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:: 11/maio/2013 . 22:48

HOMENAGEM DO DEPUTADO PEDRO TAVARES AO DIA DAS MÃES.

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HOMENAGEM DO VEREADOR FABIO MAGAL AO DIA DAS MÃES.

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Dívida externa brasileira cresce 60% desde a crise financeira de 2008.

MARIANA CARNEIRO

DE SÃO PAULO

UOL

Desde a crise financeira de 2008, que provocou uma parada súbita nas linhas de crédito internacionais, a dívida externa brasileira aumentou 60%, impulsionada pelo endividamento das empresas.

A dívida das instituições financeiras no exterior praticamente dobrou entre dezembro de 2008 e este ano. No mesmo período, as empresas não financeiras aumentaram sua exposição em moeda estrangeira em 72%.

Empréstimos de empresas brasileiras com bancos no exterior dobram no 1º tri

Com isso, o endividamento externo do país subiu do equivalente a 12% do PIB (Produto Interno Bruto) para 13,9% neste ano, após quatro anos de relativa estabilidade.

O levantamento foi feito pela equipe do banco Credit Suisse, que atribui parte desse aumento à fixação de barreiras à entrada de capital externo, iniciada em 2010.

Para tentar refrear o fluxo de recursos estrangeiros que entrava no país e valorizava o real em relação ao dólar, o governo impôs IOF de 6% na compra de títulos públicos por estrangeiros.

“Quando o governo decide impor IOF para operações com seus papéis, esses recursos deixam de entrar, mas as empresas percebem que há demanda por títulos brasileiros e vão para o mercado externo captar com taxas mais baixas”, afirma o economista-chefe do Credit Suisse, Nilson Teixeira.

Diante de um cenário de abundância de recursos e juros mais baixos no exterior, as empresas aumentaram sua dívida lá fora.

A questão é que, simultaneamente, elas passaram a assumir riscos de prejuízo em caso de uma repentina desvalorização cambial.

Em 2008, a alta do dólar em decorrência da crise bancária nos EUA, levou Aracruz e Sadia a dificuldades. Ambas tinham operações com derivativos atrelados ao dólar e acabaram vendidas.

Editoria de Arte/Folhapress

Para Teixeira, não há risco no médio prazo: “De fato a dívida aumentou, mas, quando comparada com a de outros países, é baixíssima”.

Além disso, observa o economista, o prazo é longo (em média, 6,5 anos) e o montante é pouco superior ao que o Brasil arrecada com exportações –a dívida externa equivale a 1,3 vezes o auferido com as exportações, segundo cálculos de Teixeira.

Para Daniela Prates, professora da Unicamp, contudo, o enfraquecimento recente das exportações são um fator de vulnerabilidade.

“A capacidade de gerar divisas [para honrar as dívidas] se dá por meio das exportações. E o cenário pós-crise ficou mais grave nesse ponto, porque a concorrência ficou mais acirrada”, afirma.

“A composição da nossa pauta de exportações faz com que sejamos mais vulneráveis ao preço das commodities e à demanda da China. Isso traz preocupação quanto à solvência da dívida”, diz ela.

SOMENTE INFORMAÇÃO, SEM JUÍZO DE VALOR.

Dossiê sobre as estripulias de Rosemary pode ser compensando com ação contra Dilma Rousseff

Ringue do poder – Engana-se quem pensa que acabará em pizza o vazamento do dossiê sobre as atividades nada ortodoxas de Rosemary Nóvoa de Noronha, a Marquesa de Garanhuns. O escândalo que tomou as páginas da revista Veja foi uma operação orquestrada à porta do gabinete de Dilma Rousseff e levou tensão ao Palácio do Planalto e provocou cizânia ainda maior nas hostes petistas.

O episódio transformou-se em intensa queda de braços, que tem como pano de fundo a corrida presidencial de 2014. Enquanto Dilma trabalha para emplacar seu projeto de reeleição, Lula atua nos bastidores para desestabilizar sua sucessora, mesmo dizendo que apoia a companheira de legenda.

Lula, que ficou ainda mais refém dos escândalos de corrupção dos seus dois governos, ainda não digeriu os efeitos do vazamento do tal dossiê, que tinha como leão de chácara o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Com as facções da cúpula petista protagonizando uma briga de foices na escuridão, não causará surpresa se um novo escândalo surgir nos próximos dias, funcionando como antídoto do imbróglio envolvendo Rosemary.

Com Dilma Rousseff em uma das pontas dessa peleja silenciosa e subterrânea, deve vir à tona a atuação deliberada de Erenice Guerra nas coxias do governo federal. Muito ligada à presidente, Erenice retornará à linha de tiro, desta vez na companhia de José Dirceu, que no momento tenta tumultuar a etapa final do julgamento da Ação Penal 470.

Fato é que os ventiladores oficiais estão ligados na velocidade máxima e lama há de sobra. Basta aguardar para conferir as tristes consequências de uma disputa insana e quase sem fim.

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