Geraldo Alckmin lamentou a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado, que ocorreu por 42 votos a 34. Ele destacou que essa decisão é um sinal claro do isolamento político do presidente Lula nas eleições.
Alckmin afirmou: “Olha, primeiro, quero lamentar a não eleição do Jorge Messias, porque é uma pessoa preparada, jurista com experiência, com espírito público, uma vida dedicada ao serviço público.” A rejeição de Messias representa uma quebra de um padrão histórico — desde 1894, o Senado não havia rejeitado um nome indicado ao STF.
A Advocacia-Geral da União agora será comandada novamente por Messias após sua rejeição. Ele havia ocupado o cargo antes da indicação e sua volta foi recebida com aplausos por alguns setores.
A situação se complica ainda mais com a condenação do general Mario Fernandes a 26 anos e seis meses de prisão por planejar o assassinato de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes. Fernandes também pediu ao STF para parcelar sua multa de R$ 64,8 mil em 60 vezes.
O contexto atual revela um cenário desafiador para Lula, que enfrenta dificuldades em manter uma aliança restrita à esquerda. A rejeição de Messias pode impactar suas futuras indicações e estratégias políticas.
A próxima movimentação política deve incluir novas indicações para o STF. Alckmin acredita que “o presidente Lula está definindo a sua nova indicação”. O futuro político do governo depende dessas decisões.




