Suposta negativa da Índia e até falsa negociação de governadores com a Pfizer foram inventadas

Em menos de dois dias úteis, o interesse político criou dúvida sobre a chegada das vacinas negociadas pelo governo federal, prontamente abraçada por parte da imprensa, que também deu espaço para falsa negociação paralela de governadores com laboratório. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Durou pouco a lorota de Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão, sobre “negociação paralela” com Pfizer. O laboratório desfez a mentira.

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A Pfizer negou qualquer tratativa paralela de venda de sua vacina aos Estados, reafirmando que só negocia com o governo Jair Bolsonaro.

Foram necessários nota da Saúde, Itamaraty e do laboratório Serum para acreditarem na compra de 2 milhões de doses da vacina de Oxford.                                                                                                                                   

O piauiense Wellington Dias (PT), usou a vacina para fazer política: disse ter solicitado registro à Anvisa. É lorota, só laboratório pode fazer isso.