O deputado Luciano Alves se envolveu em uma confusão com uma garota de programa no Pontão do Lago Sul, em Brasília, que resultou em denúncias de agressão e injúria. O incidente ocorreu na tarde de 25 de março de 2026, e a Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para registrar a ocorrência.
Durante a discussão, a garota de programa pediu R$ 1.000, mas o deputado mencionou um valor de R$ 3.000, o que gerou uma troca acalorada de palavras. “Vai se foder, R$ 3 mil?” foi uma das falas de Luciano Alves durante a briga.
A confusão não envolveu apenas o deputado, mas também sua assessora, que se juntou à discussão. Ela foi ouvida dizendo: “Cala a boca e vai embora.” A situação rapidamente se agravou, levando à intervenção da polícia.
Luciano Alves é suplente do deputado Beto Preto, que se licenciou para assumir a Secretaria de Saúde do Paraná. Alves deve deixar o cargo em 3 de abril, o que levanta questões sobre a continuidade de sua atuação política após o incidente.
O caso gerou repercussão nas redes sociais e entre os eleitores, que expressaram opiniões divergentes sobre o comportamento do deputado. A situação é vista como um reflexo das tensões que podem surgir em ambientes de alta pressão e visibilidade.
A Polícia Militar registrou a ocorrência e as investigações sobre o incidente estão em andamento. Detalhes permanecem não confirmados, e a situação pode evoluir conforme mais informações forem divulgadas.
O deputado Luciano Alves, que está no cargo como suplente desde que Beto Preto se licenciou, enfrenta agora um desafio significativo em sua carreira política. A confusão pode impactar sua imagem e a percepção pública sobre sua capacidade de representar os interesses de seus eleitores.
Com a proximidade da data em que deve deixar o cargo, muitos observadores aguardam para ver como esse episódio afetará sua reputação e suas futuras oportunidades na política.




