As reações
Tim Sweeney, CEO da Epic Games, anunciou que a empresa demitirá mais de 1.000 funcionários, o que representa cerca de 25% da força de trabalho total. As demissões foram atribuídas à queda no engajamento de Fortnite desde 2025, um dos maiores jogos como serviço do mundo.
“Estamos gastando muito mais do que ganhamos”, afirmou Sweeney, ressaltando a necessidade de cortes significativos para manter a empresa financeiramente estável. A Epic Games planeja economizar mais de US$ 500 milhões com esses cortes, que incluem reduções em contratos, marketing e vagas não preenchidas.
O CEO também destacou que a indústria de jogos está enfrentando um crescimento mais lento e uma queda no consumo. “Levamos muitos golpes”, disse Sweeney, referindo-se aos desafios recentes enfrentados pela empresa. Apesar das dificuldades, Fortnite continua a ser um dos jogos mais populares do setor.
As demissões não estão relacionadas à inteligência artificial, segundo Sweeney, que enfatizou que a empresa está focada em reestruturar suas operações. Além disso, Fortnite passará por mudanças significativas, incluindo o encerramento de três modos de jogo, com o modo PvE, chamado Salve o Mundo, se tornando gratuito em 16 de abril.
A Epic Games também está acelerando o desenvolvimento da Unreal Engine 6, com Sweeney mencionando “grandes planos de lançamento” para o futuro. A empresa busca reforçar Fortnite com temporadas mais interessantes, na tentativa de recuperar o engajamento dos jogadores.
A Epic Games já passou por várias reinvenções ao longo de sua história, desde a transição para jogos 3D até o sucesso com Fortnite. A atual reestruturação pode ser vista como um passo necessário para a empresa se adaptar às novas demandas do mercado.
Detalhes permanecem não confirmados sobre como essas mudanças afetarão a estratégia de longo prazo da Epic Games. Observadores do setor aguardam para ver como a empresa lidará com os desafios atuais e quais serão os próximos passos em sua evolução.




