No dia 4 de maio de 2026, um avião de pequeno porte caiu no bairro Silveira, em Belo Horizonte. O acidente ocorreu por volta das 12h20 e resultou na morte de três pessoas, incluindo o piloto e dois passageiros.
O piloto, Wellington de Oliveira Pereira, tinha 34 anos. Ele reportou dificuldades na decolagem à torre de controle pouco antes do acidente. O bimotor, fabricado em 1979 e com matrícula PT-EYT, não tinha autorização para operar como táxi aéreo.
O avião colidiu entre o terceiro e o quarto andar de um prédio de três andares. Um dos passageiros, Fernando Moreira Souto, de 36 anos, estava no banco do copiloto e também morreu no local. Leonardo Berganholi Martins, um passageiro de 50 anos, faleceu após ser resgatado em estado grave.
Apesar das mortes, a rápida ação do Corpo de Bombeiros evitou uma explosão maior. Os bombeiros neutralizaram o risco com a aplicação de espuma mecânica sobre o combustível derramado. Não houve vítimas entre os moradores do prédio atingido.
O choque causou danos significativos à edificação. Segundo os bombeiros, o impacto abriu um buraco na alvenaria antes que a aeronave caísse no estacionamento. A aeronave havia partido de Teófilo Otoni com destino ao Aeroporto Campo de Marte em São Paulo.
A tragédia levantou questões sobre a segurança das operações aéreas na região. A falta de autorização para operação comercial sob o RBAC nº 135 será investigada pelas autoridades competentes.
As investigações estão em andamento para determinar as causas exatas do acidente e se houve falhas nos procedimentos operacionais.




