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SEM CONTROLE ALGUM, ILHÉUS É ATACADA PELOS 2 VETORES.

 

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?


Custos de ocupação que batem em 20% do faturamento têm levado marcas a repensarem locais e modelos de loja, como o Rei do Mate (acima). Mas é preciso avaliar os prós e contras antes de trocar


  Por Karina Lignelli 07 de Maio de 2019 às 08:00  | Repórter lignelli@dcomercio.com.br


Até que ponto vale a pena fechar uma loja no shopping e ir para a rua? Não é de hoje que muitos lojistas, em especial os donos de lojas satélite (de 180 m2 de área de vendas, em média), estão insatisfeitos com os altos custos de manter uma operação num centro de compras. A recuperação do varejo em marcha lenta e o elevado nível de desemprego também não têm ajudado muito a reverter essa situação.

Em números atuais, somando apenas aluguel, condomínio e fundo de promoção, esse pequeno ou médio lojista destina, em média, de 15% a 20% do faturamento mensal para cobrir esses custos. É o que estima a GS&BGH Real Estate, braço da consultoria GS&MD especializada no mercado imobiliário de shoppings e varejo em geral.

LEIA MAIS:Os shopping centers podem virar centros de distribuição?

A questão tem se mostrado tão proibitiva que cerca de 70 marcas, a maioria de vestuário e calçados, criaram, em março passado, uma associação própria – a Ablos (Associação Brasileira de Lojas Satélites) – para negociar diretamente com os donos dos empreendimentos na tentativa de equilibrar essa equação.

Algumas até já consideram fechar lojas em shoppings e migrar para a rua para cortar custos, conforme reportagem recente publicada pelo jornal o Estado de São Paulo. Mesmo que isso implique num fluxo menor de pessoas.

E não é para menos: de acordo com a Ablos, enquanto as satélites desembolsam dois dígitos de seu faturamento para custear somente essas despesas de ocupação, as lojas-âncora, ou seja, grandes redes varejistas do tipo Renner e C&A, citando apenas as mais conhecidas, destinam apenas 3% a 5% das vendas para o mesmo fim.

Por essa lógica, por terem mais gastos com propaganda, estoque e funcionários – e o encargo de atrair o maior fluxo de pessoas -, convencionou-se, no passado, de forma não-oficial, que as grandes pagariam menos pelo custo de ocupação.

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Arthur Lira é eleito presidente da Câmara, com 302 votos, e revoga ato de Maia

 Candidato do PP foi eleito para substituir Rodrigo Maia, que ocupa o cargo desde julho de 2016

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito na noite desta segunda-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados para um mandato de dois anos, no biênio 2021-2022.

Ele substitui a Rodrigo Maia (DEM-RJ), que estava no cargo desde 2016, após substituir Eduardo Cunha (MDB-RJ), que havia sido cassado. O alagoano obteve 302 votos contra 145 votos de Baleia Rossi (MDB-SP), o segundo colocado na disputa.

Ao discursar, Lira destacou que a cadeira do presidente da Câmara é giratória, movendo-se para a esquerda e para a direita, para dar a oportunidade a seu ocupante de levar em conta todas as tendências político-ideológicas da Casa.

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Após o discurso de posse, Arthur Lira assinou ato em que torna sem efeito a decisão do antecessor de acolher o registro de bloco partidário, liderado pelo PT, realizado fora do prazo. Lira considerou que a decisão de Maia ignorou o que dispõe o regimento interno da Casa.

Com isso, o novo presidente reabriu prazo para registro de candidaturas aos demais cargos da Mesa Diretoria, mas obedecendo o critério da proporcionalidade. Essa providência inviabiliza a pretensão do PT de ocupar a primeira-secretaria e garante ao bloco de apoio do novo presidente mais dois cargos na Mesa.

Ao assumir o cargo, o alagoano disse querer que a Câmara voltasse a ser de “todos os deputados e não de apenas um”. Ele proferiu o discurso de posse ao lado do pai, ex-deputado e ex-senador Benedito de Lira, atual prefeito da Barra de São Miguel.

Somados, os demais candidatos obtiveram quase 70 votos.

Lira é apenas o segundo parlamentar do PP a ser eleito para o cargo mais alto da Mesa Diretora e o terceiro a exercer o cargo. A eleição de Lira também marca uma quebra na hegemonia de PT, MDB e DEM, que elegeram todos os presidentes da Câmara desde 2007.

PGR: ‘Cumpriremos nosso papel diante das denúncias resultantes da crise sanitária’

Aras frisou importância do equilíbrio interinstitucional e diálogo harmonioso com a sociedade

Em manifestação por videoconferência durante a primeira sessão de 2021 da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), realizada nesta segunda-feira (1º), o procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) vai apurar, com zelo técnico e processual, a responsabilidade sobre eventuais irregularidades na saúde pública no contexto da covid-19. “Cumpriremos o nosso papel diante das múltiplas denúncias resultantes da crise sanitária no Brasil”, destacou.

Segundo o procurador-geral, o objetivo da atuação institucional do MPF é dar resolutividade às complexas questões que se apresentam. E acrescentou que, na apuração da responsabilização de gestores públicos na condução das medidas contra a pandemia de covid-19, é preciso fazer distinção entre um possível dolo na conduta e ações marcadas por condições adversas. “O homem é o homem em suas circunstâncias, como ponderou o filósofo espanhol José Ortega y Gasset”.

Na ocasião, Aras reforçou que o trabalho do Ministério Público deve favorecer resultados positivos para a saúde coletiva e para a integridade das instituições republicanas e do Estado Democrático de Direito. Frisou também a importância de se manter o equilíbrio interinstitucional por meio do diálogo harmonioso entre os Poderes e a sociedade, visando à pacificação social.

“Seguiremos a auxiliar esta egrégia Casa da Cidadania no seu mister pela uniformidade interpretativa das leis federais do país, e que favorece a segurança jurídica nacional, igualmente essencial para retomarmos o desenvolvimento econômico e os investimentos nacionais e internacionais no Brasil”, declarou o PGR.

Homenagem

Ao se solidarizar com os familiares dos mais de 220 mil mortos pela covid-19, o procurador-geral da República prestou homenagem à procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP/AM) Antonina Maria de Castro do Couto Valle, falecida neste 1º de fevereiro, por complicações causadas pela doença. Nascida em 24 de fevereiro de 1965, ela iniciou a carreira no MP/AM em julho de 1987 como uma das mais jovens promotoras de Justiça a ingressar na instituição, tendo atuado nas comarcas de Nova Olinda do Norte, Tefé e Maraã.

“Entre as milhares e milhares de vítimas desta pandemia que assola o planeta, falta entre nós a colega, a procuradora de Justiça do Ministério Público do Amazonas Antonina Maria de Castro do Couto Valle, que se despede de nós todos, de seus colegas, amigos, familiares, também vitimada pela covid”, disse Augusto Aras. (Com informações da Secretaria de Comunicação Social da PGR)

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