A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal foi rejeitada pelo Senado em 29 de abril de 2026. A votação foi apertada, com 42 votos contra e 34 a favor. Messias havia sido indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar o lugar do ministro Luis Roberto Barroso, que se aposentou em outubro de 2025.
Jorge Messias foi sabatinado por mais de oito horas antes da votação. A aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ocorreu por 16 votos a 11. No entanto, a rejeição no Plenário do Senado demonstrou divisões significativas entre os senadores.
Após a rejeição, André Mendonça lamentou a decisão e afirmou que o Brasil perdeu a oportunidade de ter um grande ministro. Gilmar Mendes também comentou sobre a situação, mencionando uma crise de credibilidade nas instituições brasileiras.
Messias é servidor público desde 2007. Ele expressou respeito pela decisão do Senado, afirmando: “O Senado é soberano, o Plenário do Senado é soberano.” O desfecho dessa votação pode impactar futuros processos democráticos relacionados à indicação de ministros no STF.




