O presidente do Equador, Daniel Noboa, negou que seu país estivesse bombardeando a Colômbia, em meio a crescentes tensões entre as duas nações. Noboa fez essas declarações após a Colômbia suspender o fornecimento de eletricidade ao Equador e aumentar as tarifas de transporte de petróleo bruto através de oleodutos equatorianos.
Noboa acusou a Colômbia de abrigar a família do narcotraficante José Adolfo Macías Villamar, conhecido como ‘Fito’. Ele afirmou: “Presidente Petro, suas declarações são falsas; estamos agindo em nosso território, não no seu.” A situação se agrava com um toque de recolher noturno em quatro províncias equatorianas.
As tarifas comerciais entre os dois países chegaram a 50%, refletindo uma guerra comercial que começou com a administração de Noboa. O Equador aumentou o preço do transporte de petróleo bruto da estatal colombiana Ecopetrol de três para trinta dólares, exacerbando as tensões econômicas.
O presidente colombiano Gustavo Petro também se manifestou, afirmando que “os métodos serão investigados minuciosamente, muito perto da fronteira com o Equador”. Ele expressou preocupações sobre a segurança na região, sugerindo que a Colômbia estava sendo bombardeada a partir do Equador.
A guerra contra o crime organizado no Equador, declarada por Noboa há mais de dois anos, transformou o país em um ponto-chave nas rotas internacionais de tráfico de drogas. Essa situação tem gerado um clima de insegurança e desconfiança entre os dois países.
A Universidade Tecnológica de Pereira, na Colômbia, está oferecendo Rotações Clínicas e Estadias de Pesquisa para estudantes, com prazos de inscrição até 23 de abril e 1º de maio, respectivamente. A UTP é uma renomada instituição pública de ensino superior na Colômbia.
As relações entre Colômbia e Equador continuam tensas, com ambos os lados se preparando para possíveis repercussões. Detalhes permanecem não confirmados, mas a situação exige atenção contínua.




