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:: 24/mar/2021 . 17:17

Ao vivo: Marcelo Queiroga fala sobre reforço no combate à pandemia

Novo ministro fará reestruturação no sistema público de saúde

Publicado em 24/03/2021 – 16:35 Por Agência Brasil – Brasília

O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19. O ministro também deverá falar sobre a reformulação do sistema público de saúde e sobre a intensificação da campanha de imunização, além da produção nacional de vacinas contra o novo coronavírus.

Acompanhe ao vivo

*Conteúdo em atualização durante a transmissão do evento.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Ministro da Cidadania diz que governo estuda mudanças no Bolsa Família

João Roma esteve hoje em audiência pública na Câmara dos Deputados

Publicado em 24/03/2021 – 14:49 Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Ministro de Estado da Cidadania, Joao Roma, discursa após sua cerimonia de posse

O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou hoje (24) que o governo avalia fazer mudanças no programa Bolsa Família. De acordo com o ministro, há um estudo em discussão na pasta tratando da ampliação do programa. Em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, Roma disse que haverá uma reunião na próxima semana com integrantes da Frente Parlamentar Mista de Renda Básica para debater o tema, mas não deu maiores detalhes.

“Há uma estudo no ministério buscando o fortalecimento do programa Bolsa Família. Tenho conversado com diversos colegas parlamentares, de diversas correntes, sobre o tema e inclusive pré-agendamos uma reunião, no dia 29 de março, com a Frente Parlamentar de Renda, onde vamos discutir um pouco para que a gente possa buscar agregar e construir uma proposta de ampliação do programa”, afirmou.

A intenção do governo, disse Roma, é que a mudança no programa seja implantada a partir de agosto, após o final do pagamento do auxílio emergencial, previsto para julho. Na audiência, o ministro reafirmou ainda que o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial será realizado a partir do mês de abril. De acordo com Roma, a pasta está finalizando os contratos com a Dataprev e a Caixa Econômica Federal (CEF) para finalizar o calendário de pagamentos.

“Estou confiante em conseguir executar o pagamento já agora no mês de abril, de uma forma tranquila, transparente, evitando aglomerações, dando o máximo de informações e recursos digitais também, para que essas famílias possam receber esses recursos”, disse Roma.

A nova rodada de pagamento do auxílio será paga em três valores diferentes. Serão R$ 150 para os beneficiários que moram sós; R$ 250 para famílias e R$ 375 às mulheres que são chefes de família. No total, serão pagas quatro parcelas nos meses de abril, maio, junho e julho. A previsão é que 46 milhões de famílias deverão ser beneficiadas com a medida.

“Essa nova rodada de auxílio deve abranger cerca de 46 milhões de beneficiários. Acredito que teremos números precisos no final da próxima semana com o detalhamento inclusive de quais públicos específicos poderemos dispor”, disse Roma.

Edição: Aline Leal

Pfizer e Janssen exigiram do Brasil adiantamento em dólar e pago no exterior

Sem vacinas no mercado e sendo Pfizer e Janssen as melhores, o Brasil teve de acatar exigências, que em outros tempos seriam inaceitáveis

As farmacêuticas Pfizer e Janssen abusam do poder de produzirem as duas vacinas mais eficazes contra Covid. No Brasil, além de exigirem aprovação de lei federal isentando-as de responsabilidade em caso de efeitos colaterais, ambas impuseram pagamento antecipado, lá fora, de uma espécie de “sinal”. No caso das Pfizer, R$1,098 bilhão, equivalentes a US$200 milhões, e mais R$521 milhões (US$95 milhões) à Janssen. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Sem vacinas no mercado e sendo Pfizer e Janssen as melhores, o Brasil teve de acatar exigências, que em outros tempos seriam inaceitáveis.

Os dois pagamentos tiveram de ser feitos em dólares, sem conversão para reais, e no exterior. Assim, não terão de pagar impostos no Brasil.

O governo brasileiro comprou 100 milhões de doses da Pfizer e 38 milhões da Janssen, que tem a grande vantagem de dose única.

Sob pressão e fragilizado, o governo não teve alternativa senão comprar as vacinas, para evitar a acusação de dar as costas às melhores vacinas.

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