WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: 16/jul/2014 . 22:00

ELE VEM AÍ, PRA FAZER MUITO MAIS POR ILHÉUS.

jojobinha

Josias Gomes, Deputado Federal (PT), candidato à reeleição.

NÃO TEM NADA MAIS IMPORTANTE PRA FAZER?

palhaçada
É assim que nosso dinheiro é desperdiçado por esses maniacos…..

SABATINA COM AÉCIO NEVES – UOL, FOLHA, SBT, TERRA E JOVEM PAN!

UM CAFOFO NA MATINHA, E UM PERIGO A MAIS!…

LitoraneaSegundo informações chegadas ao blog, dizem existir uma construção abandonada na ‘matinha’, que serve para reuniões de consumo de drogas, e incursões para assaltos e roubos na área.

Um alerta para as autoridades policiais e ambientais.

Atualização: além do exposto, as árvores  velhas nos fundos das residências, já deixam galhos caídos sobre as cercas elétricas, algumas com as raízes expostas por desbarrancamento.

Antes que aconteçam fatos lamentáveis, seria de bom alvitre a Secretaria de Meio Ambiente, a Defesa Civil, tomarem a dianteira, e anteciparem-se aos mesmos.

 

O VENENO DA NOITE !

guyvalerio (1)

Era uma vez, um partido que atacava, atacava e atacava.

Depois que chegou no poder, fez pior, fez pior e fez pior… 

A VENTANIA VAI DERRUBAR O CASTELO DE CARTAS.

QUARTA-FEIRA, 16 DE JULHO DE 2014

 

Enquanto Aécio defende descentralização, Dilma ordena que o PT impeça aprovação no Congresso do aumento de recursos para os municípios.

Municípios vêm sendo sufocados pela concentração de recursos no Governo Federal. Dilma, mesmo vaiada em todas as marchas dos prefeitos realizadas em Brasilia não olha os os prefeitos. Aécio Neves, ao contrário, declarou na última Marcha dos Prefeitos:

Marcha dos Prefeitos.

Marcha dos Prefeitos.

“Você não pode permitir que um município que planeja seu orçamento com determinados investimentos, veja parte de sua receita extinta pela desoneração que o governo federal fez por uma ação unilateral, sem qualquer discussão com o município. As desonerações são um instrumento que o poder central pode ter para situações específicas, mas o governo só deve fazer essas desonerações na parcela da arrecadação que lhe compete”.

A PEC 31, que tramita desde 2011, de autoria de Aécio, estabelece que as isenções fiscais dadas pelo governo federal sobre recursos que atingem os fundos de participação de estados (FPE) e municípios (FPM) sejam compensadas de forma a garantir que as prefeituras cumpram seus orçamentos sem sofrerem perdas inesperadas ao longo do ano. A maioria governista impede a sua aprovação.

A notícia abaixo é do jornal Valor Econômico:

O governo decidiu agir em meio ao esforço concentrado do Congresso para aprovação de propostas consideradas essenciais e escalou parlamentares petistas para garantir que, apesar do apelo do calendário eleitoral, o Congresso barre tentativas de elevar em dois pontos percentuais os repasses da União em recursos ao Fundo de Participação de Municípios (FPM), conforme reivindica a Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Na Câmara o deputado Pedro Uczai (PT-SC) vai propor uma alteração no relatório do deputado Danilo Forte (PMDB-CE) que prevê uma elevação do percentual da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) destinado ao FPM de 23,5% para 25,5%.

A emenda do deputado petista de Santa Catarina, que determina o repasse sugerido pelo Palácio do Planalto de meio ponto percentual em 2015 e em 2016, será debatida durante reunião da comissão especial que analisa a proposta nesta quarta-feira. “A proposta dos municípios não tem condições fiscais. Pode ter repercussão política, mas não tem concretude nem eficácia. É melhor fazer uma negociação com um percentual menor, mas que dê efetivamente respostas a partir do próximo ano”, disse o deputado Uczai.

No Senado o líder do PT, Humberto Costa (PT-PE), propôs alteração idêntica ao relatório do senador conterrâneo Armando Monteiro (PTB-PE), candidato ao governo de Pernambuco, em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). “Frente ao maior esforço fiscal previsto para os próximos anos, necessário para equacionar as expectativas inflacionárias e propiciar condições para acelerar as taxas de crescimento econômico no médio e longo prazos, é necessário um ajuste mais paulatino da distribuição de recursos entre os entes federados”, disse o senador em sua justificativa.

A estratégia foi definida durante reunião de líderes governistas no Palácio do Planalto com o ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, ontem de manhã. Nas duas frentes de atuação, o temor é com relação ao risco de as propostas serem aprovadas sem que o governo consiga vetá-las por se tratarem de propostas de emenda à Constituição (PEC).

Nas contas do governo um aumento de um ponto percentual representará aproximadamente R$ 3,8 bilhões a mais para as prefeituras de todo o país. Caso o aumento seja de dois pontos percentuais a conta poderia chegar a R$ 7 bilhões. “Se for aprovado, vai ter que fazer milagre para viabilizar o aumento de dois pontos percentuais”, disse um interlocutor do governo.

A entidade que representa os municípios também se mobiliza no Congresso para tentar aprovar o aumento nos repasses do FPM nos termos em que reivindica. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reuniu-se com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ontem à tarde. “Estamos nos articulando em todas as frentes para ver como vamos encaminhar as propostas para o governo abrir mão desse aumento proposto [de um ponto percentual]”, disse Ziulkoski.

Ao justificar no começo de julho a opção por um aumento dividido em dois repasses de meio ponto percentual nos próximos dois anos, o governo alegou um “esforço fiscal” e destacou que em 2007 houve um aumento na participação do FPM no produto da arrecadação federal. A continuidade das negociações do governo com os municípios envolvendo outras reivindicações também foi enfatizada na justificativa do Palácio do Planalto. (Valor Econômico)

POSTADO POR O EDITOR ÀS 08:24:00

HOJE, AS 15 HORAS: Seleções de Ilhéus e Ibicaraí disputam primeiro amistoso do Intermunicipal

A partida será realizada no Estádio Mário Pessoa, às 15 horas, desta quarta-feira, dia 16. O campeonato é promovido pela Federação Bahiana de Futebol.

 As seleções de Ilhéus e Ibicaraí disputam na tarde desta quarta-feira, dia 16, o primeiro amistoso do Intermunicipal de 2014. A partida será às 15 horas, no Estádio Mário Pessoa, e o valor do ingresso será de $ 5,00, vendido no local. Durante o intervalo do jogo, como uma forma de incentivar a população do município a participar dos eventos esportivos, haverá sorteios de brindes. A disputa amistosa é uma forma de entrosar as equipes dos municípios baianos e até mesmo conhecer as técnicas em campo dos adversários.

O campeonato é realizado pela Federação Bahiana de Futebol e conta om a parceria da Prefeitura de Ilhéus, através da Divisão de Esportes do Município. Com o evento, a federação espera fomentar a competição entre as cidades baianas que desenvolve a prática esportiva como forma de incentivo aos jogadores e até mesmo na descoberta de novos talentos.

A seleção de Ilhéus volta a participar do Intermunicipal, neste ano de 2014, em busca de mais um título, já que em 2013 ficou fora do campeonato.  A equipe atual é formada por atletas que participaram do Campeonato de Futebol Amador. No próximo domingo, dia 20, o time ilheense terá nova partida contra o Itapetinga, na casa do adversário.  

Secretaria de Comunicação Social – Secom – Ilhéus – 16.07.14

ESTÃO FURANDO OS ‘ZOINHOS’ DELE!

Lúcio Vieira Lima, com os 'zoinhos' furado.....

Lúcio Vieira Lima, com os ‘zoinhos’ furado…..

O PT ADORA MORDOMIAS COM O DINHEIRO PÚBLICO!

21/02/2014

às 15:33 \ Política & Cia

NÃO É DEMAIS? Para o jogging de Vicentinho, uma escolta especial da Polícia Rodoviária Federal — e da PM do Rio Grande do Norte. Viva o dinheiro público!

Para pagar promessa, Vicentinho requisita, para escolta, duas viaturas da Polícia Rodoviária uma da Polícia Militar

 Para pagar promessa, o deputado Vicentinho faz seu jogging no interior do Rio Grande do Norte. Como agora o ex-modesto operário é alta autoridade, foi escoltado por viaturas da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar estadual (Foto: Nelder Medeiros)

Post atualizado às 16h57

Viva o dinheiro público! O deputado Vicentinho (SP), atual líder do PT na Câmara dos Deputados, resolveu pagar promessa ao pai já falecido, Francisco Germano da Silva, e fazer jogging às margens da rodovia BR-226, ao longo dos 28 quilômetros que separam Currais Novos e Acari, em seu Rio Grande do Norte Natal.

Vicentinho se orgulha de sua origem modesta, de ter começado do zero — foi vendedor de pães, trabalhador rural, operário de picareta na mão e lavador de carros, mas chegou, como operário qualificado, a presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da CUT, tornou-se deputado federal e estudou até formar-se em Direito.

Contudo, o vírus do poder, pelo jeito, contaminou Vicentinho. Para essa mera corrida, agora que é líder do PT na Câmara dos Deputados, havia, para sua segurança pessoal, duas viaturas da Polícia Rodoviária Federal e outra, da Polícia Militar potiguar.

Sendo honesto com os leitores, não consegui apurar se Vicentinho SOLICITOU a escolta, ou se ela lhe foi concedida por alguma autoridade federal (no caso da Polícia Rodoviária) ou estadual (no da Polícia Militar).

Mas, vejam só:

1. É O FIM DA PICADA se Vicentinho houver SOLICITADO a escolta. Santo Deus, quem ele pensa que é? O papa? E tem medo do quê?

1. É O FIM DA PICADA, embora menos grave, se Vicentinho, mesmo sem haver solicitado, TENHA ACEITO a escolta. Escolta pra quê? Medo de quem? Para proteger alguém correndo no acostamento de uma rodovia? Milhares de brasileiros comuns fazem isso, tomando cuidado para não perturbar o trânsito e para não sofrer acidentes.

Se este for o caso, por que Vicentinho acha que é diferente dos outros?

O deputado, segundo seu perfil oficial na Câmara, nasceu em Santa Cruz, cidade próxima a Acari, onde viveu parte de sua juventude.

Por onde andaria a OAB ?

30 Reginaldo Oscar de Castro_jpg

 Reginaldo de Castro

Poucas vezes na história republicana do Brasil tantos e tão graves acontecimentos puseram em risco o Estado Democrático de Direito. São questões que, no passado, provocariam a intervenção da única tribuna pública não estatal em defesa da cidadania: a Ordem dos Advogados do Brasil, cujo Estatuto a compromete com a defesa da Constituição, da democracia e dos direitos humanos.

A OAB surgiu no bojo de uma crise institucional de grandes proporções: a Revolução de 1930. São 84 anos. Desde então, teve papel decisivo em todos os conflitos da vida brasileira, sempre mantendo distância crítica dos protagonistas do processo político, ocupando, com isenção e destemor, a tribuna da sociedade civil.

Não por acaso, quando o general-presidente Ernesto Geisel, em 1974, intentou a abertura democrática, dirigiu-se não a um partido político, mas à OAB. Raymundo Faoro era seu presidente e encaminhou os pleitos da sociedade: restabelecimento do habeas corpus, fim da censura, revogação dos atos institucionais, anistia e eleições diretas. Numa palavra, a redemocratização.

O atendimento não foi imediato; a abertura, como se recorda, era lenta e gradual. Mas a agenda desembocou, no final do governo seguinte, do general Figueiredo, na redemocratização.

Hoje, diante de sinais claros de retrocesso, sente-se a falta da palavra e da orientação da OAB. Falo como seu ex-presidente e alguém que preza sua história e papel social. Distingo a instituição dos que circunstancialmente estão no seu comando.

Estamos diante de uma agenda política assustadora. Teme-se pela independência do Judiciário e do Legislativo. O aparelhamento do Estado, síntese desses temores, culmina com a edição do decreto 8.243, que o entrega ao arbítrio dos “movimentos sociais”, sem que se defina o que são, já que podem ser institucionais ou não, segundo o decreto.

Antes, tivemos o mensalão, pontuado de agressões por parte dos réus ao STF e ameaças de morte a seu presidente, Joaquim Barbosa. E ainda: a tentativa de regulamentar (eufemismo de censurar) a mídia; a inconstitucionalidade do programa Mais Médicos; a desobediência do presidente do Senado ao STF quanto à instalação da CPI da Petrobras; a violência dos black blocs nas manifestações de rua; as ações criminosas de milícias armadas do MST e do MTST, entre numerosas outras ilegalidades que reclamam uma palavra firme de condenação por parte da advocacia brasileira. E o que se ouviu da OAB? Nada.

São assassinadas no Brasil anualmente mais de 50 mil pessoas, a maioria, jovens e pobres, em decorrência do narcotráfico. Hoje, o Brasil é, além de rota preferencial do comércio de drogas, o segundo maior consumidor mundial de cocaína e o primeiro de crack. O PT, há quase 12 anos no poder, não inclui esse combate entre suas prioridades. E o que diz a OAB? Nada!

Preocupo-me com essa omissão, que, como é óbvio, não é gratuita: tem substância política, expressa na inclusão do nome de seu atual presidente, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, na lista de postulantes ao STF. A presidente Dilma Rousseff faria um grande favor à advocacia brasileira nomeando-o, em justa paga aos inestimáveis serviços prestados a seu governo.

A OAB é grande, mas sua atual direção trai a sua história e, com isso, infunde desamparo à nossa frágil democracia. É preciso resgatá-la e devolvê-la a seu glorioso lugar de porta-voz da cidadania brasileira.

Reginaldo de Castro é advogado e foi presidente nacional da OAB

 

contador free


Webtiva.com // webdesign da Bahia

julho 2014
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia