Monique Medeiros, acusada de homicídio qualificado por omissão, tortura por omissão, falsidade ideológica, fraude processual e coação no curso do processo, foi solta em 23 de março de 2026. A decisão ocorreu após mais um adiamento do julgamento sobre a morte de Henry Borel, que aconteceu em 8 de março de 2021, quando o menino tinha apenas 4 anos.
O laudo do Instituto Médico Legal identificou 23 lesões no corpo de Henry Borel, o que levantou sérias suspeitas sobre as circunstâncias de sua morte. Monique Medeiros e Dr. Jairinho, que também é acusado no caso, alegaram que a morte do garoto foi um acidente doméstico.
A juíza Elizabeth Louro determinou a soltura de Monique após a dissolução do Conselho de Sentença no II Tribunal do Júri, o que permitiu que ela aguardasse o julgamento em liberdade. O julgamento, que já havia sido adiado anteriormente, está marcado para 22 de junho de 2026.
A defesa de Monique nega as acusações e o caso segue como um dos mais emblemáticos do país, gerando grande repercussão na sociedade. O caso de Henry Borel motivou a criação da ‘Lei Henry Borel’, que endureceu as punições para crimes contra crianças, refletindo a gravidade da situação.
Com a soltura de Monique, observadores aguardam ansiosamente o desdobramento do julgamento, que promete trazer mais detalhes sobre o caso e as circunstâncias que cercam a morte do menino. Detalhes permanecem não confirmados.




