A diretora do JPMorgan, Lorna Hajdini, é acusada de transformar um colega em ‘escravo sexual’ através de manipulação e ameaças. A ação judicial foi protocolada no Tribunal Supremo do Condado de Nova York.
O processo alega abuso sexual, assédio racial e coerção profissional. A vítima, identificada como “John Doe”, afirma que o abuso começou na primavera de 2024. Ela teria usado drogas como Rohypnol para coagir a vítima.
A vítima formalizou uma queixa ao JPMorgan em maio de 2025, mas o banco negou as alegações. Um porta-voz do JPMorgan afirmou: “Após uma investigação, não acreditamos que haja qualquer fundamento nessas alegações.”
Lorna Hajdini ocupa o cargo de Diretora Executiva na divisão de Financiamento Alavancado do JPMorgan e tem quase 15 anos de experiência na instituição. O advogado da vítima busca indenização por danos emocionais e à reputação.
A denúncia inclui ameaças de sabotagem de carreira. Uma das alegações mais graves cita: “Se você não transar comigo logo, vou te arruinar, nunca se esqueça, você me pertence.” Além disso, a vítima também aponta comentários discriminatórios: “Aposto que sua esposa asiática, cabeça de peixe, não tem esses canhões.”
Hajdini nega categoricamente as acusações. Seus advogados afirmam que as alegações são infundadas e sem mérito.




