Kristi Noem é demitida do DHS
A secretária do Departamento de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, foi demitida por Donald Trump em 5 de março de 2026. A decisão ocorre em meio a críticas à atuação do DHS nos últimos meses, especialmente após mortes registradas durante protestos em Minneapolis.
Trump elogiou as ações de Noem na fronteira do país, afirmando: “A atual secretária, Kristi Noem, que nos serviu muito bem e obteve inúmeros resultados, especialmente na fronteira, passará a ser enviada especial para o Escudo das Américas.”
Com a saída de Noem, Markwayne Mullin, ex-lutador profissional de MMA, foi indicado por Trump para assumir o comando do DHS. Mullin, que ocupa uma cadeira no Senado desde 2023, assumirá oficialmente o cargo em 31 de março de 2026.
A demissão de Noem também se seguiu a dificuldades enfrentadas por ela durante audiências no Congresso, onde o DHS foi questionado sobre sua resposta a incidentes críticos, incluindo a investigação da morte do enfermeiro Alex Pretti, que foi transferida para o FBI.
Trump descreveu Mullin como “um guerreiro do movimento MAGA e ex-lutador profissional invicto de MMA”, destacando sua habilidade de se relacionar com as pessoas e sua coragem para avançar na agenda America First.
A saída de Noem marca uma mudança significativa na liderança do DHS, um órgão que tem enfrentado crescente pressão pública e política. Observadores esperam que a nova gestão sob Mullin traga uma abordagem diferente para as questões de segurança interna.
Detalhes permanecem não confirmados sobre como a transição de liderança afetará as políticas atuais do DHS e quais serão as prioridades de Mullin ao assumir o cargo.




