas do conhecimento, seja nas aulas temáticas, seja nas práticas integradas”, afirmou. Reis destacou que a mudança de carga horária, conforme exigida pelo MEC, já é seguida pelo CEI. A partir do próximo ano, no entanto, a escola pretende ampliar ainda mais. “Serão 750 horas além do que o MEC propõe”, comenta.

Legenda: CEI já usa carga horária maior e vai ampliar
Créditos: magnus nascimento

A orientadora educacional do Ensino Médio do CEI reforça, ainda, a proximidade já existente entre as mudanças definidas pela Base Nacional Comum Curricular e a organização da própria escola. “O MEC está trazendo referências que a gente já tinha, tanto em termos de carga horária, quanto em relação à perspectiva do que o aluno estava fazendo. Quando criamos nosso planejamento, pensamos sempre que os alunos têm um interesse em um Projeto de Vida. Isso nunca foi desvinculado da nossa prática”, assegura.

O CEI conta atualmente com aulas chamadas de Atividades de Enriquecimento Curricular, que não são obrigatórias. São aulas de monitoria, de estudos avançados à iniciação científica, educação financeira, aplicação de conteúdos e olimpíadas. Tudo está à disposição do aluno a depender do seu projeto de vida. Com as novas regras da BNCC, as atividades passarão a fazer parte da Base Curricular.

Além disso, o CEI oferece aos estudantes oportunidades para aqueles que querem cursar o Ensino Superior em instituições de outras regiões do Brasil e até fora do País. “Temos um curso chamado Preparação para Vestibulares, onde a gente dá aula com base em instituições como Fuvest, Unicamp e outras. A escola sempre teve a preocupação de propor ao aluno condições e acompanhamento, a depender das escolhas deles. Temos também um projeto para alunos que querem cursar o Ensino Superior fora do País, porque a forma de acesso às universidades no exterior é diferente daqui. Portanto, são aulas direcionadas”, explica Fabiana Reis.

União

Além das opções já existentes, o CEI quer ampliar ainda mais a oferta de possibilidades para os estudantes e deve aproveitar bem as mudanças do MEC para isso. A escola deverá unir mais de uma área em projetos integradores para trabalhar novas perspectivas junto ao corpo discente. Desse modo, os projetos unirão Linguagens a Ciências Humanas para poder ampliar o repertório para a Redação no Enem. “Nesse aspecto, teremos simulações que já são realizadas na UFRN e no IFRN”, conta Fabiana Reis.

Segundo ela, Ciências da Natureza e Matemática também serão integradas. “Não teremos mais laboratórios de Química, Física e Matemática. Serão laboratórios de áreas, ou seja, quando houver uma aula vinculada à Física, por exemplo, Matemática e Biologia também vão acontecer. Tudo ao mesmo tempo”, explica. Uma parceira com a UFRN garantirá que as atividades eletivas da escola permaneçam e outras sejam criadas. “Além das aulas de educação científica e educação financeira, teremos aulas de aulas de criação de startups e química forense”.

Bioacústica é usada para conservar biodiversidade em ilhas oceânicas

Proposta é de pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora

Publicado em 21/08/2021 – 17:37 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha. Raul Rio/Ocean Sound

O uso da ferramenta da bioacústica para conservação da biodiversidade marinha é a proposta da equipe de pesquisadores, coordenada pelo professor de medicina veterinária da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Raul Rio, que iniciou o trabalho pela ilha oceânica de mais fácil logística, que é a Ilha de Fernando de Noronha. O arquipélago vulcânico está situado a cerca de 350 quilômetros ao largo da costa nordeste do Brasil.

O projeto usa a bioacústica para avaliar o comportamento dos cetáceos que se abrigam nas ilhas oceânicas. “Quando a gente fala em cetáceos, estamos falando de baleias, golfinhos, inclusive de botos, nas quatro ilhas oceânicas que são Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo (pertencente a Pernambuco), Atol das Rocas (agrupamento de ilhas vinculadas ao estado do Rio Grande do Norte), e Trindade e Martins Vaz (arquipélago localizado no Oceano Atlântico, na costa do Espírito Santo)”, disse o professor da UFJF à Agência Brasil.

Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha
Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha – Raul Rio/Ocean Sound

 

Nessas ilhas, o grupo já tem estrutura montada e autorizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar os estudos. Rio é também presidente da organização não governamental (ONG) Ocean Sound, que reúne pesquisadores nacionais e estrangeiros que utilizam a bioacústica em pesquisas científicas.

Impacto acústico

O pesquisador informou que a escolha de Fernando de Noronha para dar partida aos trabalhos se deu também pelo impacto acústico muito grande que o crescimento da atividade turística gera para os golfinhos, seja pelas embarcações, pelas canoas havaianas, pelos barcos de observação. “É uma coisa que nos preocupa muito. Tudo isso tem impactado muito o comportamento dos golfinhos em Noronha, que já mudou muito nos últimos anos”.

O professor explicou que os golfinhos costumavam ficar no local conhecido como Baía dos Golfinhos, onde foi instalado um hidrofone, para captação de sons no oceano. “Mas a gente já observa, nos últimos anos, que eles estão se distribuindo para vários pontos da ilha e, curiosamente, um dos pontos é o porto, onde existe grande número de embarcações”. Ele afirmou que essa relação paradoxal do impacto do ruído antropogênico com a aproximação dos animais das áreas mais habitadas é uma incógnita que os pesquisadores querem entender melhor.

A equipe em Fernando de Noronha é integrada por sete pesquisadores. A pesquisa é importante também porque os golfinhos habitam a ilha. Pela manhã, eles buscam abrigos em águas transparentes onde podem descansar, socializar, cuidar dos filhotes e se reproduzir. À noite, eles deixam a ilha para se alimentarem de lulas, camarões e peixes que afloram em superfícies de mais fácil acesso no oceano. A população de golfinhos de Fernando de Noronha é estimada em torno de 2,7 mil animais, à média de 250 a 300 por dia.

Preservação

“Esse é um dos atrativos de Noronha”, disse Raul Rio. Por isso, ele defende a importância da preservação da espécie para garantir sua qualidade de vida e também para sustentar economicamente a ilha. “A gente quer utilizar a ciência, a pesquisa científica, para dar subsídio para que os gestores possam utilizar essas informações para gerar políticas públicas que permitam o equilíbrio sustentável entre turismo e conservação”. Destacou ainda a necessidade da educação ambiental para os visitantes. “É uma questão multidisciplinar, de educação ambiental, que passa pelos turistas, pelos moradores e autoridades da ilha. É necessário que todos tenham essa consciência de longo prazo”.

O trabalho em Fernando de Noronha tem prazo mínimo previsto de execução de cinco anos. “É um projeto de longo prazo, que chamamos monitoramento acústico de longo prazo”. O pesquisador e a ONG Ocean Sound estão buscando parcerias para ajudar na compra dos equipamentos, que são muito caros.

No início de 2022, a pesquisa de bioacústica se estenderá até a Ilha São Pedro e São Paulo; chegará ao Atol das Rocas no final desse ano ou começo de 2023; e a partir daí abrangerá Trindade e Martins Vaz. “Uma vez a pesquisa iniciada, ela não para. Continua. A gente vai somando as outras ilhas oceânicas a esse nosso calendário até ter, daqui a quatro anos, o monitoramento completo e continuo das quatro ilhas oceânicas”, disse o pesquisador e professor da UFJF. 

Edição: Maria Claudia

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