Rose Byrne foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por seu papel no filme “Se Eu Tivesse Pernas Te Chutaria”, um suspense psicológico que explora as complexidades da maternidade e a luta interna de uma mulher diante de crises pessoais.
Dirigido por Mary Bronstein e produzido pela A24, o filme apresenta Linda, uma terapeuta que enfrenta a dor da doença de sua filha enquanto lida com um casamento em ruínas. A narrativa é marcada pela culpa silenciosa de Linda, que se vê como a única cuidadora da filha na ausência de um marido sempre ocupado com o trabalho.
A fotografia do filme, realizada por Christopher Messina, utiliza closes constantes e iluminação natural, criando uma atmosfera íntima e envolvente. A casa em ruínas de Linda simboliza a perda de controle em sua vida, refletindo a falha estrutural de sua existência.
Rose Byrne fez seu retorno ao tapete vermelho do Oscar após uma ausência de 14 anos, marcando sua presença com um vestido sem alças da Christian Dior e maquiagem que incluía Batom Rouge Dior em veludo 846 Concorde.
O filme é descrito como extremamente pessoal e carrega uma marca autoral, refletindo experiências reais da realizadora. A escolha de elementos visuais e narrativos tem um propósito claro: manter o espectador colado à perspectiva emocional de Linda.
Além disso, o filme sugere uma experiência comum à maternidade, onde as fronteiras entre o indivíduo e o papel de mãe se dissolvem. A história de Linda ressoa com muitas mulheres que enfrentam desafios semelhantes em suas vidas.
O impacto da atuação de Byrne foi amplamente reconhecido, e sua indicação ao Oscar é um testemunho de seu talento e da profundidade do filme. A recepção crítica tem sido positiva, destacando a habilidade da atriz em transmitir a complexidade emocional de sua personagem.
Com o Oscar de 2026 se aproximando, a expectativa em torno do filme e da atuação de Byrne continua a crescer. Detalhes permanecem não confirmados sobre possíveis futuras colaborações entre a atriz e a A24.




