Ofensiva Aérea em Teerã
No dia 7 de março de 2026, Israel lançou uma ofensiva aérea contra a infraestrutura de energia do Irã, especificamente em Teerã. Os ataques focaram na rede de produção e armazenamento de petróleo, incluindo a Refinaria de Shahr-e Rey e tanques de armazenamento de petróleo bruto na região.
Os ataques duraram cerca de uma hora, durante a qual explosões e incêndios foram observados no sul de Teerã. Sirenes de alerta aéreo soaram na região de Haifa, indicando a gravidade da situação. Como resultado imediato, o preço do barril de petróleo Brent ultrapassou US$ 90, refletindo o impacto do conflito no mercado global.
Retaliação e Reações
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã atacou uma refinaria de petróleo em Haifa, afirmando que a ação foi uma retaliação aos ataques israelenses. A Guarda Revolucionária declarou que o ataque a Haifa foi uma resposta direta à ofensiva em Teerã.
O preço da gasolina nos EUA também sofreu um aumento significativo, subindo 14% devido ao impacto do conflito. A situação se torna ainda mais tensa, com Israel prometendo uma nova onda de ataques após o controle do espaço aéreo de Teerã.
Este não é o primeiro ataque a instalações de petróleo em Teerã; o depósito de petróleo já havia sido atacado por Israel em junho de 2025, durante um período de crescente hostilidade entre os dois países. O conflito no Oriente Médio atingiu um ponto de inflexão após os recentes ataques israelenses, que intensificaram as tensões na região.
Eyal Zamir, um oficial israelense, comentou: “Nesta fase, vamos desmantelar ainda mais o regime e suas capacidades militares. Temos outras surpresas pela frente, que não pretendo revelar.” Essas declarações indicam que Israel está preparado para continuar suas operações militares na região.
Detalhes sobre a extensão dos danos nas instalações atacadas em Teerã permanecem não confirmados, e a situação continua a evoluir rapidamente.




