Era uma vez, uma Branca de Neve do Photoshop, que saiu do seu castelo federal para enquadrar os anões do castelo estadual.

A manobra não foi bem vista pelos senhores do poder.

Não é em toda fábula que se transformam sapos cururus em príncipes.

Ainda mais tolhendo-lhes a vontade soberana.

O verdadeiro Príncipe, o Galêgo, agora olha o rompante da Branquita, meio que de rabo de olho, de soslaio, de leve.