Germano Rigotto é pré-candidato ao Senado nas eleições de 2026. Sua pré-candidatura foi oficializada pelo MDB gaúcho em 30 de março de 2026, marcando um momento significativo na política do Rio Grande do Sul.
A entrada de Rigotto na disputa fragmentou o campo da direita no estado, que já conta com outros candidatos como Manuela D’Ávila e Paulo Pimenta. Uma pesquisa de opinião recente revelou que mais de 70% dos eleitores não souberam ou não quiseram indicar um candidato, evidenciando a incerteza que permeia o cenário eleitoral.
No cenário estimulado da pesquisa, Manuela D’Ávila lidera com 32,9% das intenções de voto, seguida de perto por Paulo Pimenta com 32,5% e Germano Rigotto com 32,2%, todos tecnicamente empatados. Essa proximidade nas porcentagens indica uma disputa acirrada entre os três candidatos.
No primeiro voto, a situação se apresenta um pouco diferente, com Manuela D’Ávila à frente com 21,2%, seguida por Paulo Pimenta com 18,4% e Germano Rigotto com 15,9%. Contudo, no segundo voto, Rigotto se destaca, aparecendo à frente com 16,3%, enquanto Pimenta e Manuela registram 14,1% e 11,7%, respectivamente.
A pesquisa foi realizada entre 26 e 28 de março de 2026, com mil entrevistados, refletindo a opinião pública em um momento crucial para a política local. A pré-candidatura de Rigotto foi considerada desde o Congresso Estadual do MDB em novembro do ano anterior, demonstrando um planejamento estratégico por parte do partido.
Com a oficialização de sua candidatura, Rigotto se junta a um grupo de candidatos que buscam conquistar o eleitorado gaúcho, em um cenário onde as alianças e a fragmentação política podem desempenhar um papel decisivo nas eleições. Detalhes permanecem não confirmados sobre como a campanha se desenvolverá e quais estratégias serão adotadas pelos candidatos.




