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:: 21/abr/2014 . 21:25

ROLANDO NO FACEBOOK – O TOLO !

agualodo

Facebook nunca foi gratuito, mas as marcas só sacaram isso agora.

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O alcance de empresas no Facebook já foi de 16%. Isso significa que uma fan page que tivesse, por exemplo, 10 mil fãs publicava uma foto poderia esperar que 1.600 vissem aquela publicação. Isso foi há dois anos. No final de 2012, o número caiu para 12% e hoje está em 6,5%. Especialistas norte-americanos em redes sociais preveem que não vá demorar para esse índice ser inferior a 1%.

É fácil entender o motivo de um alcance orgânico cada vez menor. Mais e mais marcas compartilham conteúdo. Aumentando a concorrência, cai o alcance. Para vencer a lógica dessa gangorra, a saída é simples. Basta pagar para promover o conteúdo. É isso que faz da empresa de Mark Zuckerberg uma organização merecidamente bilionária. Ela realizou uma aspiração de marketing: criou uma necessidade e vendeu a solução. O Facebook é uma grande loja de curtidas.

Se estiver surpreso com esse novo cenário, saiba que você está defasado. Em junho de 2012, publiquei o artigo “Sete mentiras sobre as redes sociais“. Uma das lorotas era justamente a de que social media é gratuita. Essa afirmação de dois anos atrás não era uma criação exatamente minha. Eu apenas fiz ecoar aquilo que tem sido dito por especialistas norte-americanos desde 2010. Mas os social media brasileiros estavam convictos de que o Facebook era a solução de todos os problemas de comunicação empresarial. Não era. Nunca foi.

O que realmente importa agora não é o que já foi dito, mas o que fazer daqui em diante. Considero leitura obrigatória um artigo de Joe Pulizzi, fundador do Content Marketing Institute, dos Estados Unidos. Nesta semana, ele publicou “For Brands, Facebook Is Now a Content Publisher — Not a Community” (“Para Marcas, Facebook é Agora um Publicador de Conteúdo ? e Não uma Comunidade”, em Português). Joe relata um bate-bola com outras duas feras no tema, Robert Rose e Jay Baer.

O título do artigo resume a mensagem. Mas vale a pena prestar atenção às quatro opções que Jay, um experiente consultor e autor de livros, tem apresentado a seus clientes:

  1. Melhore no Facebook publicando coisas que mereçam a atenção.
  2. Pague para jogar.
  3. Conquiste clientes e/ou colaboradores que transportem a sua carga de mensagem no Facebook.
  4. Comece a construir uma comunidade em algum outro lugar.

O mercado brasileiro vai provavelmente sofrer mais o impacto das mudanças do Facebook. Existe por aqui uma monocultura dessa rede social. Muitas empresas acreditaram ? e algumas ainda acreditam ? que estar no Facebook basta.

O que tenho percebido em minhas consultorias e treinamentos para empresas no Brasil é que falta à maioria uma estratégia de conteúdo. Elas têm enorme preocupação com a escolha do canal, mas negligenciam as etapas anteriores, que consistem em definir os objetivos e compreender o público-alvo antes de produzir e distribuir conteúdo.

O resultado é uma atenção exagerada com as funcionalidades do Facebook e, consequentemente, uma dificuldade enorme para gerar resultados reais para empresas. Justamente porque o Facebook ? como disseram Joe, Robert e Jay ? é apenas uma plataforma de distribuição de conteúdo.

Para ser eficaz, uma empresa precisa muito mais do que uma mera ferramenta de publicação. Ela precisa de estratégia de conteúdo com premissas, operação e, principalmente, resultados.


Sobre o autorCassio Politi é diretor de content marketing da Tracto. É autor do livroContent Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

? Veja todos os artigos de Cassio Politi na Tracto.

ENERGIA ELÉTRICA VAI SUBIR 15,35%.

Conta de energia na Bahia terá reajuste médio de 15,35% a partir desta terça

Conta de energia na Bahia terá reajuste médio de 15,35% a partir desta terça

Foto: Evilásio Júnior / Bahia Notícias

A cobrança de energia feita pela Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) será reajustada a partir desta terça-feira (22) com efeito médio de 15,35%. A alteração será sentida pelos consumidores na conta do mês de maio. O reajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para os conectados à alta tensão, o reajuste será de 16,04%. Já os consumidores ligados à baixa tensão, como os residenciais, o aumento será de 15%. De acordo com a Aneel, o principal componente do reajuste foi o gasto com a compra de energia, que aumentou 7,68% em relação ao processo tarifário anterior. A Coelba atende a 5,4 milhões de unidades consumidoras no estado.  FONTE: Bahia Notícias.

QUE É ISSO COMPANHEIRO?

Ex-presidente da Petrobras recoloca Dilma no imbróglio de Pasadena e ratifica necessidade de CPI

dilma_rousseff_427Sinuca oficial – Há uma briga silenciosa e crescente nos bastidores do Palácio do Planalto, que contrapõe a presidente Dilma Vana Rousseff e seu antecessor, o lobista Luiz Inácio da Silva. Ciente de que uma nova queda de Dilma nas pesquisas colocará o projeto totalitarista do partido na corda bamba, Lula adotou um comportamento dual. Enquanto, diante de câmeras e microfones, defende a reeleição da sucessora, nas coxias do poder o ex-presidente vem alimentando uma guerra que cada vez torna-se identificável.

Depois do movimento “Volta Lula”, que ainda não produziu qualquer resultado surpreendente nas pesquisas eleitorais, o cenário político nacional abre a semana com mais uma polêmica. A declaração do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, no domingo (20), disse que Dilma não pode fugir à responsabilidade pela conturbada e polêmica compra da refinaria de Pasadena, no Texas.

José Sérgio Gabrielli reconhece que o relatório entregue ao Conselho de Administração da estatal foi “omisso” ao não disponibilizar as malfadadas cláusulas que constavam do contrato, mas Dilma, que à época dos fatos era ministra-chefe da Casa Civil e presidia o conselho da empresa, “não pode fugir da responsabilidade dela”.

Ao custo de US$ 1,25 bilhão, o negócio é considerado péssimo e gerou um enorme prejuízo aos cofres da estatal, cujo controle acionário é da União, ou seja, do povo brasileiro. No momento em que Gabrielli faz tal afirmação, contrariando as desculpas de Dilma Rousseff, torna-se imprescindível a instalação de uma CPI específica para investigar a empresa, que ao longo da última década foi transformada pelo PT em uma usina de escândalos de corrupção.

Dilma vem tentando nas últimas semanas escapar do olho do furacão, utilizando inclusive algumas estratégias pouco convincentes, como, por exemplo, o aumento da veiculação de campanhas publicitárias da Petrobras, mas a missão parece não ter produzido os resultados desejados. O PT trabalha com a possibilidade de Dilma e o ainda ministro Guido Mantega, da Fazenda, serem responsabilizados pelo péssimo negócio envolvendo a Petrobras e a belga Astra Oil. Mantega foi parceiro de Dilma no Conselho de Administração da Petrobras.

Medo da urna faz Dilma governar com a barriga.

Josias de Souza

  • Marlene Bergamo/Folha

Considerem-se, de saída, as seis máximas que passaram a reger a atuação de Dilma Rousseff e do seu governo:

 Só em 2015 será possível decidir se os preços represados dos combustíveis, da energia elétrica e das tarifas de ônibus subirão gradualmente ou de uma única tacada, içando a inflação de 2015 à casa dos 7%.

 Só depois das eleições vai-se poder conversar a sério sobre o esforço fiscal extraordinário que o governo terá de fazer para, em combinação com a política monetária, domar uma inflação que deve estourar o teto da meta, de 6,5%, entre julho e novembro de 2014.

 Só quando as urnas informarem o nome do próximo presidente o país poderá saber o que Brasília pretende fazer para superar o vexame de um crescimento econômico estimado para 2014 em algo entre o ridículo (1,5%) e o constrangedor (2%). Antes disso, não há clima para reconhecer que a tática escorada no consumo, por esgotada, precisa ser substituída por um modelo que combine mais investimentos com elevação dos índices de produtividade.

 Só depois de fechar as contas de 2014 será possível saber que mágicas o governo pretende encenar para evitar mudanças na Previdência e na fórmula de reajuste do salário mínimo, que expira no ano que vem. Há eloquentes indícios de que será inevitável fixar uma idade mínima para a aposentadoria, reduzir os gastos com as pensões por morte e redesenhar as regras do seguro-desemprego. Há sólidas suspeitas de que a correção do mínimo pela variação da inflação mais o PIB de dos dois anos anteriores terá de ser trocada por uma fórmula baseada no PIB per capita ou no salário médio. Mas não convém apertar o nariz do eleitor antes da hora.

 Só depois de mastigar o peru da ceia natalina e de assistir à queima de fogos do Ano Novo, o brasileiro estará preparado para receber a notícia de que foi à breca a tática de selecionar as empresas “campeãs nacionais” dignas de receber os financiamentos companheiros que levaram o BNDES a pendurar no Tesouro um espeto de R$ 400 bilhões. Até lá, convém desconversar sobre a transparência de cristal Cica que fulminou a credibilidade da escrituração das contas públicas.

 Só se o Planalto mantiver uma Esplanada amazônica de 39 ministérios e tolerar alguma incidência de gatunagem em pastas como a do Trabalho e em estatais como a Petrobras o governo conseguirá manter a estabilidade de sua base de apoio congressual, preservando a governabilidade.

As máximas esmiuçadas acima possuem dois elementos em comum. Primeiro: são tão amplamente difundidas que parecem verdadeiras. Segundo: são falsas. As seis máximas estão subordinadas a uma máxima-mãe, definidora do ponto a que o Brasil chegou neste ocaso do primeiro reinado da supergerente. Essa máxima maior, que engloba todas as outras, é a máxima do ‘deixa-como-está-para-não-estragar-a-reeleição-e-depois-a-gente-vê-como-é-que-fica”.

Dilma Rousseff talvez não tenha se dado conta. Mas sua popularidade cai na proporção direta do crescimento da percepção coletiva de que seu governo empurra para 2015 problemas que deveriam ser enfrentados imediatamente. Não é preciso ser um gênio para notar que a protelação produz anomalias como o estímulo ao consumo de energia num período de inédita escassez de água.

Qualquer dona de casa obrigada a percorrer as gôndola de supermercado ou as barraquinhas de feira percebe que a celebração mensal de taxas de inflação que teimam em permanecer nos arredores de 6% é o caminho mais longo entre o centro da meta (4,5%) e sua realização.

Uma criança de cinco anos é capaz de notar que fenômenos como a permanência do PDT num Ministério do Trabalho crivado de desvios tem a ver com o tempo de propaganda televisiva da candidata à reeleição, não com o apoio a inexistentes iniciativas do governo no Congresso.

Um bebê de colo percebe que a manutenção de apadrinhados de legendas como o PT e o PMDB na Petrobras é algo cuja subsistência se tornou absurda depois que um ex-diretor foi preso e a sede da estatal foi varejada por agentes federais munidos de mandado judicial.

Um feto consegue farejar o estelionato eleitoral que vem embutido na tática de governar com a barriga, jogando as coisas para baixo de um imenso tapete metafórico, na base do “só quando”, do “só depois”… Ou a candidata exerce na sua plenitude o que lhe resta de Presidência ou se arrisca a receber no dia da eleição a visita da autocrítica. Que lhe dirá: “Olá, minha querida gerenta. Vim apresentar você a você mesma.”

ILHÉUS E SUA INÚTIL PAISAGEM !

Tanto céu, tanto mar, e nada…

monttnautico

 

Ilhéus não tem turismo náutico, não tem pesca esportiva, não tem uma marina pública.

E olha que são mais de 80 quilômetros de costa, a maior da Bahia.

Tem duas baías abrigadas (Pontal/Sapetinga), próprias para competições de remo, regatas a vela de embarcações miúdas, jet ski,  passeios aquáticos, e nada….

Astrologia e História.

contentemae

 

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Rui Sá Silva Barros – Astrólogo, historiador e editor.

Autor de O espelho partido. Astrologia & Psicopatologia: SP, Ágora, 1989.
Escreve crônicas mensais sobre Astrologia Mundial no site do Clube do Tarô.
Mestrado: Tomando o céu de assalto. Esoterismo, ciência e sociedade.
História social-USP. 1999.
Ministra seminários e palestras sobre a história das religiões, esoterismos e astrologia mundial.

Abaixo segue a sua cronica do mês de março de 2014 – Ingresso solar tumultuado.

 

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