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:: 5/jul/2014 . 22:32

DIRETRIZES GERAIS DO PLANO DE GOVERNO DE AÉCIO NEVES.

AFINAL, ESTE MOVIMENTO ACABOU?

Blog de Banco da Vitória

A Terra da Esperança- ILHÉUS – BAHIA – BRASIL! – www.bancodavitoria.com.br

Emancipação da Zona Sul Ilheense é uma brincadeira?

Recentemente aderi com afinco ao movimento que sugeria a emancipação da zona sul de Ilhéus. O movimento criado na Internet sugeria, – diante do descaso da prefeitura ilheense para com essa região da cidade -, a criação de um novo município com o nome de São João do Pontal. A priori, o movimento apresentou um bom número de adeptos da idéia e o fórum criado no Facebook esteve bastante participativo e deveras agitado. Sendo assim, mesmo sabendo da impossibilidade legal e imediata da criação desse novo município, os participantes do fórum no Facebook sugeriram uma excelente idéia que seria a criação da subprefeitura do Pontal, encarregada da gestão direta da zona sul de Ilhéus. Para minha surpresa, de uma hora para outra, o movimento de mobilização social em pró da causa inicial simplesmente esfriou, esmoreceu e no momento mostra-se bastante enfraquecido, em termos de atuações, haja vista que apenas 04 dos 152 membros do perfil do Facebook continuam agindo com suas publicações e inquietações.

As perguntas que agora se formam são:

Esse movimento é realmente sério ou é apenas um manifesto na Internet?
De fato se quer emancipar a zona sul ilheense?
Por que o movimento até agora não ganhou as ruas e realmente mobilizou o povo?
A idéia da subprefeitura do Pontal não deveria ser, pelo menos, apresentada na câmara de vereadores de Ilhéus?
Vamos manter o movimento ou vamos adormecê-lo, momentaneamente?

Questiono assim, pois sei da inglória que é tentar mobilizar o nosso povo. Tristemente sabemos que para festas e brincadeiras o nosso povo tem sobre ânimo e auto motivação. Porém, para causas sociais somos apáticos e pouco participativos.

Temos de fazer algo mais impactante e objetivo como levar esse movimento realmente para as ruas de Ilhéus com faixas, cartazes, adesivos, camisas, carros de som etc. Para isso, vamos precisar investir recursos financeiros. Na Internet, infelizmente esse movimento será apenas teórico. Se quisermos realmente colocá-lo nas ruas vamos precisar de dinheiro. Em suma, precisamos começar fazer uma campanha para angariar mais adeptos da idéias e principalmente recursos para mostrar também o movimento off-line.

Manter esse movimento social somente na Internet seria um elitismo imperdoável. Portanto, ou vamos para as ruas de Ilhéus ou simplesmente teorizaremos na Internet o objetivo que criou esse fórum no Facebook.

Ou a zona sul ilheense livra-se de Ilhéus ou então deixemo-la como está. Para a última opção não precisamos fazer mais nada. Basta-nos o silêncio.

Oposição registra chapa no TRE

Joaci,Paulo Souto e Geddel no_Bonfim_foto Valter Pontes

Joaci,Paulo Souto e Geddel no_Bonfim_foto Valter Pontes

 

A chapa majoritária da oposição, formada por Paulo Souto (DEM), candidato a governador, Joaci Góes (PSDB), a vice, e Geddel Vieira Lima (PMDB), a senador, deu entrada no pedido de registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), na tarde deste sábado (05). O trio oposicionista é apoiado oficialmente por 15 partidos, que formam a coligação “UNIDOS PELA BAHIA” (PMDB, DEM, PSDB, PSC, PROS, PTN, SDD, PRB, PV, PRP, PPS, PT do B, PSDC, PTC e PHS).

As chapas proporcionais para deputados federais e estaduais também foram inscritas. Um grupo que reúne nove partidos (DEM, PSDB, PMDB, PTN, PROS, SDD, PRB, PSC e PHS) formou a coligação “UNIDOS POR UMA BAHIA MELHOR” para deputado federal e a coligação “UNIDOS PARA UMA BAHIA MELHOR” para deputado estadual. Já o outro com seis partidos (PV, PPS, PRP, PSDC, PTC e PT DO B) compôs a coligação “JUNTOS SOMOS FORTES” para a disputa de vagas na Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

No registro da chapa majoritária, ficou estabelecido o gasto máximo de R$ 38 milhões para a campanha do candidato a governador, Paulo Souto. Já o postulante a senador, Geddel Vieira Lima, tem como teto R$ 28 milhões para as despesas de campanha.

No caso dos deputados estaduais e federais, os valores variam de acordo com cada partido. O Democratas limitou a R$ 4 milhões para os concorrentes à Câmara Federal e R$ 2,5 milhões para os postulantes a uma vaga na Assembleia Legislativa.

“A nossa coligação se inspirou nas ruas e não nos palácios. Por isso, é tão grande, ampla e vem com gosto de vitória”, afirma o presidente da coligação “UNIDOS PELA BAHIA”, José Carlos Aleluia. Para ele, a Bahia não tem dono nem senhor e não está à venda.

Paulo Souto: “Voto é o antialérgico para a intoxicação de propaganda do governo”

 

Paulo Souto Geddel e Joaci_Jaguaquara_foto Valter Pontes

Paulo Souto, Geddel e Joaci_Jaguaquara_foto Valter Pontes

“Temos sofrido uma verdadeira intoxicação de propaganda do atual governo, que não tem limites com os gastos em publicidade. Mas o povo da Bahia tem um antialérgico poderoso para, em dose única, definitivamente acabar com isso. É o voto no dia cinco de outubro”, afirmou o candidato a governador, Paulo Souto, da coligação Unidos Pela Bahia, no início da tarde deste sábado (05), em Jaguaquara, no Sudoeste Baiano.

Lembrando que, a partir deste domingo, por obrigação legal, o governo estadual deverá suspender a avalanche de propaganda, em razão do período eleitoral, Souto pediu aos militantes, políticos e lideranças, presentes ao encontro, que denunciem qualquer sinal de publicidade irregular do governo.

“Este tem sido um governo que, em sete anos e meio, não conseguiu convencer pelo trabalho e, por isso, gasta fortunas com publicidade”, observou Paulo Souto, destacando que, por causa da gastança na propaganda, faltam recursos para o pagamento dos fornecedores de diversas áreas do governo, o que transformou o estado num devedor crônico.

Ao lado dos companheiros de chapa Joaci Góes, candidato a vice, e Geddel Vieira Lima, a senador, Paulo Souto convocou a todos a dobrar os esforços a partir deste domingo, quando oficialmente começa a campanha. “Estimulados pela consciência da necessidade de mudar a Bahia, vamos enfrentar o exército daqueles que são pagos com o dinheiro público. Mas o amor pela Bahia vencerá!”.

Paulo Souto assinalou que os baianos não suportam mais os péssimos serviços públicos prestados pelo governo petista. “É uma desumanidade o que se passa na saúde de nosso estado, quando as pessoas que, já fragilizadas pela doença, ainda são maltratadas, sem atendimento, morrendo nas filas dos hospitais. Na educação, os professores são desrespeitados e desvalorizados. A segurança pública é uma tragédia, com mais de 36 mil baianos assassinados”.

O candidato da oposição a governador ainda se referiu ao crescimento de explosões de bancos pelas cidades do interior, que atingiu um número de ocorrências jamais visto na Bahia. “Na madrugada do último dia 2, data da Independência da Bahia, nossa querida Jaguaquara, teve uma agência bancária como alvo dos bandidos, que causaram terror à população. Foi a 123ª em seis meses. Um absurdo!”, afirmou. 

Os deputados estaduais Sandro Régis e Paulo Azi, mais o federal Cláudio Cajado, também acompanharam, em Jaguaquara, a chapa majoritária, que, na manhã deste domingo (06), participa da tradicional Festa do Vaqueiro, em Curaçá.

ARTIMANHAS DESESPERADAS!

 

O Nacional-Socialismo Petista e o ensurdecedor silêncio da imprensa

Joseph Goebbels, marqueteiro do Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialistaconstantino

Muitos já sabem da tal “lista negra” que o vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, publicou no site oficial do partido, com o nome de nove colunistas ou formadores de opinião que seriam “inimigos da pátria”. O que mais choca nesse episódio nem é a atitude do PT, esperada para quem não é alienado e não hibernou no Alasca nos últimos 12 anos. O mais impressionante é o ensurdecedor silêncio da imprensa.

Algo desta feita era para despertar reação firme de todos os principais defensores daliberdade de imprensa no país. Era para ser tema de editoriais, para ter uma notícia estampada na primeira página, chamando a atenção de todos os leitores para a absurda tentativa de intimidar críticos do governo. Mas não tivemos nada disso. Tivemos um conivente silêncio. O descalabro foi simplesmente ignorado, como se não fosse notícia relevante.

Reinaldo Azevedo, um dos citados na lista do PT, usou sua coluna de hoje na Folha para fazer seu alerta, chamando as coisas por seus nomes. O paralelo é evidente: estamos diante de uma prática autoritária, típica de regimes que jamais toleraram as divergências democráticas. Os nazistas agiram da mesma forma:

É calúnia e difamação, mas isso é para o tribunal. Falas como a do sr. Cantalice têm história. Fiz uma tradução do discurso proferido por Goebbels no dia 10 de fevereiro de 1933, 11 dias depois de Hitler ter assumido o cargo de chanceler. Seu alvo era a “imprensa judaica”, que acusava de “ameaçar o movimento Nacional-Socialista”. Advertiu: “Um dia nossa paciência vai acabar, e calaremos esses judeus insolentes, bocas mentirosas!” Cumpriu a ameaça.

À lista de Cantalice seguiu-se um previsível silêncio na própria imprensa –vai ver somos mesmo os “judeus insolentes” da hora. Mais uma advertência de Goebbels para quem está aliviado por ter sido poupado: “E, se outros jornais judeus acham que podem, agora, mudar para o nosso lado com as suas bandeiras, então só podemos dar uma resposta: ‘Por favor, não se deem ao trabalho!’”.

Pronto! Já escrevi o que queria, menos uma coisa: “Goebbels, vai tomate cru!”.

Os jornalistas acovardados que tentam se esconder, se calar ou simular uma “imparcialidade” e um “neutralismo” para não entrar para a lista do PT agem como todos aqueles que fizeram vista grossa ao avanço nazista, na esperança de que não fossem alvos da horda dos bárbaros. Preciso mesmo lembrar que não funcionou?

Fecho com a célebre passagem do pastor alemão Martin Niemoller:

“Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse.”

Há, também, caso a mensagem por algum incrível motivo não tenha ficado clara o suficiente, o poema de Eduardo Alves da Costa, “No Caminho, com Maiakóvski”, que diz:

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada. 

Em regimes autoritários que incitam a perseguição aos “inimigos”, o mais perigoso nem sempre é o próprio governante. Pode ser o vizinho rancoroso, o rapaz ressentido ao lado, o fracassado invejoso, o jovem “revolucionário” imbuído do fanatismo ideológico, o soldado da seita, o vândalo mascarado em busca de um pretexto para extravasar toda a sua fúria e rebeldia, seu niilismo e seu ódio. Eis aí o ovo da serpente…

Rodrigo Constantino

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