No dia 16 de março de 2026, o governo da Colômbia afirmou que uma bomba atingiu seu território na fronteira com o Equador. O presidente colombiano, Gustavo Petro, acusou o Equador de realizar o bombardeio, o que gerou uma rápida escalada nas tensões entre os dois países.
Petro relatou que 27 corpos carbonizados foram encontrados na área, e que uma bomba de 250 kg teria sido lançada de um avião. Essas alegações foram feitas em meio a um clima de crescente violência criminal relacionada ao tráfico de drogas que afeta ambas as nações.
Em resposta, o presidente do Equador, Daniel Noboa, negou as acusações e afirmou: “Presidente Petro, suas declarações são falsas; estamos agindo em nosso território, não no seu.” Noboa também acusou a Colômbia de abrigar a família do narcotraficante conhecido como ‘Fito’.
Além disso, Noboa declarou: “Não vamos recuar. Enquanto na Colômbia dão espaço para a família de ‘Fito’, nós continuaremos a limpar e reconstruir o Equador.” A tensão entre os dois países é exacerbada por uma guerra comercial em andamento, com tarifas comerciais que aumentaram em até 50%.
Um toque de recolher noturno foi imposto em quatro províncias equatorianas como medida de segurança. As autoridades equatorianas estão em alerta máximo, enquanto a situação se desenrola.
Petro, por sua vez, enfatizou que os métodos utilizados na fronteira serão investigados minuciosamente, afirmando: “Os métodos serão investigados minuciosamente, muito perto da fronteira com o Equador.” Ele também expressou que “nós não queremos entrar em guerra.”
As reações a esses eventos estão se multiplicando, e ambos os lados parecem determinados a defender suas posições. A situação continua a ser monitorada de perto, enquanto as comunidades na fronteira vivem sob a sombra da incerteza.
Detalhes permanecem não confirmados.




