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:: 12/fev/2021 . 15:09

Desmatamento na Amazônia tem queda de 70% em janeiro, diz governo

Avisos de desmatamento caem 21% nos últimos 6 meses

Publicado em 12/02/2021 – 12:01 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O mês de janeiro apresentou a menor área de alertas de desmatamento na Amazônia Legal dos últimos quatro anos, com uma redução de 70% em relação a janeiro de 2020. A informação foi divulgada hoje (12), em Brasília, pelo Ministério da Defesa, com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo a pasta, nos últimos seis meses, os avisos de desmatamento tiveram redução de 21%.

“Entre agosto de 2020 e janeiro de 2021 foram 988 km² [quilômetros quadrados] de redução em alertas, de acordo com dados do Inpe. A título comparativo, trata-se de uma área superior à área urbana da cidade de São Paulo – maior centro urbano do país com aproximadamente 950 km²”, informou o Ministério da Defesa.

A pasta acrescentou que esses dados demonstram “o bom desempenho” do trabalho integrado coordenado pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal na região, principalmente por meio da Operação Verde Brasil 2. 

Do início da operação, em maio de 2020, até janeiro deste ano, foram apreendidos 331 mil metros cúbicos de madeira, 1.699 embarcações, 326 tratores e 20 aviões/helicópteros, resultando na aplicação de 4.842 multas no valor total de R$ 3,33 bilhões.

As ações do conselho visam à otimização das equipes de campo por meio do trabalho técnico-científico de analistas de órgãos governamentais reunidos no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), em Brasília, que é subordinado ao Ministério da Defesa.

Banco de dados

“O Grupo de Integração para Proteção da Amazônia (Gipam) faz a fusão e verificação de informações disponíveis nos bancos de dados de agências de proteção ambiental e órgãos policiais e elabora relatórios que mostram detalhes sobre onde ocorre o desmatamento e o garimpo ilegal. A partir desses relatórios, o comando da Operação Verde Brasil e os órgãos ambientais realizam o planejamento das ações das Forças Armadas e equipes de fiscalização”, explicou o Ministério da Defesa.

O grupo é composto pelos seguintes órgãos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Serviço Florestal Brasileiro, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Fundação Nacional do Índio (Funai), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Agência Nacional de Mineração (ANM).

O cruzamento de alertas de desmatamento – com registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do banco de dados dos estados – é uma das metodologias aplicadas pelos analistas no Censipam. Assim, é possível verificar se as áreas tiveram autorização para realizar o desmate.

Historicamente, a queda nos alertas de desmatamento em janeiro também acontece devido à forte cobertura de nuvens de chuva nesta época do ano na região.

Edição: Kleber Sampaio

Salles oferece a atores e banqueiros ‘ambientalistas’ a adoção de parques florestais

Ministro detalha “Adote um Parque”, que dá oportunidade a grandes empresas ajudarem a preservar a Amazônia

Estrangeiros que gostam de apontar o dedo para o Brasil quando o assunto é a Amazônia agora têm a chance de fazer alguma coisa efetivamente.

Com o objetivo de destinar mais recursos para 132 unidades de conservação em 15% do território, o governo federal lançou esta semana o projeto “Adote 1 Parque”, antecipado pelo Diário do Poder no último dia 3.

A rede de supermercados Carrefour já aderiu ao “Adote 1 Parque”, comprometendo-se a doar R$3,7 milhões por ano para manutenção do parque florestal Lago do Cuniã, em Rondônia.

Ator ‘ambientalista’

O ator Leonardo DiCaprio, por exemplo, já fez publicações na internet criticando o presidente Jair Bolsonaro por incêndios em áreas de preservação.

Agora, com o programa, personalidades milionárias como ele podem provar que a preocupação é verdadeira, afirma o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Ele contou, em entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, que ao tomar conhecimento das críticas do ator, cujo nome não citou, “eu afirmei: ‘olha, estamos lançando o programa Adote um Parque. Você vai adotar?” E complementou: “Até hoje espero uma resposta”.

Banqueiro ‘ambientalista’

Cada participante doa 50 reais por hectare, o que representaria, por exemplo, 5 milhões de reais anualmente para uma área de 100 mil hectares. Para Salles, a quantia não é significativa para empresas.

“Para banqueiro não é nada”, disse, referindo-se ao presidente do banco Itaú, Cândido Bracher, que tem revelado súbita preocupação com o meio-ambiente no Brasil.

Para se ter ideia do que isso significa, na média, cada uma das 132 áreas do programa conta tem orçamento de apenas R$200 mil por ano.

O programa “Adote 1 Parque” está aberto a pessoas físicas e ao setor privado nacional ou estrangeiro, sem contrapartidas fiscais por parte do governo federal.

O  ministro Ricardo Salles foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, pelos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.

Governo prepara privatização da ‘Eletrossauro’ excluindo altos salários

Eletrobras vai extinguir contratos de empregados com tempo mínimo de contribuição ou aos 75 anos

A Eletrobras decidiu fazer valer a Emenda Constitucional 103 (reforma da Previdência) e extinguirá a partir deste mês os contratos de trabalho de seus empregados e das subsidiárias que atingiram o tempo mínimo de contribuição e a idade de 75 anos, como no serviço público.

Isso atingirá a “eletrocracia” de salários mais altos, que há anos impede a oxigenação da empresa.

A iniciativa é uma mudança de atitude em relação à gestão de Wilson Ferreira Junior, ex-presidente da “Eletrossauro”, acusado de não adotar medidas preparatórias para sua privatização. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com a entrada de sangue novo nas empresas, a expectativa geral no governo é de aumento da produtividade e do interesse na privatização.

A mudança foi anunciada esta semana e deve reduzir as despesas com a folha e os prejuízos das subsidiárias.

Segundo o documento enviado a funcionários, a medida é irreversível e atingirá empregados que vierem a completar 75 anos e tempo de serviço.

Atenção Primária receberá mais de R$ 416 milhões para reforçar ações

A medida tem objetivo de diminuir os impactos da pandemia da covid-19

Publicado em 12/02/2021 – 06:18 Por Agência Brasil* – Brasília

O Ministério da Saúde vai repassar mais de R$ 416 milhões para apoiar ações no âmbito da Atenção Primária pelo Programa Previne Brasil nos municípios e no Distrito Federal. O valor foi definido com base em critério populacional para os quatro meses iniciais do ano pela Portaria nº 238 publicada no Diário Oficial da União dessa quinta-feira (11) e tem o objetivo de diminuir os impactos da pandemia da covid-19,.

De acordo com o ministério o Previne Brasil trouxe mudanças importantes para a gestão da Atenção Primária, como a possibilidade repassar mais recursos para os municípios mais necessitados, o que gerará impacto na qualidade dos serviços de saúde a que a população tem acesso.

“Buscamos elaborar políticas que melhor atendam às diversas realidades do nosso País. Os municípios podem contar com a gestão do presidente Bolsonaro para entregar uma assistência de qualidade, e as pessoas podem contar com o SUS”, disse o secretário da Atenção Primária à Saúde, Raphael Parente.

Com a medida, o governo federal prorroga o adicional per capita de R$ 5,95 multiplicado pela estimativa da população, além de repassar o equivalente a 100% do potencial de cadastros para os primeiros quatro meses do ano. Para o cálculo, foram considerados os dados populacionais do ano de 2019 divulgados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso quer dizer que o cálculo do incentivo financeiro da captação ponderada no ano de 2021 poderá ultrapassar a população estimada pelo IBGE, quando o município ou Distrito Federal possuir um número superior de pessoas cadastradas.

Em vigor desde janeiro de 2020, o Previne Brasil mudou a forma de repasse de recursos aos municípios, que se dá a partir de três critérios: cadastro de pessoas nos serviços da Atenção Primária, pagamento por desempenho (indicadores de saúde) e incentivo para ações estratégicas (credenciamentos em programas e ações do Ministério da Saúde). 

O objetivo do Previne Brasil é incentivar os municípios a cadastrarem mais usuários nos postos de saúde, ampliando o vínculo entre pacientes e equipes de saúde, equilibrar valores financeiros per capita referentes à população cadastrada nas equipes de saúde e incentivar a adesão a programas específicos, como o Saúde na Hora (ampliação do horário de atendimento nos postos de saúde), o Informatiza APS (dados digitais dos pacientes pelo Prontuário Eletrônico) e o Consultório na Rua.

*Com informações do Ministério da Saúde

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