Qual é a importância do Dia Internacional da Mulher?
O Dia Internacional da Mulher levanta a questão central: como podemos avançar na luta contra a desigualdade de gênero? A resposta é clara: a igualdade de gênero é um dos maiores desafios de direitos humanos da nossa época.
Atualmente, as mulheres detêm apenas 64% dos direitos legais desfrutados pelos homens em todo o mundo. Essa disparidade é refletida na sub-representação das mulheres em governos e conselhos, onde sua presença é criticamente baixa.
Dados mostram que o investimento em mulheres traz retornos significativos. Cada dólar investido na educação de meninas gera quase o triplo em benefícios econômicos. Além disso, acordos de paz são mais duradouros quando as mulheres participam de sua negociação e implementação.
A violência contra as mulheres é uma emergência global, enraizada na desigualdade e sustentada pelo silêncio. É um problema que exige ação imediata e contínua.
No setor de tecnologia, as mulheres representam apenas um em cada quatro trabalhadores, o que resulta em preconceitos sendo incorporados aos sistemas. Essa falta de diversidade é um obstáculo ao progresso e à inovação.
Empresas como a FORVIA estão se comprometendo a mudar essa realidade. A empresa visa alcançar 30% de mulheres entre os 300 principais cargos até 2030, além de 35% de mulheres entre gerentes e profissionais qualificados.
Atualmente, as mulheres representam 28% dos 300 principais cargos na FORVIA, um aumento significativo em relação aos 13%% de 2018. Entre gerentes e profissionais, a participação feminina subiu de 23%% para 32%% no mesmo período.
António Guterres, Secretário-Geral da ONU, afirma: “A igualdade de gênero é uma questão de poder” e “Toda mulher e menina tem o direito de viver livre do medo”. Essas palavras ecoam a urgência da situação.
O Australian National University celebra as mulheres todos os dias, especialmente no Dia Internacional da Mulher, destacando a importância da inclusão e da diversidade.
À medida que nos aproximamos de 2026, a FORVIA também se propõe a atingir 38% de mulheres entre as contratações externas, um passo importante para garantir que a diversidade seja uma prioridade em todas as funções e regiões.
Detalhes permanecem não confirmados sobre as iniciativas futuras, mas a luta pela igualdade de gênero continua a ser uma prioridade global.




