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:: 16/jun/2020 . 17:17

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÕES 122 E 123 DOS DIAS 10 E 15 DE JUNHO DE 2020

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Registros encontrados: 1356

  • Edição Nº 123

    15/Junho/2020

    Diário Oficial

    Data: 15/06/2020Hora: 20:31

    Boletim Informativo n. 004/2020 da Comissão de Analise de Defesa Prévia – CADEP – Superintendência de Transporte, Trânsito e Mobilidade

    Extrato do 3º Termo de Renovação ao Contrato n. 029/2017 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

    Ratificação, Adjudicação e Homologação do Processo de Dispensa N° 040/2020 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

    Resultado do Pregão Eletrônico n. 015/2020 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

     

    Tamanho: 2.53MB

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  • Edição Nº 122

    12/Junho/2020

    Diário Oficial

    Data: 12/06/2020Hora: 18:54

    Portaria n. 140/2020 do Município de Ilhéus/BA: Designa servidores para o Cargo Inspetor de Monitoramento Eletrônico

    Portaria n. 192/2020 do Município de Ilhéus/BA: Dispõe sobre a cessão, sem ônus,  da servidora SILVANA DE CASSIA PEREIRA ALVES

    Ratificação, Adjudicação e Homologação da dispensa de licitação n. 047/2020 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

    Tamanho: 2.347MB

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Brasil é o 22º país que mais atrai investimentos estrangeiros

País voltou a ficar entre os mais bem avaliados em ranking global

Dolares-Moeda estrangeira

O Brasil voltou a figurar na lista dos 25 países mais confiáveis para o investimento estrangeiro direto (IED), segundo indicador produzido pela consultoria norte-americana A.T. Kearney, divulgado nesta terça-feira (16).

Após ficar de fora da lista no ano passado, o país é a única nação da América Latina a compor a lista no ranking de 2020. Pelo oitavo ano consecutivo, os Estados Unidos lideram como país mais atrativo para investimentos estrangeiros, seguido por Canadá, Alemanha, Japão e França. Completam a lista dos dez primeiros colocados, pela ordem: Reino Unido (6º), Austrália (7º), China (8º), Itália (9º) e Suíça (10º). 

O Índice de Confiança do Investimento Estrangeiro Direto (IED) da Kearney é uma pesquisa anual feita com executivos das 500 maiores empresas do mundo, desde 1998. As classificações são calculadas com base em perguntas sobre a probabilidade de as empresas dos entrevistados fazerem um investimento direto em um mercado nos próximos três anos. A pontuação varia em uma escala de 1 a 3. No caso do Brasil, a pontuação apurada foi de 1,65. 

“Depois de sair do ranking de 2019, o Brasil retoma uma posição este ano, ficando em 22º lugar. Entre os fatores que impulsionaram o sentimento de investimento estão a aprovação da reforma da previdência e os esforços do governo para ampliar as privatizações, o que devem estimular o crescimento da economia”, diz o relatório da Kearney sobre o desempenho do Brasil.

A consultoria define investimento estrangeiro direto como aplicação de capital por uma empresa estrangeira em uma empresa em um país diferente. É o mesmo conceito definido pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), de que se trata de “um investimento que envolve um relacionamento de longo prazo e reflete um interesse e controle duradouros por uma entidade residente em uma economia (investidor direto estrangeiro ou empresa-mãe) de uma empresa residente em outra economia (IDE) empresa ou afiliada empresa ou afiliada estrangeira)”

Consulte a lista completa do Índice de Confiança do Investimento Estrangeiro Direto (IED) de 2020.

Efeitos da pandemia

O levantamento da Kearney foi feito entre 27 de janeiro e 3 de março, antes da eclosão da pandemia do novo coronavírus, e os efeitos da crise global só foram captados de forma parcial, no final das entrevistas.

“No início do período da pesquisa, antes da disseminação do vírus, os líderes empresariais eram razoavelmente otimistas sobre a economia global e o futuro do investimento direto. A covid-19 parecia estar contida na Ásia. De fato, mais investidores disseram estar mais otimistas sobre o próximo ano do que no ano passado. No entanto, quando os investidores perceberam que estavam ‘entrando na tempestade’ nas últimas duas semanas da pesquisa, a confiança dos investidores diminuiu de maneira previsível em todos os setores – para mercados desenvolvidos, emergentes e de fronteira, refletindo o rápido surto da pandemia”, diz a Kearney em seu relatório.

Segundo a consultoria, os investidores passaram a priorizar a indicação de mercados grandes e estáveis, com estruturas políticas e regulatórias mais previsíveis. Para a Kearney, o cenário favorece a reorientação de investimentos para as economias mais desenvolvidas, uma tendência que já vinha sendo verificada nos últimos anos.  

Edição: Lílian Beraldo

Hidrovias do Brasil e ZRG debatem economia e logística em tempos de Covid-19

Bate-papo online entre os executivos destacou as medidas adotadas pelas companhias para enfrentar a Covid-19 no Brasil e a importância do país na cadeia global de suprimentos

A Hidrovias do Brasil e a ZRG Brasil, empresa global de executive search, realizaram, no dia 3 último, uma live para discutir o cenário econômico brasileiro e internacional, a partir da pandemia do novo coronavirus (Covid-19) e o setor de logística e transportes no Brasil. Entre os temas abordados, Denys Monteiro, CEO da ZRG, conduziu a conversa com o chairman da Hidrovias do Brasil, Bruno Serapião, para debater sobre as previsões de investimentos a longo prazo e a importância do país na cadeia global de suprimentos.

Logística PORTOGENTE

 

O chairman da Hidrovias do Brasil, Bruno Serapião, destacou as características da economia brasileira, que é fortemente baseada no consumo das famílias. Com a pandemia, o consumo diminuiu, enfraquecendo o caixa de diversos segmentos. Mesmo com a previsão de encolhimento da economia brasileira em torno de 3% para este ano, Serapião está confiante com a retomada do crescimento em 2021. Segundo o executivo, “a pujança do Brasil na produção de minérios, grãos e celulose será força motriz para a rápida alavancagem nos números da economia.”

Apesar do cessar das atividades não essenciais durante o período de isolamento social, a logística e transporte, serviços considerados essenciais, continuam em plena atividade para suprir a cadeia global de suprimentos. Por conta disso, a Hidrovias do Brasil celebra sua ininterrupção nas atividades, junto à sua estabilidade econômica, com boas projeções de retorno de investimento ao longo dos anos.

Para os próximos anos, Bruno ressalta a expectativa de grandes investimentos privados na infraestrutura e logística brasileira. Segundo o executivo, fundos internacionais avaliam o Brasil como um mercado promissor, com projeções otimistas e pleitos de longo prazo.

O CEO da ZRG, Denys Monteiro, compartilha do otimismo de Serapião e acredita que a retomada da economia será mais rápida do que muitos imaginam. “O Brasil tem a oportunidade de se reposicionar na matriz de Supply Chain Global e aproveitar o momento para sair fortalecido não apenas nas commodities agrícolas, mas em outros segmentos também”, comenta o executivo. Prova disso, segundo Monteiro, é que a procura na ZRG por profissionais de infraestrutura cresceu 120% nos últimos 6 meses. “É hora de aproveitar as oportunidades. Empresas como a Hidrovias estão muito bem posicionadas para crescer”, acrescenta Denys Monteiro.

Ações para enfrentar a Covid-19
Para amenizar o impacto social da Covid-19 na sociedade brasileira, o Instituto Hidrovias, organização de responsabilidade social da Hidrovias do Brasil, tem um histórico de contínuo apoio às comunidades em que atua. Além dos programas de fomento à Educação já implementados, o Instituto realizou recentemente a doação de equipamentos hospitalares, cestas básicas e uniformes hospitalares para Itaituba, Belém, Barcarena, no Pará, e em Santos (SP), para o enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19).

Sobre as medidas para prevenir o contágio da Covid-19 entre os colaboradores, a Hidrovias do Brasil adotou o sistema de home office para a maioria de seus funcionários, com exceção do serviço operacional, que opera em escalas alternadas, seguindo as orientações de segurança do Ministério da Saúde. A rápida adaptação ao distanciamento social foi possível pela vasta automatização dos sistemas da empresa, que emprega alta tecnologia em suas atividades.

Para os próximos anos
Em um futuro próximo, Serapião aposta em um massivo investimento na matriz de transportes do Brasil: “É essencial a criação de grandes corredores logísticos, principalmente para as cargas de baixo valor agregado por peso em ferrovias e hidrovias”, afirma o chairman. Para o executivo, o barateamento da logística gerará mais dinheiro para os sistemas produtivos do Brasil, ao diminuir a expressiva representativa do modal rodoviário no transporte de cargas.

A empresa possui ainda projetos audaciosos para a próxima década, em linha com as últimas práticas mundiais de sustentabilidade. A Hidrovias do Brasil estuda implementar uma operação livre de combustíveis fósseis, com a adoção de barcos híbridos em sua operação. Além disso, a empresa já emprega alta tecnologia no recebimento de grãos e minérios dos caminhões no Norte do país; a aplicação de IoT (Internet of Things) vem diminuindo categoricamente o tempo de recebimento dos produtos, reduzindo o tempo de frete.

PARA ONDE VAMOS COM OS ‘NOVOS BRASILEIROS’?

VAI TER FESTA NA INAUGURAÇÃO DO ‘PUXADINHO’?

Continua a todo vapor, a obra que dizem foi embargada.

O ilheense é um inocente contumaz…

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