04.06.2026

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Ali Larijani confirmado morto em ataque aéreo

ali larijani — BR news
Ali Larijani, ex-presidente do Parlamento iraniano e secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, foi morto em um ataque aéreo em Teerã.

Ali Larijani foi confirmado morto em um ataque aéreo israelense na madrugada de 17 de março de 2026, em Teerã. Ele era o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã e foi alvo de um bombardeio de precisão, que também resultou na morte de seu filho Morteza e vários guarda-costas.

Larijani, que ocupou o cargo de secretário do CSSN desde agosto de 2025, era uma figura proeminente na política iraniana, tendo atuado como presidente do Parlamento de maio de 2008 a maio de 2020. Ele foi descrito como um “conservador moderado” nos últimos anos e era conhecido por seu papel como principal negociador sobre o programa nuclear do Irã entre 2005 e 2007.

O ataque que resultou em sua morte foi confirmado pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, que declarou: “As almas puras dos mártires acolheram a alma purificada do servo justo de Deus, o mártir Dr. Ali Larijani.” O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, também informou sobre a morte de Larijani.

Nas primeiras horas da manhã, ele foi martirizado junto com seu filho Morteza, Alireza Bayat, vice do setor de segurança do CSSN, e vários guarda-costas. O governo iraniano destacou que Larijani dedicou sua vida ao progresso do Irã e da Revolução Islâmica, afirmando que ele finalmente alcançou sua aspiração de toda a vida ao responder ao chamado divino.

Larijani foi visto pela última vez em público em 13 de março de 2026, poucos dias antes do ataque. Sua morte representa uma grande perda para o regime iraniano, que agora enfrenta a necessidade de reavaliar sua estratégia de segurança e diplomacia em um ambiente cada vez mais tenso.

Detalhes permanecem não confirmados sobre as circunstâncias exatas do ataque e suas repercussões políticas. Observadores esperam que a situação leve a um aumento das tensões entre o Irã e Israel, além de possíveis reações internas no Irã em relação à segurança e à liderança do país.