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Apresentação do Coral e chegada de Papai Noel na radioterapia abrem comemorações Natalina na Santa Casa de Itabuna

Uma programação especial para pacientes, acompanhantes, médicos e colaboradores, assim a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna com o apoio das irmãs religiosas e auxiliadoras realiza mais umNatal na instituição. A chegada do Papai Noel no setor de radioterapia e a apresentação do coral nos pavilhões do Hospital Calixto Midlej Filho abriram as atividades que serão finalizadas na quinta-feira (20) com a entrega dos brindes para 100% dos colaboradores e pacientes .

De acordo com o provedor da SCMI, o médico Eric Júnior todas as ações foram pensadas para promover o bem-estar e valorização, além de levar a paz, solidariedade e alegria, por meio de um atendimento humanizado, que alcança todo o público hospitalar.

Confira a programação

-18/12 às 09h – Natal da unidade de Quimioterapia

10h – Natal da Hemodiálise

17h- Gravação do Vídeo Institucional

19/12 – 8h as 22h – HCMF – hall do auditório / HMN Pavilhão Wlson Maron – Vila de Natal e entrega dos brindes natalinos para 100% dos colaboradores. 

20/12 – 8h ás 22 h – HCMF -Hall do Auditório / HMN Pavilhão Wilson Maron – Vila de Natal e entrega dos brindes natalinos para 100% dos colaboradores no Pavilhão Wilson Maron.

21/12 ás 14h – Natal dos Pacientes do HMN.

O VENENO DA NOITE!

Com a nova composição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Ilhéus.

O Prefeito Mário Alexandre vai continuar nadando de braçadas, aprovando tudo nas coxas?

A NOVA LEI TRABALHISTA DE TERCEIRIZAÇÃO CHEGA NA PREFEITURA DE ILHÉUS.

Jabes Ribeiro | Foto: Reprodução/ Ilhéus 24h

E não é de agora, faz tempo, senão vejamos:

Antonio Olímpio terceirizou com Tonho Badaró, lembram?

Valderico Reis terceirizou com Luciana Reis, lembram?

Newton Lima terceirizou com Jorge Bahia, lembram?

Marão, tá terceirizando com dois, verifiquem!

A raivinha localizada com Jabes Ribeiro, é que ele manda, governa, delega, cobra, sem chance para oportunistas.

 

 

Solicitação de divulgação do Concurso Fotográfico “Universo Feminino – Singular e Plural” Ano VII – 2019

Concurso de fotografias sobre “Universo Feminino” abre inscrições.

30 imagens serão selecionadas e participarão de exposição em Camaçari (BA).

Interessados podem realizar inscrições até o dia 24 de fevereiro de 2019.

Com o objetivo de ilustrar o tema “A Presença Feminina, suas singularidades e pluralidades” o Clube de arte Fotográfica Camaçari (CAFC) está com inscrições abertas para a sétima edição do concurso “Universo Feminino – Singular e Plural” visando estimular a reflexão sobre as questões de gênero na sociedade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de fevereiro de 2019, serão selecionadas 30 fotos que vão compor a exposição no mês de março em espaços públicos do município de Camaçari, estado da Bahia.

Marilton Trabuco, Diretor do CAFC, afirma que as três primeiras fotografias serão premiadas. “Os três primeiros colocados, receberão suas próprias fotos impressas em “fine-art”, processo que utiliza pigmentos e papeis de altíssima qualidade, certificados de menção honrosa, aceitação e participação completam a premiação, e todos estarão no catalogo do evento.”, conta Trabuco.

As inscrições, são feitas exclusivamente via e-mail pelos endereços:

(singular_e_plural@globo.com) com cópia para (clubedeartefotograficacamacari@gmail.com) a inscrição de uma fotografia é gratuita até o dia 24 de dezembro deste, a partir desta data cada participante poderá inscrever até quatro fotos, com a colaboração através da campanha de Crowdfunding no site da Kickante: (www.kickante.com.br/campanhas/universo-feminino-singular-plural-ano-vii)

As contribuições dão ao colaborador algumas recompensas em agradecimento pelo incentivo ao projeto.

O Regulamento com todas as informações está disponível para download no site do concurso: (singulareplural.wixsite.com/2019)

No site também estão disponíveis a “ficha de inscrição” e os links para os catálogos das edições anteriores.

3ª Colocada (2018) – Os sonhos não envelhecem – Vivian Camboim – Jandira – São Paulo

2ª Colocada (2018) Transcendência – Foto Amanda Moraes – Macaé – Rio de Janeiro

1ª Colocada(2018) – Primeira Dama – Foto Ângela Macário – Goiania – Goias

O QUE É PARLAMENTARISMO MARROM?

É quando o 1º Ministro é uma eminência parda.

A prova inconteste, é a derrota da Deputada Ângela Sousa à reeleição, e seu desaparecimento no cenário político da Bahia.

Não entendi nada….

 

SOLICITAÇÃO DE PUBLICAÇÃO DE MATÉRIA

Caros amigos da redação, vimos, através deste email, solicitar, cordialmente, que seja reproduzida matéria constante no release em anexo, em que o Buffet Monique Arouca, sediado em Ilhéus, é citado de forma indevida como parte integrante de uma festa de réveillon que acontecerá na Praia do Sul, em Ilhéus.

O Buffet Monique Arouca jamais foi, sequer, sondado para trabalhar na referida  festa. Porém, no último sábado, meninas entregavam panfletos em quebra-molas da Rodovia Ilhéus-Olivença, vinculando o nome da proprietária do buffet com o evento. (em anexo, segue foto do panfleto e os registros de ocorrência na DP de Ilhéus, assim como o registro de CNPJ da empresa)..

Tal feito pode trazer consequências seríssimas e irreparáveis para o nosso buffet, pois, o público da festa pode se decepcionar e, por consequência, depreciar os  serviços atribuídos a nós, quando, na verdade, não fomos contratados, nem orçados e nem contactados, para atuar na referida festa.

Com a veiculação deste release, pretendemos dar publicidade a este fato, ao mesmo tempo em que estamos adotando as medidas cabíveis e legais.

Desde já, deixamos os nossos mais elevados votos de estima e consideração por este veículo de comunicação e aproveitamos para desejar a todos da redação, um Feliz Natal e um Ano Novo de muito sucesso.

Atenciosamente,

Monique Arouca

(73) 98846-5877

 

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Buffet ilheense é vinculado de forma indevida a festa de Réveillon

O Buffet Monique Arouca, em respeito aos seus clientes, amigos e a toda a sociedade ilheense, vem a público informar e lamentar que o nome da sua proprietária esteja sendo divulgado de forma indevida e irresponsável pela organização do evento denominado Réveillon Costa do Cacau Paradise.
A direção do Buffet afirma que jamais teve os seus serviços solicitados pela organização do evento, que será realizado no dia 31 de dezembro na Cabana Costa do Cacau, situada na Rodovia Ilhéus-Olivença (Praia do Sul), em Ilhéus.
Monique Arouca, proprietária do buffet, foi surpreendida com a vinculação do seu nome à referida festa, no último sábado, dia 15, quando recebeu panfletos que eram distribuídos em quebra- molas, na Rodovia Ilhéus-Olivença.
“Os organizadores deste Réveillon nunca entraram em contato comigo. Tomei um susto quando vi o meu nome no panfleto, numa tentativa clara de vincular o meu buffet a este evento. Desde então, passei a receber mensagens de clientes solicitando informações sobre uma festa que eu nem sabia que iria acontecer”, observou Monique.
O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil, em Ilhéus. “Todas as providências legais estão sendo adotadas”, finalizou Monique.

JABES COMEMORA AUMENTO DO PIB DE ILHÉUS


O ex-prefeito Jabes Ribeiro comemorou o crescimento do Produto Interno Bruto de Ilhéus (PIB) entre os anos de 2012 e 2016, cujo valor saltou de 2,8 para 3,8 bilhões. Para Ribeiro, o aumento de 35% representou um salto significativo, sendo um dos maiores do Brasil nesse período. Em 2012, ultimo ano do governo de Newton Lima, o PIB de Ilhéus foi de R$ 2.891.095.000, e em 2016, ultimo ano de seu governo, o município apresentou um crescimento de quase 1 bilhão, passando para R$ 3.874.970.000,00.
O ex-vice-prefeito Cacá Colchões também comemorou os números. Além de ser vice-prefeito nesse período, Cacá foi Secretário de Desenvolvimento Econômico, tendo destacado que “o trabalho desenvolvido pelo governo municipal foi fundamental para recolocar Ilhéus entre as 10 cidades com maior PIB na Bahia, o que representa a vitória do trabalho eficiente e persistente, onde o incentivo ao turismo, indústria e comércio foi fundamental para esse resultado”.
Jabes destacou que nunca teve dúvidas de que a sua administração estava no caminho certo, “mesmo passando por grandes dificuldades com uma máquina administrativa inchada e arcaica”. Para ele, a decisão de promover uma reforma tributária foi decisiva para o equilíbrio das contas públicas, “o que garantiu a preservação de empregos e o pagamento da folha salarial em dia, contribuindo assim com a crescente movimentação de dinheiro na cidade”. O fato do município de Ilhéus ter retornado ao grupo das 10 cidades com maior PIB, superando inclusive a cidade de Itabuna, foi considerado como o “coroamento de um trabalho sério e planejado, e que, embora não compreendido por alguns, mostrou que estávamos no caminho certo” – destacou Jabes Ribeiro.

APROVEITAMENTO ÚTIL E INTELIGENTE DE UM ESPAÇO.

Ao invés, de um centro de custos e despesas, em que se transformou o Estádio Mário Pessoa, convenhamos, já deu o que tinha que dar.

O povo de Ilhéus, não está dando bola para o futebol ilheense, segundo uma enquete rápida feita a tempo, clique aqui.

O comércio e o desenvolvimento, pedem um Shopping Center em seu lugar.

Foto: Fabio Roberto Noticias

Foto: via WhatsApp

CHOCOLATES PELO BRASIL AFORA

NEGÓCIOS

O doce sabor do sucesso

Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, chega a um faturamento bilionário com diversificação de produtos e ampliação do portfólio para incluir a venda de cafés

 

Foto: Claudio Gatti

Renata Vichi: A ceo Da Kopenhagen comemora o faturamento de R$ 1,5 Bilhão (Crédito: Claudio Gatti)

Dizem que o chocolate pode melhorar o estado de ânimo de qualquer pessoa e até gerar sensação de felicidade e bem estar, levando a tristeza para longe. Talvez tenha sido por isso que Celso Ricardo de Moraes resolveu trocar produtos farmacêuticos como Maracugina a Apracur do Laboratório Virtus, do qual era proprietário, pelos chocolates. Em vez de oferecer alívio, o empresário investiu no prazer.

O Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, comandado hoje por sua filha, Renata Moraes Vichi, chegou a um faturamento de R$ 1,5 bilhão e uma rede de 730 lojas, em 2018. Agora, a empresa aposta em novos ingredientes para manter o ciclo de crescimento: os cafés e a reformulação de produtos clássicos. Em julho deste ano, o grupo entrou no mercado de cápsulas de espresso. O produto – um pacote com dez unidades compatível com todas as máquinas do mercado, incluindo a Nespresso da Nestlé – é encontrado em todas as lojas Kopenhagen. Em três meses, a empresa vendeu 1,5 milhão de cápsulas e alcançou um resultado de R$ 29,8 milhões. A demanda acima do esperado obrigou a companhia a subir a produção em 30%. “A gente errou feio nas previsões inicias”, diz Renata. “Não imaginávamos que existia toda essa demanda.” Segundo ela, a oferta de cápsulas de café é bastante atrativa entre jovens de 25 a 34 anos, faixa que a marca tem se esforçado para levar para dentro das lojas. Esse público representava apenas 19% dos clientes, em 2015. Hoje, é 23%.

Outro caminho encontrado para rejuvenescer a Kopenhagen foi a criação do “Keep Kop”, em referência ao pôster “Keep Calm and Carry On”, que tomou conta das redes sociais há alguns anos.

É uma linha vendida em saquinhos de 100 gramas – como snacks – a um preço mais acessível, que gira em torno de R$ 19,90. Os produtos vão de pipoca coberta com chocolate a um crocante de caramelo com flor de sal. Essa adaptação aos novos hábitos do consumidor também se refletiu na linha infantil de chocolates. O Lingato, lançado em 2015, é uma versão menor e com confeitos coloridos do tradicional Língua de Gato. Outros doces clássicos da marca ganharam roupagem nova e, hoje, esse portfólio já é responsável por R$ 8 milhões do faturamento do grupo. Seguindo a tendência, em agosto deste ano, o Língua de Gato ganhou recheio e o Nhá Benta, novos sabores (maracujá e avelã). O lançamento fez a venda desses produtos aumentar 70% relação ao ano passado. No entanto, os clássicos da empresa (Nhá Benta na versão com marshmellow, Lajotinha, Língua de Gato e Chumbinho) representam mais da metade do faturamento.

Para explorar ainda mais o poder dos seus doces tradicionais, a Kopenhagen criou o Projeto “Revival”, em comemoração aos 90 anos da marca. Assim, diversos produtos que haviam saído de linha – como a batatinha de marzipã, o Jelly Garden e o Bombom Avelã – voltaram às lojas. O primeiro é um doce de amêndoa em formato de bolinha e coberto com chocolate amargo, que foi o primeiro sucesso da marca, enquanto o Jelly Garden são geleias cobertas com chocolate. Já os clássicos não descontinuados, como o Lajotinha, receberam embalagens iguais às de 1941, quando o bombom foi lançado. Além de todas essas novidades, Renata contou à DINHEIRO que quer transformar algumas das lojas da rede em uma espécie de pâtisserie. Algumas unidades poderão ter, no cardápio, uma calda de avelã diferenciada, por exemplo.

Atenta às mudanças nos hábitos de consumo, com a clientela sempre em busca de alimentos mais saudáveis e com menos açúcares, a executiva também criou novos doces em versões sem lactose, diet e com 70% cacau. Além disso, em breve a Kopenhagen ganha uma linha de produtos funcionais, como barras de proteínas, por exemplo. “É um movimento ainda pequeno no nosso mercado, mas temos que acompanhar as tendências”, diz Renata que ressalta, no entanto, que os clientes que entram nas lojas não estão nada preocupados com as calorias que consomem. “É um momento de prazer”, diz. Ainda assim, ela ressalta que o Nhá Benta – carro-chefe da Kopenhagen – tem apenas 90 calorias.

Nhá benta em produção: clássico da empresa agora vem nos sabores maracujá e avelã (Crédito:Claudio Gatti)

Para colocar todos os planos em prática, o Grupo estima um investimento de R$ 60 milhões para o próximo ano, sendo R$ 10 milhões para a reforma das lojas e R$ 50 milhões em publicidade.

marketing Renata Moraes Vichi conhece o poder da persuasão. Desde que assumiu a vice-presidência do Grupo, em 2004, a verba de marketing aumentou 600%. Formada em administração e publicidade, a empresária levou a empresa de um faturamento de R$ 38 milhões para R$ 1,5 bilhão. O segredo, diz ela, foi dar capilaridade ao negócio e reforçar o conceito da marca. Quando foi adquirida pela família, em 1996, a Kopenhagem já tinha 70 anos de mercado. Dois anos depois da aquisição, Renata, então com 16 anos, começou a trabalhar na empresa, como estagiária. “Eu não sou herdeira. Sou sucessora. E não foi uma sucessão imposta. Essa era a minha vontade”, destaca ela.

A empresária ainda aumentou o portfólio do grupo com a criação da Brasil Cacau, em 2009. Para suportar a produção, que hoje totaliza aproximadamente 6 mil toneladas de chocolate por ano, o grupo transferiu, em 2011, a fábrica de Tamboré, em São Paulo, para um espaço de 33 mil metros quadrados em Extrema, Minas Gerais, a 109 km de distância da capital paulista. A Brasil Cacau tem 380 lojas e é a principal concorrente da Cacau Show, do empresário Alexandre Costa, que teve um faturamento de R$ 3,3 bilhões em 2017. Para o próximo ano, quando a Brasil Cacau completará uma década, estão programadas a abertura de mais 80 unidades, enquanto a Kopenhagem ganhará outras 40 lojas.

Em 2014, a empresária também iniciou uma joint-venture com a marca suíça Lindt. Ela e o pai possuem, juntos, 49% da operação da marca no Brasil. Uma possível abertura de capital do Grupo CRM não é descartada, mas não é o foco da empresa no momento. O que Renata Moraes Vichi deseja agora é que seus chocolates continuem agradando o paladar dos brasileiros.

Chocolate de impacto


Dengo chega ao mercado com proposta social

Uma nova marca de chocolates despontou no mercado em 2017. Ela se chama Dengo e, apesar de ser um nome ainda pouco conhecido, seu idealizador é Guilherme Leal, sócio da Natura, uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil. O empresário tem o ideal da transformação social como um dos objetivos. O cacau usado pela Dengo, por exemplo, é comprado apenas de pequenos produtores do sul da Bahia, forma que o empresário encontrou para transformar a realidade da região cacaueira que apresenta um dos piores IDHs do país.

Foto: Divulgação

A Dengo paga até 125% acima do valor do mercado pelo cacau desses produtores, mas tem uma exigência: a qualidade impecável da amêndoa. Isso é garantido por meio de uma minuciosa análise do fruto e do seu alto teor de fermentação – processo pelo qual ele precisa passar para retirar impurezas e acidez. Assim como a Natura, a marca valoriza os ingredientes brasileiros. Os chocolates da Dengo são feitos com cacau e açúcar orgânicos, sem gordura hidrogenada e com recheios de castanha, amendoim, banana e cupuaçu. “A gente não sabe o tamanho que a empresa vai ter, mas a gente sabe o tamanho do impacto que vai causar”, diz o CEO da Dengo, Estevan Sartoreli. A rede começou com apenas sete produtores e hoje tem 126. O cacau produzido por eles é suficiente, por enquanto, para abastecer as seis lojas da marca: cinco em São Paulo (Morumbi Shopping , Shooping JK Iguatemi, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Campinas e Pátio Higienópolis) e uma no Rio de Janeiro (Village Mall), além das vendas online. O preço dos produtos varia de R$ 4,80 (barra de 20 gramas) a R$ 60 (mix de sabores de 300 gramas).

COMPOSIÇÕES PARA O FUTURO PREFEITO DE ILHÉUS EM ALTA ROTAÇÃO

O Prefeito Mário Alexandre, parece, vai apoiar para sua sucessão o Presidente da CDL, Junior Reis.

Parece…

Marão, Junior e os Carletos.

Como a vassoura-de-bruxa impactou a produção cacaueira no Brasil

Cacau infectado

Pesquisador explica como a praga devastou o sul da Bahia e fala sobre as pesquisas desenvolvidas para combatê-la

Na história da agricultura do Brasil, algumas pragas já foram responsáveis por mudar a geografia do campo. Um exemplo é a vassoura-de-bruxa, que causou grande impacto na produção cacaueira do país. Para falar sobre esta praga, o Brasil Rural entrevista o coordenador de pesquisa do Laboratório de Genômica e Expressão, do Instituto de Biologia da Universidade de Campinas – UNICAMP, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira.

A vassoura-de-bruxa, causada por um fungo chamado “moniliophthora perniciosa”, é originária da Amazônia. Porém, de acordo com Gonçalo, a partir do momento em que a cultura do cacau começou a se estabelecer e se fortalecer no sul da Bahia a praga chegou na região. “As pessoas achavam que a Bahia estava protegida da doença. Entretanto, provavelmente de forma criminosa, mas seguramente de forma humana, em 87, 88, as pessoas começaram a encontrar o fungo na Bahia.”

Em relação aos estudos feitos no laboratório, o especialista esclarece que ao longo dos anos a pesquisa se concentrou em entender o mecanismo da praga. A partir daí, foram desenvolvidas novas moléculas capazes de atuar em diversos fungos que atacam diversas culturas brasileiras.

“A gente talvez esteja à frente de um novo conjunto de moléculas que podem trazer grandes soluções para o campo, não apenas para o cacau”, pontua.

Ouça a entrevista completa e conheça mais sobre esta praga AQUI

Fonte: Brasil Rural

MAIS UMA VERGONHA O PREFEITO MÁRIO ALEXANDRE FAZ ILHÉUS PASSAR

Rififi entre Bento Lima e Emílio Gusmão

Sem entrar no mérito da questão, afirmo que é nisso que dá trazer forasteiros desconhecidos para compor o seu Secretariado. Clique aqui e depois aqui para entender o que digo…

 

 

POR QUE O PORTO DE ILHÉUS PRECISA SER PRIVATIZADO? (06/03/2013 – MEMÓRIA)

CODEBA

CODEBA

Primeiro de tudo porque é um porto, e por isso tem que funcionar dia e noite, durante todos os dias do ano, gerando empregos, renda e divisas para Ilhéus.

Porém isso só é possível com cargas. E onde elas estão?

Por aí, sendo embarcadas e desembarcadas em outros portos, e não por aqui.

Um exemplo, a Veracel fez de um tudo para exportar pelo Porto de Ilhéus, o Governo do Estado colaborou bastante na época. Mas a CODEBA, que tem 20 anos que não investe no Porto de Ilhéus, não colaborou, como continua não investindo, querendo ver o Porto extinguir-se por inanição.

A Veracel exporta cerca de 1.300 milhões de toneladas/ano, podendo aumentar a sua produção e exportação, se acontecerem situações mais favoráveis. Ela transporta através de balsas, o seu produto até o Porto de Vitória percorrendo 368 milhas náuticas, quando até o Porto de Ilhéus seriam 40 milhas náuticas. E quando é a época da reprodução das baleias jubarte em Abrolhos, tem um desvio de mais 60 milhas até Vitória.

Portanto, volto a afirmar que o Porto tem que dragado, licitado e privatizado, para funcionar como um verdadeiro porto.

COMO IDENTIFICAR UMA EMINÊNCIA PARDA?

Geralmente são almas sebosas, transvestidos de anjos…

CONFIRMADA A NOMEAÇÃO DE ISAAC ALBAGLI PARA O PORTO DE ILHÉUS

Após o retorno da antiga titular do gozo de férias, o empecilho ético foi sanado, e a nomeação teve o seu curso.

Ainda mais, agora que o seu partido o PR, apoia oficialmente o Governo Bolsonaro.

Um ilheense que pode e deve contribuir, para um novo alento ao Porto de Ilhéus.



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