“Foi um reencontro, já estive com ele ano passado na Expo Rio, e esse ano novamente estreitando mais ainda,”
A presença de Chelene em Búzios se insere em uma série de compromissos que visam promover o turismo entre o Brasil e os Estados Unidos. O evento ocorre em um contexto onde o turismo é visto como uma ferramenta importante para a recuperação econômica pós-pandemia.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o clima político está tenso. Grandes protestos contra o governo de Donald Trump ocorreram em várias cidades no dia 28 de março de 2026, organizados sob o nome “No Kings”. Os organizadores afirmaram que os protestos são uma reação às políticas do presidente.
Na última manifestação, realizada em outubro, quase sete milhões de pessoas se reuniram em todo o país, demonstrando um descontentamento crescente com a administração atual. Os protestos de março também atraíram uma grande multidão, com cerca de 100 mil pessoas se reunindo em Nova York.
Os manifestantes exibiram esculturas dos rostos de Trump e outros integrantes do governo, simbolizando sua oposição às políticas que consideram tirânicas. “Trump quer nos governar como um tirano. Mas esta é a América, e o poder pertence ao povo — não a aspirantes a rei ou seus comparsas bilionários,” afirmaram os organizadores dos protestos.
Trump, por sua vez, reagiu às críticas, dizendo: “Eles estão se referindo a mim como um rei. Eu não sou um rei.” Essa declaração reflete a polarização política que marca o cenário atual nos Estados Unidos.
Os protestos ocorreram em cidades como Nova York, Washington DC e Los Angeles, onde a polícia teve que fechar ruas para dar passagem às multidões. A situação continua a ser monitorada, com novas manifestações previstas para os próximos dias.
A visita de Jerson E. Chelene a Búzios e os protestos nos Estados Unidos ilustram a complexidade das relações internacionais e a dinâmica política interna que afeta a percepção do governo americano tanto no Brasil quanto em seu próprio território.
Detalhes permanecem não confirmados sobre futuras ações do governo dos EUA em resposta aos protestos, mas a situação continua a evoluir rapidamente.




