A Procissão do Cristo Morto em Rio Branco foi realizada no dia 3 de abril de 2026, marcando um importante evento religioso durante a Semana Santa. Em Caxias do Sul, mais de 8 mil pessoas participaram da celebração da Paixão, que teve início às 14h com a Celebração da Paixão do Senhor.
O encontro das imagens do Cristo Morto e de Nossa Senhora das Dores ocorreu na esquina das ruas Do Guia Lopes e Sinimbu, atraindo a atenção dos fiéis presentes. O bispo Dom José Gislon presidiu a Celebração da Paixão na Catedral Diocesana, onde enfatizou a importância da cruz, afirmando: “Não existe momento e não existe situação onde não entra a cruz, que liberta e salva.”
Por outro lado, a tradicional procissão na Paróquia Nossa Senhora Aparecida das Moreninhas em Campo Grande não foi realizada pela primeira vez em 30 anos. Apesar da ausência da procissão, a encenação da Paixão de Cristo foi mantida, acompanhada por dezenas de fiéis. O padre Irineu Vieira, que está na paróquia há cerca de 30 dias, comentou sobre a importância da reflexão durante este período, dizendo: “A única coisa que Ele disse na cruz foi ‘Eu tenho sede, sede de amor, sede de afeto, sede de você’.”
O jovem Gustavo de Oliveira Wolf interpretou Jesus Cristo pela primeira vez após nove anos participando da encenação, o que trouxe um significado especial para os presentes. A Missa da Vigília Pascal na Catedral Diocesana está agendada para o dia 4 de abril de 2026, às 19h, dando continuidade às celebrações da Semana Santa.
A Campanha da Fraternidade 2026, que tem como tema ‘Fraternidade e Moradia’, também foi mencionada durante as celebrações, ressaltando a importância da solidariedade e da comunidade. Vanilda Matos, uma das participantes, expressou que “pra mim é um tempo de reflexão sobre o amor e o amor de Deus por nós.”
Os eventos deste ano refletem a resiliência da fé e a adaptação das tradições religiosas em tempos desafiadores. A ausência da procissão em Campo Grande é um lembrete da importância das celebrações comunitárias e do papel que desempenham na vida espiritual dos fiéis.
Enquanto as celebrações continuam, a expectativa é de que a participação nas festividades religiosas se mantenha forte, mesmo diante das mudanças. A Páscoa, como destacou Adalberto Santana, “significa a ressurreição de Cristo para nós”, simbolizando esperança e renovação para todos os envolvidos.




