Recentemente, o BNDES aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para a Embraer. Esta decisão é significativa para a indústria aeronáutica brasileira, que é um vetor estratégico de inovação, segundo Aloizio Mercadante.
O BNDES tem se mostrado ativo no apoio a projetos de grande escala. A Embraer, por exemplo, gera mais de 21 mil empregos diretos no Brasil. Esse financiamento pode impulsionar ainda mais o crescimento da empresa.
Até 2 de abril de 2026, o BRDE recebeu pedidos de financiamento que somaram R$ 3,5 bilhões no Paraná. A carteira ativa do BRDE encerrou o último trimestre com R$ 8,594 bilhões. O volume de contratações no primeiro trimestre alcançou R$ 1,369 bilhão.
As contratações com produtores rurais também se destacaram. No ano-safra, elas totalizaram R$ 2,473 bilhões. Isso demonstra uma forte demanda por financiamento agrícola na região.
O programa FIDC/IFCD financia projetos com até US$ 100 mil cada. Desde 2010, esse fundo já investiu US$ 13,6 milhões em 175 projetos em 77 países em desenvolvimento. O Brasil é um dos principais colaboradores históricos desse programa.
Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer, enfatizou que a inovação é um dos pilares da estratégia de crescimento da empresa no Brasil e no mercado internacional. Esse foco em inovação pode ser crucial para enfrentar os desafios do setor.
Heraldo Neves, do BRDE, comentou que o crescimento recente é resultado de uma atuação comercial mais próxima e busca ativa intensificada pelas equipes do banco. Além disso, Renê Garcia Junior destacou que houve um ambiente de juros mais benigno para a estruturação de novos projetos nos últimos meses.
Esses desenvolvimentos são importantes para o futuro da indústria aeronáutica e agrícola no Brasil. O apoio financeiro pode facilitar novos investimentos e inovações que beneficiam tanto as empresas quanto os trabalhadores envolvidos.




