A Avenida Paulista será ocupada exclusivamente por grupos conservadores no Dia do Trabalhador, frustrando as manifestações da esquerda. O movimento Patriotas do QG, liderado por Carlos Silva, foi o principal organizador do ato.
A Polícia Militar negou o uso da Avenida Paulista para a CSP-Conlutas. O ato da CSP-Conlutas foi remanejado para a Praça da República. A decisão da PM foi baseada na ordem de chegada dos pedidos de autorização.
O grupo Patriotas do QG protocolou seu pedido em setembro de 2024. Por outro lado, a CSP-Conlutas protocolou seu pedido em março de 2026.
Os grupos que ocuparão a Paulista estão ligados ao Projeto União Brasil, fundado em 2019. O ato na Paulista ocorrerá entre 11h e 18h30 e terá pautas cristãs e patrióticas.
A CSP-Conlutas criticou a decisão da PM como um ataque ao direito de manifestação. “A medida, comunicada de forma tardia na sexta-feira 24, representa um grave ataque ao direito de manifestação da classe trabalhadora”, afirmou a central.
Malta Jones, representando os organizadores conservadores, declarou: “Ninguém vai atacar ninguém no ato”. O ato de 2026 será mais institucional e evitará confrontos diretos.
A CSP-Conlutas reivindicará temas como o fim da escala 6×1 e a reforma agrária durante sua manifestação na Praça da República.




