A China ativou o maior sistema de computação científica baseado em inteligência artificial do país. Este supercomputador possui 60 mil chips dedicados à aceleração de IA. O impacto dessa tecnologia é significativo, pois permitirá avanços em projetos científicos e comerciais.
O supercomputador da Região Metropolitana de Campinas (RMC) representa um investimento de R$ 3 bilhões. Ele será um dos cinco supercomputadores de exaescala existentes no Ocidente. Atualmente, apenas quatro supercomputadores desse tipo estão em operação, todos nos Estados Unidos.
A capacidade de exaescala significa que o sistema pode realizar quintilhão de operações por segundo. Tarcísio de Freitas, secretário da Ciência e Tecnologia, afirmou que os supercomputadores brasileiros operam na casa dos petabytes e são capazes de realizar bilhões de operações por segundo.
“A gente quer um de exaescala, que é na casa de quintilhão de operações por segundo”, disse Freitas. A estratégia busca integrar poder computacional avançado ao desenvolvimento científico no Brasil.
A plataforma da China permite a execução mais rápida de projetos. Ela combina dados, processamento, modelos e aplicações para oferecer soluções eficientes. O sistema já começou a funcionar em fase experimental desde fevereiro, com metade dessa capacidade.
O supercomputador da RMC permitirá que empresas acessem capacidade de processamento para inferência e treinamento de modelos. Isso pode transformar a forma como as empresas brasileiras utilizam a tecnologia e impulsionar inovações no setor.
Ainda há incertezas sobre como essa nova tecnologia será implementada no Brasil. Detalhes permanecem não confirmados, mas as expectativas são altas para o futuro da computação científica no país.




