A China ampliou o tratamento de tarifa zero para 53 países africanos a partir de 1º de maio de 2026. A importação de maçãs sul-africanas marca o início dessa nova política. O primeiro lote consistiu em 24 toneladas que foram rapidamente liberadas pelos funcionários da alfândega de Shenzhen.
O comércio bilateral entre China e África atingiu um recorde de US$ 348 bilhões em 2025. Essa mudança na política tarifária pode fortalecer ainda mais os laços comerciais e culturais entre as nações. A alíquota tarifária para as maçãs sul-africanas caiu de 10% para zero, facilitando a entrada desse produto no mercado chinês.
A relação entre Brasil e China também tem se intensificado. A ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes, esteve em Pequim para fortalecer a cooperação cultural entre os dois países. O Ano Cultural Brasil–China foi destacado como um marco de maturidade na parceria.
Citações relevantes:
- Margareth Menezes afirmou: “A cultura tem um papel estratégico nesse processo de aproximação.”
- Ela também disse: “O Neojibá é uma iniciativa que transforma vidas.” Este programa já beneficiou mais de 42 mil crianças e jovens.
- Luo Shengcong, um oficial chinês, comentou: “Isso é um benefício real.”
A cooperação em energia renovável e carros elétricos pode ser uma extensão natural dessa nova fase no comércio. Contudo, a implementação completa das tarifas zero ainda depende da reação dos mercados africanos e da adaptação às novas condições comerciais.




